ENTREVISTA - ES1.com.br
São Gabriel: “É gratificante estar a frente deste Clube de serviços, associação que já marcou a história do nosso município”, disse João B. Colombi Junior no Dia Nacional do Leonismo
No sábado (16), é comemorado o Dia Nacional do Leonismo, foi nesta data em 1952 que o Lions Clube foi fundado no Brasil e segue sendo uma das maiores organizações internacionais de clubes em serviço do mundo. Ainda nesta data o Lions Clube comemora 70 anos de sua chegada no Brasil. No mundo, são aproximadamente 1,4 milhão de Leões, em 220 nações.
Voltada para serviços humanitários, o Lions Clube é participativo em toda comunidade onde realiza exames de vista e de saúde, apoiando hospitais oftalmológicos, concedendo bolsas de estudo, distribuindo cestas básicas, dando apoio a entidades filantrópicas, fornecendo ajuda em momentos de catástrofes, dentre outras ações.
Na oportunidade, conversamos com João B. Colombi Junior, Presidente do Lions Clube de São Gabriel da Palha, através de uma breve entrevista ele fala sobre momentos marcantes e a satisfação em fazer parte do Clube, confira:
Editora Hoje – Qual a sua satisfação em fazer parte do Lions Clube?
João B. Colombi Junior – Fazer parte do Lions Clube é saber que posso servir ao necessitado que está inserido em minha comunidade e, ao mesmo tempo, também estar ajudando aqueles que estão, por exemplo, sofrendo com as consequências da Guerra da Ucrânia. Neste momento nossa Fundação Internacional está enviando recursos para socorrer aos refugiados e as vítimas dessa terrível guerra. Eu sozinho consigo atender poucas pessoas ao meu redor, mas um milhão e quatrocentos mil leões em todo o mundo, juntos fazem a diferença em diversas partes do planeta.
Editora Hoje – Como é ser presidente desta entidade?
João B. Colombi Junior – É gratificante estar a frente deste Clube de serviços, associação que já marcou a história do nosso município desde sua fundação e que ainda vem fazendo suas ações e campanhas onde infelizmente muitas vezes a administração pública é incapaz de atender.
Editora Hoje – O que o Lions Clube representa para você?
João B. Colombi Junior – Lions Clube hoje representa uma segunda família na vida de cada um que se junta a esta associação internacional.
Editora Hoje – Você teve algum momento marcante durante a sua caminhada no Lions Clube?
João B. Colombi Junior – Com menos de três anos dentro desse maravilhoso Clube, vários são os momentos marcantes, dentre eles a doação de seis mesas tecnológicas a nossa APAE, foram gastos cerca de R$45.000,00 na aquisição das mesas e tudo isso só foi possível graças a cada associado e ao subsídio de 75% que recebemos da Fundação Internacional de Lions Clubes. Além de podermos ajudar a nossa comunidade temos oportunidades de crescimento pessoal, com fornecimento de cursos onlines, presencial, eles em níveis de Distrito e de Lions Internacional. No início desse mês tivemos a grata visita do nosso Presidente Internacional Douglas X. Alexander, esteve em Brasília onde o Lions Clube recebeu uma homenagem por meio de uma sessão solene do Congresso Nacional pelos 70 anos de presença no Brasil. E temos a alegria de pela terceira vez termos um Brasileiro entre os três vices presidentes, que assumirá o cargo maior em 2024.

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal
Fonte: Editora Hoje
ENTREVISTA - ES1.com.br
“Somos ciência, cuidado e resistência”: enfermeiro Jhonatan Pratti, de São Gabriel da Palha, destaca desafios e propósito da profissão
No Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro, celebrado em 12 de maio, profissionais que dedicam a vida ao cuidado ganham ainda mais visibilidade. Em São Gabriel da Palha, o enfermeiro Maikon Jhonatan Pratti, de 26 anos, compartilha sua trajetória na profissão, marcada por esforço, propósito e compromisso com a vida. Atuando há dois anos e cinco meses na enfermagem, ele fala sobre os desafios da categoria, a importância da valorização profissional e as experiências que transformaram sua forma de cuidar.
Confira a entrevista completa:
Editora Hoje – Como foi sua trajetória até se tornar enfermeiro?
Jhonatan – Minha trajetória foi construída com muito esforço, dedicação e propósito. Sempre enxerguei a saúde como uma forma de transformar vidas. Durante minha graduação fui entendendo que a enfermagem vai muito além de só teoria: é presença, cuidado e acolhimento. Cada etapa da minha caminhada fortaleceu ainda mais minha paixão pela profissão.
Editora Hoje – O que te motivou a escolher a enfermagem como profissão?
Jhonatan – Além de enxergar que era possível mudar a situação financeira da minha família, eu também percebi que a enfermagem tem o poder de aliviar dores, oferecer esperança e fazer diferença mesmo nos momentos mais difíceis. Eu queria uma profissão com propósito humano, e eu sempre tive isso comigo, e encontrei isso na enfermagem.
Editora Hoje – O que significa ser enfermeiro para você?
Jhonatan – É trabalhar com autonomia, é exercer cuidado com responsabilidade, humanidade e empatia. É estar presente quando alguém está fragilizado e precisa não apenas de assistência, mas também de apoio emocional, segurança e acolhimento.
