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São Gabriel da Palha passa a oferecer implante contraceptivo Implanon para mulheres na rede municipal de saúde

Publicado em

Foto: PMSGP

A Prefeitura de São Gabriel da Palha, por meio da Secretaria de Saúde, deu um passo importante na modernização do atendimento à saúde feminina com o início da distribuição e implantação do Implanon. Considerado um dos métodos contraceptivos mais avançados do mundo, o dispositivo consiste em um pequeno bastão flexível inserido sob a pele do braço. Ele atua liberando de forma contínua o hormônio etonogestrel, que impede a ovulação e altera o muco cervical, garantindo uma eficácia superior a 99% por até três anos, sem a necessidade de intervenção diária da paciente.

Nesta primeira etapa da ação, coordenada pela Casa da Mulher, 14 mulheres já passaram pelo procedimento de inserção no último dia 11. O município recebeu uma remessa inicial de mais de 200 unidades do dispositivo, que agora integram o leque de opções de planejamento familiar oferecido pela rede pública.

A secretária de Saúde, Marcela Rossoni Rocha, disse que a iniciativa foca na autonomia e no cuidado preventivo das mulheres. “Estamos trazendo para a rede municipal uma tecnologia de ponta que oferece segurança e praticidade para o planejamento familiar de cada mulher. É um avanço fundamental para as mulheres gabrielenses, especialmente para aquelas que buscam um planejamento familiar de longo prazo com o que há de mais moderno na medicina atual”, afirmou a secretária.

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O prefeito Tiago Rocha ressaltou que o investimento em tecnologia na saúde é um compromisso da gestão para elevar o padrão dos serviços oferecidos à população. “Nosso objetivo é garantir que o cidadão de São Gabriel da Palha tenha acesso ao que existe de melhor. A chegada desse implante na Casa da Mulher reforça nosso trabalho em oferecer um atendimento humanizado e eficiente, cuidando da saúde da mulher com a seriedade que o tema exige”, disse o prefeito.

Fonte: PMSGP

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Hospital Roberto Silvares já captou 63 órgãos para transplantes em 2025

Com envolvimento de uma equipe multidisciplinar, o Hospital Estadual Roberto Arnizaut Silvares (HRAS) realizou domingo (3/08) a oitava captação múltipla de órgãos neste ano. Os órgãos captados – coração, fígado, rins (2) e córneas (2) – foram destinados a pacientes que aguardavam transplantes no Espírito Santo. Uma aeronave do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo – NOTAER foi mobilizada para garantir que coração e fígado fossem levados com agilidade para o Hospital Meridional Cariacica. Em 2025, já são 63 órgãos captados no HRAS.

O diretor-geral do Hospital Roberto Silvares, André Fagundes, ressalta que coração e fígado precisam ter o transplante efetivado, do momento da captação até a doação, no prazo máximo de quatro horas. Por isso, a mobilização do Notaer e também de equipes do SAMU, além da Central Estadual de Transplantes e da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante do Hospital Roberto Silvares, que está instalado em São Mateus e pertence à rede hospitalar da Secretaria da Saúde (Sesa).

Referência técnica da CIHDOTT do HRAS, Karla Santana Fernandes, explica que, pelo protocolo ético da comissão, não é possível revelar o nome do doador. Ela detalha que, na semana em que ocorreu a oitava captação múltipla de órgãos, houve quatro protocolos de morte encefálica, mas três tiveram negativas familiares.

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“O hospital realiza todos os exames para identificar um protocolo de morte encefálica. Evidenciando que se fechou o protocolo, se faz a entrevista familiar, após a autorização de uma central de transplantes”, detalha Karla Fernandes.

“Se a família diz ‘sim’, segue-se com todo o processo para saber se, em nível estadual, há receptores compatíveis. Não tendo, se roda o ranking nacional. Neste domingo, todos foram direcionados no nível estadual. Não se rodou o ranking para o nacional. Havia receptores compatíveis aqui”, complementa a referência técnica.

Em 2025, o Hospital Roberto Silvares realizou oito captações de órgãos, totalizando 07 fígados, 16 rins, 36 córneas e 04 corações. Na quinta captação, realizada em 12 de abril, o HRAS já igualava ao número de doações realizadas durante todo o ano de 2024.

Fila de pacientes à espera de transplantes

Nessa terça-feira (05), conforme o Sistema Nacional de Transplante, do Ministério da Saúde, no Estado do Espírito Santo 2.666 pessoas aguardavam por transplante de órgão. A maior carência é por córneas (1.508 pacientes) e rim (1.105). Há também fila de espera por fígado (46) e por coração (07).

O cadastro técnico estadual com pacientes à espera de rim, fígado e coração tem 667 (58%) potenciais receptores do sexo masculino e 491 (42%) do feminino. Entre pacientes do sexo masculino, a demanda maior é na faixa etária de 50 a 64 anos. No feminino, a faixa etária de 35 a 49 anos tem a fila maior, com 195 pacientes à espera de doação de órgão.

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“É preciso divulgar ao máximo para as famílias saberem o que é uma doação de órgãos. Não há morte antecipada. Ninguém abrevia o tempo de tratamento para incentivar uma doação de órgãos. São estabelecidos todos os protocolos. Enquanto o paciente tem 0,1% de chance de vida, o hospital trabalha e faz tudo para ele continuar vivo. Quando acontece a morte encefálica, aí se iniciam todos os protocolos, a fim de garantir que faça a doação desses órgãos. É um ato de amor num momento de dor. O hospital faz uma abordagem humana, para não gerar desinformação e não causar mais dor ainda aos familiares”, garante o diretor do Hospital Roberto Silvares, André Fagundes.

“A fila de pacientes à espera de transplante de órgãos está andando. O nosso trabalho é levar conhecimento para todos. A doação faz o processo andar e beneficia muitas pessoas. Essa consciência prévia evita sofrimento adicional na hora mais crítica”, complementa a referência técnica Karla Santana Fernandes.

Fonte: Sesa

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