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Vazamento de e-mails e senhas pode ser dez vezes maior

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Revelado nesta semana, o vazamento que expôs mais de 772 milhões de endereços de e-mails e de 21 milhões de senhaspode ser maior do que o imaginado. Na sexta-feira, 18, o pesquisador de segurança da informação Brian Krebs disse, em sua conta no Twitter, que encontrou um novo pacote de credenciais digitais, que completaria o primeiro arquivo e seria pelo menos dez vezes maior. Segundo ele, ainda não é possível identificar quem são as vítimas afetadas

Sem revelar a identidade do infrator, Krebs disse que esteve em contato com o hacker que supostamente expôs e vendeu os dados na internet.

O suposto criminoso oferecia, por meio do aplicativo Telegram, a venda de um pacote com 1 terabyte de tamanho, repleto de informações pessoais de usuários — equivalente a mais de 100 filmes, de duas horas, em alta definição. O primeiro arquivo, chamado de Collection #1, tinha 87 gigabytes (um terabyte, por sua vez, é formado por 1024 gigabytes).

 

No Twitter, Krebs publicou ainda uma imagem que supostamente comprovava a existência do novo pacote, vendido por meros US$ 45 pelo hacker. Além da Collection #1, a pasta incluía outras quatro coleções, além de apanhados esparsos de dados. Krebs disse ainda, no Twitter, que o hacker tentou lhe vender outro pacote, com tamanho de quatro terabytes.

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O especialista ainda reforçou a teoria de que os dados pertencentes aos pacotes fazem parte de informações já vazadas anteriormente na internet. Outro indício que se soma a essa conjectura é o fato de que a Hold Security, empresa especializada em cibersegurança, diz já ter encontrado 99% dos dados da Collection #1 em pacotes menores espalhados pela rede. Ao que se sabe, os arquivos coletados e expostos na primeira coleção foram coletados de 2 mil bancos de dados, recolhidos nos últimos dois ou três anos. 

R7

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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