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São Gabriel da Palha celebra 63º aniversário de emancipação político-administrativa

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Foto: divulgação/PMSGP

No dia 14 de maio de 1963, São Gabriel da Palha conquistava sua independência política e administrativa em relação a Colatina. Ao longo dos 63 anos desde esse evento crucial, esta cidade, marcada pela rica herança de colonos e descendentes europeus, tem prosperado e evoluído continuamente. Hoje, São Gabriel da Palha é um símbolo de união e excelência, sendo reconhecida como a Capital do Café Conilon.

A cafeicultura é uma parte essencial da identidade e da economia local, oferecendo empregos e oportunidades para muitas famílias na região. Os cafeicultores gabrielenses investem em tecnologia e inovação para aumentar a qualidade e a produtividade de seus cultivos.

Além disso, a indústria de confecção também desempenha um papel significativo na economia local. São Gabriel da Palha é conhecida por suas fábricas e empresas têxteis, que contribuem para a diversificação econômica da cidade. Essa indústria não só oferece oportunidades de trabalho, mas também promove a inovação e a criatividade, agregando valor à comunidade.

Ao longo dos anos, São Gabriel da Palha cresceu e se transformou, mantendo sua identidade cultural e valorizando suas tradições. A cidade é caracterizada pela união de sua população, que compartilha um senso de propósito e determinação para o crescimento coletivo. Eventos como o aniversário de emancipação não apenas celebram o passado, mas também inspiram esperança e otimismo para o futuro.

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Nesta ocasião especial, os cidadãos de São Gabriel da Palha comemoram não apenas um aniversário, mas também uma jornada de resiliência, determinação e progresso.

Fonte: Editora Hoje

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Em agenda no ES, Embrapa Café fortalece aproximação entre pesquisa e demandas do setor produtivo

Em agenda no Espírito Santo, representantes da Embrapa Café estiveram na sede da Cooabriel, em São Gabriel da Palha, na quinta-feira (9). A visita integrou uma série de compromissos no estado para estreitar o diálogo com a cadeia produtiva, além de conhecer experiências do setor. 

Ao longo da semana, a comitiva cumpriu um roteiro de visitas estratégicas pelo estado, incluindo passagens por instituições e empresas como a Secretaria da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag); o Grupo Tristão; o Centro de Cafés Especiais do Espírito Santo (CECAFES), em Venda Nova do Imigrante; a Fazenda Experimental do Incaper, em Marilândia. 

A agenda ocorre em um momento em que a instituição busca ampliar sua conexão com as demandas do setor produtivo, aproximando ainda mais a pesquisa dos desafios enfrentados pelos cafeicultores e pelas organizações que atuam na cadeia cafeeira. Segundo o chefe-geral da Embrapa Café, Rodolfo Oliveira, a proposta é estabelecer uma atuação cada vez mais alinhada às diferentes perspectivas. 

“A ideia é mudar um pouco o foco de atuação, trazendo principalmente a pesquisa para responder aos problemas e gargalos que o setor produtivo identifica. O papel da pesquisa é importante, mas precisa estar acoplado e responder a esses desafios. A ideia desta visita é conhecer quem está fazendo. A Cooabriel é uma cooperativa de excelência, reconhecida. Queremos conhecer e aproximar a Embrapa Café do que já está sendo feito no Espírito Santo”, afirmou Oliveira. 

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Para a chefe de Inovação e Negócios da Embrapa Café, Renata Silva, a aproximação com as lideranças e instituições do setor representa uma oportunidade de aprendizado e construção conjunta de soluções. “Viemos para aprender com os avanços que já vêm sendo construídos e para somar nos desafios, procurando alternativas para que a ciência, a tecnologia e a inovação possam auxiliar nesse processo de continuidade da evolução da cafeicultura capixaba, que é uma das maiores do Brasil e referência para o mundo. Vemos desafios relacionados à sustentabilidade, à qualidade do café e à produção de um café saudável, e queremos fazer parte desses avanços”, destacou. 

O subsecretário de Estado de Desenvolvimento Rural do Espírito Santo, Michel Tesh, ressaltou que a agenda permitiu apresentar à entidade importantes referências da cafeicultura capixaba. “Conhecer a nossa cafeicultura e a Cooabriel faz parte disso. A cooperativa é parte da evolução do conilon, leva conhecimento, gera conhecimento e difunde isso entre os seus cooperados, contribuindo para que o conilon do Espírito Santo chegue à indústria nacional e a mercados internacionais”, afirmou. 

Ainda segundo Tesh, as agendas favorecem o olhar sobre a pesquisa, a partir de uma ótica bastante aplicada, o que pode contribuir para novas oportunidades de mercado. “É um momento oportuno e histórico porque abre uma perspectiva de estratégia, de posicionamento e de comunicação para que se posicione o nosso café muito bem no Brasil e no mundo, a partir da pesquisa cafeeira”, acrescentou. 

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O presidente da Cooabriel, Luiz Carlos Bastianello, também destacou o impacto positivo da cooperação entre os diferentes elos da cadeia. “A Embrapa tem desempenhado um papel muito importante na cafeicultura brasileira e, cabe destacar, nos cafés canéforas. Temos muito a aprender com o trabalho que a instituição vem desenvolvendo, especialmente em relação à aplicabilidade das pesquisas nas regiões produtoras de conilon”, concluiu Bastianello. 

Fonte: Cooabriel

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