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Ricardo André Vieira Diniz será o novo embaixador nas Bahamas

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (20) a indicação de Ricardo André Vieira Diniz para o cargo de embaixador do Brasil nas Bahamas. A indicação presidencial (MSF 18/2026) recebeu parecer do senador Sergio Moro (PL-PR) e foi aprovada com 42 votos favoráveis e 1 contrário.

O indicado é ministro de segunda classe do Ministério das Relações Exteriores. Em 1986, ingressou no Instituto Rio Branco, onde cursou o programa de preparação à carreira de diplomata. Em 2007, concluiu o Curso de Altos Estudos, com trabalho sobre o processo de integração regional no continente africano, com foco na África austral. Entre outras funções, Ricardo André Vieira Diniz foi cônsul-geral adjunto no Consulado-Geral em Miami, primeiro-secretário e conselheiro na Embaixada em Pretória, ministro-conselheiro na Embaixada em Montevidéu, embaixador em Saint Georges, Granada, e em Gaborone, Botsuana, e cônsul-geral-adjunto no Consulado-Geral na Cidade do Cabo.

Brasil e Bahamas estabeleceram relações diplomáticas em 1978. Em 2005, o Brasil abriu embaixada residente em Nassau. Segundo o relatório do Ministério das Relações Exteriores, as Bahamas têm sido parceiras do Brasil no Caribe em temas como sustentabilidade ambiental, segurança regional, reforma das instituições de governança global e apoio a candidaturas brasileiras em organismos internacionais.

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Em 2025, o comércio bilateral totalizou US$ 412 milhões, com déficit brasileiro de US$ 14,3 milhões. As exportações brasileiras somaram US$ 198,8 milhões, com predominância de óleos combustíveis de petróleo, minerais betuminosos, carnes de aves e carne bovina. As importações chegaram a US$ 213,1 milhões e foram quase integralmente compostas pelso combustíveis e minerais.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Senado adia votação da indicação de Benedito Gonçalves para o CNJ

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cancelou nesta quarta-feira (20) a votação da indicação do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para o período de 2026 a 2028.

Dos 67 senadores presentes na Casa, apenas 59 registraram voto. Diante desse número de votantes, o presidente do Senado optou por não concluir a votação, que demanda maioria absoluta (41) para aprovação, e submeter a indicação ao Plenário em outra oportunidade. O adiamento foi defendido durante a sessão pelos senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Weverton (PDT-MA).

— A posse do novo corregedor ocorrerá em 3 de setembro. Portanto, como temos muito prazo, eu determino o cancelamento da votação – anunciou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Durante a discussão da indicação, senadores manifestaram apoio ao nome de Benedito Gonçalves, entre eles Otto Alencar (PSD-BA), enquanto outros, como Marcos do Val (Avante-ES), revelaram que votariam contra a indicação. Senadores da oposição também pediram que Davi levasse a votação até o final com os 59 computados, mas não foram atendidos pelo presidente do Senado.

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Pela manhã, com 21 votos favoráveis e 5 contrários, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) havia aprovado a indicação de Benedito Gonçalves, que seguiu em regime de urgência para apreciação do Plenário. A indicação (OFS 4/2026), de iniciativa do STJ, foi relatada pelo senador Cid Gomes (PSB-CE).

Benedito Gonçalves é formado em direito, com mestrado e especialização. Antes de ingressar na magistratura, foi inspetor de alunos no Rio de Janeiro na década de 1970, papiloscopista na Polícia Federal e delegado de polícia no Distrito Federal.

Em 1988, tornou-se juiz federal, atuando no Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul. Dez anos depois, foi promovido a desembargador do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. Passados outros dez anos, alcançou o posto de ministro do STJ, cargo que ocupa até hoje.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem a função de exercer o controle administrativo, financeiro e disciplinar do Poder Judiciário brasileiro. O órgão atua para garantir a transparência, a eficiência e o cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados, padronizando procedimentos em todo o país.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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