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Rádio Cidade FM de Nova Venécia apresenta o Radialista Alcimar Lopes nesta segunda-feira (07)

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É a terceira vez que o radialista Alcimar Lopes volta a morar em Nova Venécia. Foto: Divulgação

Após completar 33 anos no rádio capixaba em abril deste ano, o radialista capixaba Alcimar Lopes é só alegria. Ele que esteve na Rádio A Cor Da Vida 102,9 (Vila Velha) por quase 02 anos, está de volta à Nova Venécia, após 17 anos, onde morou.

Desta vez, ele está indo para a Rádio Cidade 101.1 FM e começa nesta segunda-feira (07/09), onde irá comandar as manhãs da Rádio Cidade 101,1 FM, com o Programa Bom Dia Cidade, de segunda a sábado das 08hs as 12hs. O programa Bom Dia Cidade, terá muitas brincadeiras, participação do ouvinte, prêmios e muita informação.

É a terceira vez que o radialista Alcimar Lopes volta a morar em Nova Venécia. Sempre que podia, visitava a cidade, onde tem grandes amigos e que seu filho é Veneciano, e sempre que podia ele estava presente em Nova Venécia.

A Rádio Cidade 101,1 FM que já está no ar a 03 anos, mudou de classe e aumentou a potência. Através da sua programação, promoções e uma equipe de grandes profissionais do rádio, vem a cada dia, alcançando uma grande audiência em todo o extremo norte do estado, Bahia e Minas Gerais.

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O radialista Alcimar Lopes, deixou a Assembleia Legislativa em Março deste ano, onde era responsável pela assessoria de comunicação do ex-deputado Freitas, que hoje se diz grato pela oportunidade que teve com Freitas. Gratidão é a palavra que diz quando se refere ao Freitas, que hoje é um grande amigo seu.

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Conferência internacional coloca etanol de milho no centro da estratégia do agro

A 3ª edição da Conferência Internacional sobre Etanol de Milho, promovida pela União Nacional do Etanol de Milho em parceria com a Datagro, ocorre nesta quinta-feira (16.04), em Cuiabá (MT), reunindo produtores, indústrias, investidores e autoridades para discutir o avanço de uma das cadeias mais dinâmicas do agronegócio brasileiro.

A escolha de Mato Grosso como sede reforça o peso do estado no setor. Hoje, a maior parte das usinas de etanol de milho em operação no Brasil está concentrada na região, impulsionada pela grande oferta de grãos e pela necessidade de agregar valor à produção local.

Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e Plínio Nastari presidente da Datagro na abertura da Conferencia 

O evento está sendo realizado em um momento de expansão acelerada da indústria. A produção brasileira de etanol de milho deve superar 8 bilhões de litros na safra 2025/26, consolidando o país como um dos principais polos globais dessa tecnologia. O crescimento vem sendo sustentado pelo modelo de usinas flex, que operam com milho e cana, garantindo maior eficiência e uso contínuo da capacidade industrial.

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A conferência reúne lideranças do setor para discutir desde avanços tecnológicos até desafios estruturais, como logística, financiamento e políticas públicas. Também estão na pauta as tendências do mercado internacional e o papel do Brasil na transição energética, com destaque para os biocombustíveis.

Outro ponto central do debate é a integração entre agricultura e indústria. O etanol de milho passou a funcionar como uma alternativa relevante de demanda para o produtor, reduzindo a dependência das exportações e contribuindo para maior estabilidade de preços, especialmente em anos de safra elevada.

Além do combustível, a cadeia também gera coprodutos com forte impacto econômico, como o DDG/DDGS, utilizado na alimentação animal, que tem ampliado a competitividade da pecuária, sobretudo em regiões produtoras.

Para o produtor rural, o avanço desse modelo representa uma mudança estrutural. A industrialização dentro do próprio estado encurta distâncias, reduz custos logísticos e cria novas oportunidades de renda, transformando o milho em matéria-prima não apenas de exportação, mas de energia e proteína.

Ao reunir os principais agentes da cadeia, a conferência busca alinhar estratégias e consolidar o papel do etanol de milho como vetor de crescimento do agro brasileiro nos próximos anos — com impacto direto sobre demanda, preços e agregação de valor no campo.

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Fonte: Pensar Agro

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