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Microsoft aumenta espaço mínimo necessário em disco para Windows 10

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A Microsoft ampliará o espaço mínimo disponível de armazenamento para a instalação do Windows 10 a partir da próxima atualização do sistema operacional. A partir de então, os usuários precisarão de uma máquina com pelo 32GB livres para o Windows de 64 bits — antes eram necessários 20GB. Já a versão de 32 bits do software continua a demandar apenas 16GB disponíveis para a instação.

Isso, contudo, não deve impactar muitos usuários, já que grande parte dos computadores, mesmo antigos, costumam ter capacidade maior do que a solicitada pela companhia. Por outro lado, os mais afetados nesse sentido podem ser donos de tablets com uma unidade de espaço restrito e que, claro, rodam a partir do sistema da Microsoft.

Especulações

Especula-se que a introdução de um novo sistema de gerenciamento de armazenamento da Microsoft pode ser a razão de a mudança estar acontecendo. Nesse caso, devem ser necessários pelo menos 7GB de espaço a mais para futuras atualizações ou evitar possíveis problemas no PC.

Outro motivo é que talvez o requisito antes necessário estivesse trazendo muitos problemas quando o Windows 10 era instalado em unidades um pouco menores. Dessa maneira, ele pode executar suas funções de forma mais adequada — e com mais folga. A próxima atualização do sistema está prevista para o dia 10 de maio, e demais informações a esse respeito podem ser obtidas no site da Microsoft.

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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