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Murilo Cabral Lacerda - ES1.com.br

A NOSSA CONCIENCIA É O QUE SOMOS E A NOSSA REPUTAÇÃO É O QUE PENSAM DE NÓS

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Foto: Pixabay

Contextualizando três lindas mensagens recebida de um amigo e uma amiga, textos este bastante recorrente para que todos reflitam sobre sua vida e o que temos feito de bom para que deixemos um futuro mais leve e com mais amor para as novas gerações

Isto posto, passo a parafrasear as três mensagens em um só contexto.

Não podemos mudar a natureza se alguém te faz algum mal, não perca sua essência; apenas tome precauções, alguns perseguem a felicidade, outros a criam, devemos nos preocupar mais com nossa consciência do que com a nossa reputação, isto porque, a nossa consciência é o que somos e a reputação é o que os outros pensam de nós, sendo assim, o que outros pensam, não é problema nosso… é problema deles.

Existe um velho ditado que diz: “ Quem Planta tâmara não colhe tâmaras, isto porque as tamareiras levam de 80 a 90 anos para darem os seus primeiros frutos.

Um jovem passando em uma estrada observou que tinha um senhor já idoso plantando tâmaras e logo perguntou: “Por que o senhor planta tâmaras se não vai colher?” O senhor respondeu: “Se todos pensassem como você, ninguém comeria tâmaras”.

Cultive, construa e plante ações que não sejam apenas para você, mas que sirvam para todos. Nossas ações hoje refletem o futuro… se não é tempo de colher, é tempo de semear.

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Em nossas vidas teremos que tomar decisões importante e a insegurança sempre estará presente, e, quando isso acontecer, devemos buscar ao nosso senhor Jesus, e perguntamos “ O que o Senhor faria em meu lugar????

Devo:

  • AMAR os que me perseguem, como Jesus ensinou, ou os PERSEGUIR como Faraó do Egito???
  • PERDOAR 70 X 7 os que me ferem? Dar o outro lado da face, como Jesus ensinou, ou ODIAR e AGIR como a Rainha Jezabel????
  • BUSCAR sabedoria no Deus altíssimo, como o Rei Salomão ou me fazer autossuficiente como seu filho Roboão??
  • OFERTAR um banquete para os necessitados ou fazer como o Rei Herodes e a Rainha Herodias que serviu a cabeça de João Batista em seu banquete de aniversário, oferecido aos nobres dos palácios?
  • SER leal aos que confiam em mim, como Jesus confiava em seus discípulos, ou TRAIR a confiança, como JUDAS???
  • DAR a sentença de VIDA, como Jesus fez com a mulher adúltera, ou a sentença de MORTE, como Pilatos???
  • PAGAR meus impostos em dia e com alegria, como Jesus ensinou, ou NEGAR o pagamento daquilo que não me pertence???
  • Devolver o dízimo que é uma parte do meu ganho no Altar do Senhor, como Ele ensinou, ou reter o que não é meu??
  • PAGAR ao empregado o salário do seu suor ou lhe NEGAR o que é seu por direito e justiça?
  • Jeremias 22:13? – “Ai daquele que edifica a sua casa com injustiça, e os seus aposentos sem direito, que se serve do serviço do seu próximo, sem pagar, e não lhe dá o salário do seu trabalho;
  • OBEDECER como a Jesus obedeceu ao Pai ou IGNORAR os seus Decretos?
  • SER manso e humilde de coração, como Jesus ensinou, ou ARROGANTE e INSENSATO como está em Provérbios 10:8. O sábio de coração aceita os mandamentos, mas o louco palrador será transtornado.
  • DIVIDIR o pão com o faminto, como Jesus ensinou, ou SUBTRAIR dele o pouco que lhe resta?
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Que este texto, extraído de outros três artigos, sirva de reflexão para que nós, repensemos em nossas vidas, pois, somente o nosso Deus todo poderoso poderá agir a nosso favor fazendo com que o percentual de acerto seja realizado em sua plenitude.

murilo

Foto: divulgação

Murilo Cabral de Lacerda

Mestre em Contabilidade, Controladoria e Finanças Pública

Pós-Graduado em Docência do Ensino Superior

Pós-Graduado em Epistemologia Genética e Educação

Murilo Cabral Lacerda - ES1.com.br

POLÍTICAS PÚBLICAS – Artigo por Murilo Cabral Lacerda

Outro dia uma pessoa se dizia pensativa ao questionar: “Sou traíra por ter sido bolsista do Prouni, programa do Governo Lula, e vou votar em outro candidato?”

