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Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda nesta quinta-feira
Cerca de 415 mil contribuintes receberão R$ 592 milhões
Cerca de 415 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco vão acertar as contas com o Leão.

Nesta quinta-feira (30), a Receita Federal paga o lote da malha fina de abril, que também contempla restituições residuais de anos anteriores.
Ao todo, 415.277 contribuintes receberão R$ 592,2 milhões. Desse total, R$ 256,8 milhões irão para contribuintes com prioridade legal no reembolso.
As restituições estão distribuídas da seguinte forma:
- 334.614 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix;
- 32.231 contribuintes sem prioridade;
- 28.572 contribuintes de 60 a 79 anos;
- 10.521 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
- 4.731 contribuintes acima de 80 anos;
- 4.608 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.
A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet desde o último dia 23. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.
Pagamento
O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.
Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil.
Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).
Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu Declarações e Demonstrativos, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no campo Solicitar Restituição Não Resgatada na Rede Bancária.
Fonte: Agência Brasil
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Micrômetro: Medições Precisas Em Peças Pequenas
Descubra micrometro: como garantir medições precisas em peças pequenas e técnicas e veja como medir espessuras, diâmetros e rebaixos com controle
Micrômetro: como garantir medições precisas em peças pequenas e técnicas
Micrômetro mede dimensões pequenas com leitura em centésimos ou milésimos de milímetro, dependendo do modelo. Ele entra no controle de espessuras, diâmetros externos, furos, canais e rebaixos quando a tolerância exige mais precisão que uma medição comum.
O micrômetro externo trabalha com diâmetro externo e espessura. O interno mede furos e canais. O de profundidade atende rebaixos. Em uma peça de usinagem CNC, por exemplo, a medida pode passar no paquímetro e reprovar no micrômetro quando a tolerância dimensional fica apertada. A leitura só merece confiança quando instrumento, peça e operador estão sob controle: faces limpas, zero conferido, força correta e geometria bem posicionada.
Como usar, ler e conferir o micrômetro antes de medir peças pequenas
Usar micrômetro começa antes de encostar na peça. Em mecânica de precisão, cavaco fino, óleo, calor da mão e pressão em excesso mudam a leitura. Em tolerâncias estreitas, essa diferença já basta para aprovar ou reprovar uma peça.
Ao escolher um micrometro, olhe a faixa de medição, a resolução, o tipo de contato e a geometria da peça. A referência industrial para medição dimensional fica em 20 °C, conforme o NIST. Quando peça e instrumento vêm de ambientes diferentes, espere a estabilização antes de medir.
Passo 1: limpe as faces, estabilize a peça e confira o zero
Limpe as faces de medição e retire óleo das mãos antes de manusear o instrumento. Em metrologia, uma sujeira quase invisível entre a face e a peça já desloca o resultado.
Feche o micrômetro com pressão leve pela catraca. Se o zero não coincidir, separe o instrumento para ajuste ou verificação conforme o procedimento interno. Não compense o erro “de cabeça” durante a medição, porque essa prática quebra a rastreabilidade do resultado.
Passo 2: posicione a peça sem pegar rebarba, chanfro ou raio como referência falsa
A peça precisa ficar perpendicular às faces de medição. Rebarba, chanfro, raio e marca de ferramenta não servem como referência para a dimensão funcional, mesmo quando parecem áreas bem acabadas.
O erro mais comum é medir uma borda “bonita” que, na verdade, está arredondada ou deformada. Em peças finas, o excesso de força ainda pode flexionar o material e gerar uma leitura menor que a dimensão real.
Passo 3: aplique força pela catraca e repita a leitura sem apertar demais
Use a catraca ou friction thimble para manter a força de contato uniforme. Quando o operador aperta pelo tambor comum, a força aumenta e pode deformar chapas finas, tubos delicados e componentes usinados com parede reduzida.
Compare três leituras no mesmo ponto. Se a repetibilidade oscilar, volte para o básico: apoio da peça, limpeza das faces, temperatura e perpendicularidade. Na prática, muitos desvios aparecem antes de qualquer problema no instrumento.
Passo 4: leia a escala fixa, o tambor e o nônio em milésimos de milímetro
Leia a escala fixa primeiro e some a indicação do tambor. Em micrômetros com nônio, a escala vernier acrescenta a fração final e permite leitura mais fina nos modelos compatíveis.
Nas leituras em milésimos de milímetro, mantenha o olho de frente para a escala. Olhar inclinado cria erro de paralaxe e pode fazer a marca errada parecer alinhada.
Checklist rápido de calibração com blocos-padrão e rastreabilidade
Na calibração do micrômetro, observe zero, desgaste das faces, paralelismo, sujeira e resposta da catraca. Em faixas acima de 25 mm ou 1”, use padrão, bloco-padrão ou haste de referência compatível com a faixa nominal.
Quando a medida entra no controle de qualidade, trabalhe com blocos-padrão, certificado rastreável e procedimento documentado. Rastreabilidade metrológica liga a leitura a um padrão confiável, conceito alinhado às práticas do INMETRO e da norma ISO/IEC 17025 para laboratórios.
Erros comuns que distorcem a medição em peças técnicas
Calor da mão, umidade, cavaco preso e peça recém-usinada alteram a leitura. Em superfícies curvas, o alinhamento pesa ainda mais, porque um pequeno giro muda o ponto de contato e desloca o resultado.
Furos profundos podem pedir medidor interno tipo súbito. Variação geométrica pode ser melhor avaliada com relógio comparador. Geometrias complexas e tolerâncias muito estreitas podem exigir medição tridimensional por CMM.
Dicas para precisão: temperatura, repetibilidade e escolha da ferramenta certa
Meça após a estabilização térmica e segure o micrômetro pelo isolamento, quando houver. Em ambiente de oficina, testamos leituras logo depois da usinagem e repetimos após a peça estabilizar; a diferença aparece com mais clareza em peças pequenas com tolerância fechada.
O resultado fica mais confiável quando a ferramenta combina com a peça, as faces estão limpas, a leitura foi repetida e o critério de aceitação já está definido. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui procedimento de calibração acreditado.
Como saber se o micrômetro está calibrado?
Veja o zero antes do uso e compare o instrumento com padrão, bloco-padrão ou haste de referência adequada. Se houver desvio, não libere a medição sem ajuste ou calibração rastreável.
Qual é a forma correta de ler um micrômetro em milímetros?
Leia a escala fixa, some a leitura do tambor e, nos modelos com vernier, acrescente a fração indicada pela linha coincidente. Essa sequência evita pular parte da leitura e reduz erro de interpretação.
Quando usar micrômetro em vez de paquímetro?
Use micrômetro quando a peça pequena exige controle dimensional mais fino e contato mais estável. Ele ajuda em tolerâncias apertadas, desde que a geometria permita apoio correto entre as faces.
Temperatura da peça pode alterar a medição?
Sim. Peça, micrômetro e ambiente precisam estabilizar quando a tolerância é crítica, porque as dimensões variam com a temperatura.
O micrômetro só entrega precisão quando tipo, leitura, força de contato, calibração e geometria da peça trabalham juntos. Antes de liberar lotes críticos, revise o procedimento interno de metrologia.
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