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Secont reduz gastos com custeio em até 83,73%

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As medidas de racionalização dos gastos públicos que vêm sendo adotadas pela Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont) desde janeiro resultaram em uma redução de até 83,73% nas despesas com custeio da Secretaria. As ações atendem ao contingenciamento estabelecido pelo Governo do Estado por meio do Decreto nº 4350-R,  que determinou a redução mínima de 10% dos gastos com custeio em órgãos e secretarias, com o objetivo de manter o equilíbrio fiscal e financeiro das contas públicas.

A economia foi atingida com medidas simples, que não afetaram o trabalho dos servidores e deram resultado positivo. A redução mais significativa se deu nos gastos com combustíveis e lubrificantes e na manutenção de veículos. No primeiro item, a Secont gastou 73,89% a menos no primeiro trimestre: em 2019 o valor empenhado foi de R$ 2.208,41, contra R$ 8.445,2 no mesmo período do ano anterior. Já a despesa com manutenção de veículos caiu 83,73%: de R$ 6.031,22 em 2018, passou a R$ 981,45 neste ano.

Uma das ações adotadas foi o uso dos veículos apenas para os deslocamentos necessários para o trabalho dos servidores. Agora, os carros não ficam mais à disposição do secretário e dos subsecretários, que utilizam veículos próprios ou o transporte coletivo para chegar ao trabalho. Outra redução significativa se deu na despesa com telefonia móvel. Com o corte de linhas – secretário e subsecretários não têm mais telefones funcionais – o gasto caiu 14,29% no trimestre.

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Para os próximos meses, a revisão do contrato de outsourcing de impressão vai gerar uma economia anual de mais de R$ 18 mil. Por meio da realização de um estudo técnico e financeiro, o setor de Suporte Técnico da Secont viabilizou um contrato mais vantajoso economicamente para a realização de cópias, impressões e digitalizações.

O atual contrato de terceirização do serviço, firmado em 2017, prevê o custo unitário de R$ 0,08 por impressão monocromática e de R$ 0,80 para impressões coloridas. Com a revisão, esse custo passará a R$ 0,02 para cada impressão monocromática e R$ 0,11 por impressão colorida. Além da redução nos valores pagos, a Secont realizou uma campanha interna agressiva para racionalização das impressões, que resultou em queda significativa no uso do serviço.

Assessoria/Secont

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Sicoob distribui R$ 2,6 bilhões em Juros ao Capital aos cooperados, um salto de 48% em relação ao ano anterior

A remuneração é calculada de forma proporcional à participação de cada cooperado no capital Sistema

O Sicoob encerrou o ciclo de 2025 com um marco histórico para o cooperativismo financeiro brasileiro ao creditar R$ 2,6 bilhões em Juros ao Capital para seus cooperados. O valor, 48% superior ao registrado no exercício anterior, evidencia a solidez do Sistema e a capacidade do modelo cooperativista de gerar resultados sustentáveis e compartilhados.

O crédito, realizado ao longo de 2025, materializa o princípio cooperativista da participação econômica e reforça o compromisso com aqueles que são, de fato, os donos e impulsionadores do negócio. Trata-se de um modelo que transforma relacionamento em pertencimento e resultado em desenvolvimento coletivo.

O montante divulgado refere-se exclusivamente aos Juros ao Capital, não contemplando outros benefícios cooperativos, como os excedentes contábeis, denominação atribuída, no cooperativismo, aos resultados do exercício. Esses valores adicionais serão distribuídos até o fim de abril de 2026, de forma proporcional ao volume de negócios de cada cooperado com sua respectiva cooperativa, acentuando o retorno econômico gerado pelo Sistema.

Impacto e solidez

Segundo Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica, Sustentabilidade e Relações Institucionais do Sicoob, “o crescimento de quase 50% no pagamento de Juros ao Capital é reflexo da eficiência da gestão do Sistema e um reconhecimento ao esforço e à confiança dos cooperados que investem em um modelo de negócios que, além dos benefícios individuais aos próprios donos do negócio, gera impactos positivos substanciais para toda a coletividade”.

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O executivo destaca ainda que o capital social, formado pela contribuição individual de cada cooperado, constitui parcela relevante patrimônio líquido da cooperativa, fundamental para sustentar a expansão do negócio e viabilizar investimentos estratégicos e táticos. “Quanto mais expressiva e sólida a nossa estrutura patrimonial, maior o potencial de crescimento e a capacidade de investimento da instituição. Isso, por exemplo, permite que ampliemos a oferta de soluções financeiras e operemos com condições mais competitivas no nosso mercado, sempre mantendo o foco no desenvolvimento local”, conclui.

Fonte: Sicoob

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