Em outro post vi uma militante dizer que aqueles que se beneficiaram de políticas públicas implementadas no governo do PT “cospem no prato que comeram” ao votar contra o partido agora. Será mesmo?

Se formos gratos por cada governante que diz ter proporcionado algum programa de governo que nos beneficiou, a escolha pode ficar bem complexa.

Senão vejamos, o meu caso: fui alfabetizado em colégio de padre e parte dessa época estudei em escola pública onde tomei muitas reguadas em sala de aula, quando chegava em casa era outra surra; terminei o ensino médio cujos professores eram altamente capacitados, sem falar na qualidade excelente da merenda escolar; entrei na faculdade de administração de empresa – FAESA; passei em vários concursos de nível médio; minha primeira graduação foi na FUNCAB; fiz duas  pós-graduação no período do governo Lula; fui professor de matemática e contabilidade no período do governo Lula e Dilma. Devo ser grato a quem? A nenhum, pois todos são obrigados a desenvolver políticas de estado e não de governo. Além disso, as conquistas foram frutos do meu esforço e não deles.

Políticas de bolsa de estudo existem desde a época em que eu tinha 14 anos, hoje estou caminhando para os meus 66 anos; programas assistenciais (vale gás, vale leite, bolsa escola, bolsa disso, bolsa daquilo) também existem de longas datas. Assim, essas são políticas de governo ou de estado?

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Começam como de governo e se transformam em políticas de estado. Também não devem pertencer a nenhum partido e se forem boas devem ser continuadas. Só partidários arregimentados dentro de uma fidelidade sectária acreditam e propagam que um cidadão deve ser grato a determinado partido. Visão que tem um único propósito: criar um efeito psicológico de “ingratidão”, que em geral afetam os mais humildes e desinformados.

Diante do exposto, de minha parte esclareço que sou grato ao meu país, minha pátria amada e não a nenhum partido. Muito menos a nenhum presidente. Afinal, nenhum deles deve ser maior que o país, pois apenas receberam um mandato para governar.

‪Se não sou devedor a quem “criou” a política pública serei muito menos ao governante que ampliou. É natural que qualquer política pública comece pequena e se for boa vai sendo ampliada. O que limita essa ampliação? A mesquinhez política, que às vezes não quer dar continuidade ao que o adversário começou; a falta de recursos para essa ampliação. Afinal têm-se recursos finitos para demanda infinita e o estado não é etéreo, apenas retira recursos da sociedade para devolver sob a forma de contraprestação em bens e serviços buscando aplicar as clássicas funções da política orçamentária: Distributiva, Alocativa e Estabilizadora.

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‪Políticas públicas por natureza devem ser impessoais e isso exige critérios transparentes e igualitários, sempre dentro da máxima de Rui Barbosa de que tratar iguais de forma desigual é tão injusto quanto tratar desiguais com igualdade.

‪Assim, política pública não é feita para mim nem para nenhum cidadão específico e sim para pessoas que se encaixam no perfil definido em lei ou regulamento, enfim, de pessoas habilitadas para o programa.

‪Por fim, a política pública é financiada com dinheiro do contribuinte que não pertence a nenhum governante eleito, não obstante neste país alguns se apropriarem de forma ilícita. Portanto, nenhum está dando nada, pois não se pode dar o que não é seu. Regra básica! Isso seria fazer a benesse com o chapéu alheio. No mínimo imoral ou desonesto. O resto é discurso político eleitoreiro que deseja criar vínculo de política pública com governante para garantir a fidelidade partidária ou reverência do “político salvador”. O Brasil precisa se livrar dessas práticas perversas.

murilo

Foto: divulgação

Murilo Cabral Lacerda

Mestre em Contabilidade, Controladoria e Finanças Pública

Pós Graduado em Epistemologia Genética e Educação

Pós Graduado em Docência do Ensino Superior

Pós Graduado em Auditória e Perícia Contábil

Especialização em Matemática Financeira com Uso da HP 12C

Especialização em calculo de Custo com Certificação no uso do Excel

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