conecte-se conosco


Tecnologia - ES1.com.br

Cuidado, 3 aplicativos para rastrear WhatsApp e roubar dados bancários

Publicado em

Três aplicativos maliciosos encontraram seu caminho na Google Play Store. Diferente de apps maliciosos “comuns” que entram na loja com golpes de adware para exibir anúncios ou realizar trabalhos de injeção de cliques, os aplicativos da desenvolvedora Brazil Creations se passam por “rastreadores” de WhatsApp para roubar dados, como logins e senhas, de clientes do Banco do Brasil, Caixa, Santander e Uber.

Os aplicativos foram encontrados pelo pesquisador MalwareHunterBr e ainda podem ser baixados na loja oficial de aplicativos da Google, a Play Store. De acordo com as páginas dedicadas de download, as aplicações já foram instaladas em mais de 2 mil smartphones Android.

Para roubar os dados bancários, os cibercriminosos realizam um ataque de overlay: quando a vítima abre o aplicativo oficial do banco, o app malicioso identifica a ação e exibe uma tela falsa sobre a tela oficial do banco. Dessa maneira, a vítima escreve as informações confidenciais na página falsa e entrega os dados da conta para o criminoso.

Os aplicativos falsos identificados se chamam: WhatsLocal – Ache Já!, WLocaliza e WhatsWhere, da Brazil Creations. Caso você tenha os aplicativos instalados no seu smartphone, desinstale agora e entre em contato com a instituição bancária que você costuma acessar no seu celular para realizar a troca de senha [e acompanhar movimentação bancárias].

leia também:  Tecnologia como aliada na segurança: profissional da Pieka Segurança Eletrônica de São Gabriel fala sobre alternativas

Atualização: vítimas

Entre os alvos, segundo documento enviado pelo pesquisador, estão clientes dos seguintes bancos ainda não citados: BMG, Votorantim, Itaú, Nordeste, Next, Original e Pag Seguro.

TecMundo

Tecnologia - ES1.com.br

A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

leia também:  Apple tem prejuízo de US$ 1 milhão com golpe de iPhone falso

As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

Visualizar

MAIS LIDAS DA SEMANA

error: Conteúdo protegido!!