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Economia

Investimento do Grupo Autoglass deve gerar mais de 1.000 vagas de trabalho no ES

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O Grupo Autoglass anunciou investimentos no valor de R$ 226 milhões no Espírito Santo nos próximos dois anos. O anúncio aconteceu no Palácio Anchieta, durante a assinatura do enquadramento da Quality Imóveis, uma das empresas do grupo e a responsável por esses investimentos, no Programa de Incentivo ao Investimento no Estado Invest-ES.
O Grupo pretende construir duas novas unidades no Estado: um Centro de Distribuição e Logística em Guarapari e um novo Centro de Serviços, Gestão e Tecnologia em Vila Velha. As obras devem começar em junho deste ano e a operação está prevista para maio de 2020. O investimento deve gerar 320 empregos durante a implantação e mais mil novos postos de trabalho na operação.
Atualmente, o Grupo Autoglass gera cerca de 1,7 mil empregos no Estado. Com as duas novas unidades, o grupo terá melhor condição de atender o crescimento do mercado, ampliando as atividades de serviço, gestão, logística e distribuição, modernizando suas atividades e investindo em inovação e tecnologia. 
O novo centro de distribuição terá 70 mil metros quadrados de área construída. O local poderá agregar novas linhas de produtos, terá uma oficina de manutenção de caminhões, um estoque de peças de reposição, um galpão para arquivo de documentos, um galpão de engenharia, uma empresa metalúrgica e uma empresa satélite de venda de produtos. Já o novo centro de serviços permitirá ampliar o atendimento às seguradoras e posições de televendas, além do aumento da área de tecnologia, com novas contratações.  
Durante reunião com a diretoria da empresa, o governador Paulo Hartung destacou a importância da política de desenvolvimento do Estado. “É com muita alegria que recebemos a diretoria da empresa. Uma assinatura como essa nos remete a uma reflexão importante em nosso Estado. Se não tivéssemos uma política de desenvolvimento Estadual, em um país que não tem uma política de desenvolvimento regional, provavelmente todos os investimentos estariam concentrados em São Paulo e Região. A estruturação de políticas de desenvolvimento feita em nosso Estado teve um papel fundamental para descentralizar o investimento no país”, pontuou.
Paulo Hartung disse ainda que os instrumentos legais utilizados pelo Governo do Estado foram fundamentais para garantir a realização dos investimentos de Autoglass no Estado.  “Nosso passo é para que a empresa fique no Estado gerando emprego, atividade econômica e oportunidades em terras capixabas”, destacou o governador.
O secretário de Estado de Desenvolvimento, José Eduardo Azevedo, ressaltou a importância do programa estadual de incentivo para atrair esses empreendimentos. “É um investimento relevante, sobretudo pelo volume de empregos que irá gerar no Estado e que conseguimos atrair em função do nosso ambiente de negócios e do nosso programa de incentivos”, afirmou.

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O Grupo Autoglass é o maior distribuidor de vidros automotivos do Brasil, estando presente em 23 estados e com centros de distribuição em São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. A empresa é especializada na gestão integrada de serviços junto ao mercado segurador, especialmente na área de cobertura de vidros, lanternas, retrovisores, faróis; e na reposição de peças, como para-choques, lanternas entre outras. Ela possui 66 lojas próprias no país e 1,4 mil lojas credenciadas, gerando 3,3 mil empregos.

Sedes

Economia

Indicador de produtividade da indústria cai 1,3%, no 3º trimestre


A produtividade do trabalho na indústria no terceiro trimestre de 2021 retornou ao patamar do segundo trimestre de 2020, momento mais grave da crise causada pela pandemia de covid-19. É o que mostra o estudo Produtividade na Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado hoje (3).

O indicador que mede a relação entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção caiu 1,3% em relação ao segundo trimestre do ano, na série livre de efeitos sazonais.

A pesquisa revela que o volume produzido no terceiro trimestre de 2021 recuou 1,9% em relação ao segundo trimestre deste ano. E as horas trabalhadas caíram 0,6% na mesma base de comparação.

Segundo a CNI, a produtividade está em queda desde o último trimestre de 2020. Na comparação com o terceiro trimestre de 2020, último trimestre de alta do indicador, a perda acumulada chega a 7,6%.

Para a CNI, as quedas consecutivas refletem o ambiente de elevadas incertezas, prejudicial ao investimento e, no curto prazo, pesam dificuldades como a falta de insumos e a pressão sobre os custos de produção.

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De acordo com o estudo, 2021 será o segundo ano consecutivo de recuo da produtividade, que deve cair mais de 2%. A maior queda registrada pelo indicador desde o início da série histórica, em 2000, foi de 2,2%, em 2008, ano marcado pela crise financeira global.

Segundo a CNI, apesar do cenário desafiador para os próximos meses, a perspectiva é de melhora no longo prazo, devido às oportunidades ligadas à digitalização e a transição para uma economia mais sustentável. “A expectativa é de retomada do crescimento da produtividade, puxada por oportunidades de investimentos nas novas tecnologias digitais, na implementação das redes 5G, considerada base para a digitalização, e em tecnologias verdes, que ganham importância diante da crise climática”, afirmou a gerente de política industrial da CNI, Samantha Cunha, em nota.

*Título alterado às 10h37 para corrigir informação

Edição: Maria Claudia

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