Editora Hoje – Quais são as principais responsabilidades de um enfermeiro no dia a dia?
Jhonatan – O Enfermeiro está ligado a gestão de pessoas, a liderança dos processos de trabalho e da equipe de enfermagem são do Enfermeiro, então ser um bom profissional traz consigo a responsabilidade de trazer clareza a sua equipe e fazer com que o cuidado do ser humano seja ofertado com qualidade.
Editora Hoje – O que a enfermagem representa dentro de uma equipe de saúde?
Jhonatan – Representa conexão, o elo central dentro da equipe de trabalho, é a profissão que permanece mais próxima do paciente durante todo o cuidado, conectando assistência, gestão, acolhimento e segurança.
Editora Hoje – Quais são os maiores desafios enfrentados atualmente na profissão?
Jhonatan – A Enfermagem tem várias lutas, mas a principal, é a valorização da classe, cargas horárias gigantes com salário incompativel, cansaço físico e mental absurdo e em certos momentos, obrigações que vão além de nossa função. Mas hoje lutamos para sermos reconhecidos, para que todos entendam que o Enfermeiro não é submisso a alguém ou alguma classe, a enfermagem tem ciência, autonomia e voz própria.
Editora Hoje – Existe alguma situação marcante da sua carreira que te transformou como profissional ou como pessoa?
Jhonatan – Sempre lembro do primeiro óbito de um recém-nascido que aconteceu no hospital onde eu trabalhava, ali entendi que a fé está ligada diretamente com a ciência, independente de crer em algo ou não. Vi os familiares tentando entender o motivo, se questionando e anos depois, tive a honra de ver novamente aquela família alegre com a chegada do novo sonho que era o filho deles.
Editora Hoje – Como você lida com a pressão emocional e física da rotina hospitalar ou clínica?
Jhonatan – Eu lido entendendo que pressão faz parte da enfermagem, mas que ela não pode apagar o profissional e nem o ser humano por trás do jaleco. Tento manter equilíbrio emocional, organização e preparo técnico, porque quanto mais segurança eu tenho no que faço, melhor consigo agir em situações difíceis.
Editora Hoje – O que as pessoas geralmente não enxergam sobre o trabalho da enfermagem?
Jhonatan – As pessoas geralmente enxergam apenas o procedimento, a medicação ou o atendimento rápido. O que muitas vezes não veem é a responsabilidade emocional, técnica e física que existe por trás de cada decisão da enfermagem. Não enxergam as horas de estudo, a pressão psicológica, o desgaste físico, o medo de errar, a responsabilidade sobre vidas e nem a capacidade de identificar situações graves antes mesmo que aconteçam.
Editora Hoje – O que mais te orgulha dentro da sua profissão?
Jhonatan – É saber que as vezes sem condições mínimas, a Enfermagem faz acontecer. Usa a criatividade e da um jeito naquilo que para muitos nao daria certo. É entender que temos o conhecimento técnico e salvamos vidas, mesmo quando o nosso pessoal está péssimo, deixamos tudo em casa e vamos cuidar do outro, do amor da vida de alguém, seja um pai, uma mãe, um filho, um namorado, esposa, sem querer nada em troca.
Editora Hoje – Como datas como o Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro ajudam a dar visibilidade à profissão?
Jhonatan – Datas como o Dia Internacional da Enfermagem ajudam a dar visibilidade porque lembram a sociedade da importância real da Enfermagem dentro da saúde. É um momento de reconhecer que não é só o cuidado prestado, mas também a ciência, a liderança, a responsabilidade e o impacto que a enfermagem tem diariamente na vida das pessoas.
Editora Hoje – Que mensagem você gostaria de deixar para colegas de profissão nesta data?
Jhonatan – Nós somos gigantes, nós somos resistência, somos ciência e somos cuidado. E que nunca nos falte voz para defender nossa profissão, coragem para ocupar espaços e orgulho da ciência e da força que a enfermagem representa. Somos acolhimento, técnica, liderança e linha de frente. Feliz Dia da Enfermagem para todos que fazem dessa profissão uma missão diária.
Editora Hoje – Que mensagem você deixaria para quem sonha em seguir carreira na enfermagem?
Jhonatan – Venha com coragem, traga empatia, e disposição para nunca para de aprender, por que a Enfermagem é uma profissão intensa, desafiadora e muitas vezes cansativa, mas também é uma das áreas mais humanas e transformadoras que existem.
Editora Hoje – Neste Dia Internacional da Enfermagem e do Enfermeiro, qual reflexão você gostaria de compartilhar com a sociedade?
Jhonatan – A reflexão que eu quero deixar é que é importante lembrar que a ENFERMAGEM não é feita apenas de AMOR e VOCAÇÃO. Amor sem valorização gera desgaste, cansaço e adoecimento. Quem trabalha na enfermagem estuda, se especializa, assume responsabilidades enormes e lida diariamente com vidas, dor, pressão e decisões difíceis. A sociedade precisa entender que respeito à enfermagem vai além de homenagens: envolve reconhecimento profissional, condições dignas de trabalho, segurança, salários justos e voz ativa dentro da saúde.
Fonte: Editora Hoje
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