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Programa de Integridade é implementado pela Secretaria de Desenvolvimento

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Com foco na ética, imparcialidade, transparência, responsabilidade, prevenção de atos de corrução no serviço público e melhoria contínua dos processos, a Secretaria de Desenvolvimento (Sedes) implementou o Programa de Integridade, em parceria com a Secretaria de Controle e Transparência (Secont). O Programa foi lançado na manhã de terça-feira (14), na Sedes, em Vitória.

Na ocasião, foram apresentados para a equipe da Sedes os principais pontos do Código de Ética dos Servidores Civis do Poder Executivo, material de referência que subsidia as condutas esperadas da administração pública e no relacionamento com o público interno e com o mercado. Em dezembro de 2019 foi publicada a Portaria N° 074-S, no Diário Oficial do Estado, que instituiu o Programa de Integridade da Sedes.

O secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip, destaca que esse é um momento marcante na administração pública, em que são discutidos os princípios fundamentais, os deveres, as vedações e as condutas esperadas dos servidores públicos. “A Sedes junto ao Estado do Espírito Santo tem o compromisso de combater a corrupção em todas as suas modalidades, além disso, reforça os valores de integridade, da ética e da transparência pública no controle social do serviço público”, diz.

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Ainda segundo o secretário, sob orientação da Secont, a Sedes se orgulha do comprometimento dos servidores com a transparência do serviço público. “Também podemos considerar que as medidas do Programa de Integridade aumentam a transparência em relação às políticas de concessão dos incentivos fiscais”, afirma Kneip.

Para o secretário de Estado de Controle e Transparência (Secont), Edmar Camata, a Sedes dá exemplo ao ser o primeiro órgão do Estado a publicar o cronograma de implementação do seu Programa de Integridade. “A construção dos Programas de Integridade coloca o Governo do Estado mais próximo das ferramentas utilizadas pela iniciativa privada para prevenção e controle da corrupção”, ressalta o secretário.

Já a assessora especial da Sedes, Fabrine Schwanz, salienta que a Unidade Executora do Programa de Integridade (UEPI), instituída pela Sedes para coordenar o Programa, trabalha para a melhoria da qualidade do serviço público e dos processos administrativos. “Após a avaliação dos fluxos dos processos, a equipe vai conseguir identificar quais são os marcos críticos existentes e providenciar ações preventivas de controle”, explica.

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Também estiveram presentes no lançamento do Programa, o subsecretário de Integridade da Secont, Marcelo Altoé; os servidores da Sedes; e os representantes da UEPI, entre eles, o gerente técnico administrativo, Daniel Mendes; a chefe do Grupo de Planejamento e Orçamento, Karine Lyrio; e a assessora, Marluce Maria de Souza.

Programa de Integridade

O Governo do Espírito Santo instituiu o Programa de Integridade da Administração Pública Estadual Direta e Indireta, em maio de 2019. Alinhada com as diretrizes estratégicas do Governo, em dezembro, a Sedes instituiu a Unidade Executora do Programa de Integridade (UEPI), que é responsável por coordenar o Plano de Integridade da Sedes, com vistas à prevenção e à remediação de fraudes e atos de corrupção.

Sedes/Aderes/Ipem

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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