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Lei assegura atendimento prioritário a pais e mães de crianças atípicas

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“É um avanço nas políticas de inclusão e proteção social”, afirma Coronel Weliton, autor da lei / Foto: Natan de Oliveira

Uma nova lei no Espírito Santo reconhece que os cuidadores de crianças atípicas enfrentam uma rotina exaustiva e, por isso, necessitam de um olhar diferenciado por parte do Estado. O dispositivo institui o Programa Estadual de Atendimento Prioritário aos Pais e Mães de Crianças Atípicas, batizado de “Rede de Cuidado”.

De acordo com a Lei 12.827/2026, pais, mães e responsáveis legais – acompanhados da pessoa sob seus cuidados ou realizando procedimentos diretamente relacionados a ela – passam a ter preferência no atendimento em toda a rede pública de saúde estadual. Isso inclui a marcação e realização de consultas, exames, terapias e internações.

O programa abrange responsáveis por crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA); TDAH e Dislexia; Paralisia Cerebral e Síndromes Genéticas; e doenças raras ou outras condições que demandem cuidados especiais e acompanhamento contínuo.

Humanização e suporte

A Lei 12.827/2026 foi publicada no Diário do Poder Legislativo (DPL) no último dia 7. Originada do Projeto de Lei 708/2025, de autoria do deputado Coronel Weliton (DC), a lei foca na humanização e agilidade do suporte a quem dedica a vida ao cuidado contínuo de filhos com deficiência ou transtornos de desenvolvimento.

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A iniciativa tem como objetivos garantir atendimento digno, humanizado e célere aos beneficiários da lei; orientar e capacitar os profissionais de saúde quanto ao cumprimento da prioridade estabelecida; integrar o programa às políticas estaduais de atenção à pessoa com deficiência e de saúde mental; e prevenir situações de constrangimento ou discriminação no exercício do direito à prioridade.

“A intenção é assegurar atendimento célere e digno, especialmente em situações de urgência e emergência, evitando que a espera em serviços de saúde prejudique o acompanhamento terapêutico dos dependentes”, explica Coronel Weliton na justificativa do projeto que deu origem à lei. “Isso representa um avanço nas políticas de inclusão e proteção social”, completa o parlamentar.

Fonte: POLÍTICA ES

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Projeto que prioriza vaga em escola para filho de PcD passa em plenário

Passou pelo crivo simbólico do Plenário, nesta terça-feira (12), o Projeto de Lei (PL) 100/2023, do deputado Denninho Silva (União), que assegura prioridade para matrícula escolar ao aluno com pais ou responsáveis idosos ou pessoas com deficiência.

Fotos da sessão

A matéria já contava com pareceres favoráveis das comissões de Justiça, de Defesa dos Direitos Humanos, de Educação e de Finanças. Por ter recebido uma emenda – incluindo as definições de idoso e das categorias de deficiência abarcadas pela proposta -, o PL 100 foi encaminhado para a Comissão de Justiça elaborar a redação final.

A proposta estabelece que as famílias deverão solicitar a matrícula na unidade de ensino de interesse, apresentando documentação que comprove a identidade da criança ou adolescente e do pai ou responsável, atestando a condição.

Terminativos

A Ordem do Dia também trazia outros seis projetos terminativos. Nesse caso, as propostas já foram aprovadas pelas comissões e são lidas em plenário para manifestação dos deputados caso haja recurso ao projeto.

Quatro dessas matérias aprovadas tratam de reconhecimentos de utilidade pública, as outras de reconhecimento de evento e inclusão de data no calendário oficial do Estado.

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Dentre eles, o PL 36/2026, do deputado Coronel Weliton (DC), coloca o Festival Cultural Gospel Yahweh (primeira semana de abril, em Cariacica) no Calendário Oficial do Estado; e o PL 99/2026, da deputada Iriny Lopes (PT), declara março como Mês Estadual de Debates sobre o Bem-Estar da Mulher no Estado do Espírito Santo.

Aprimoramento

A deputada Janete de Sá (PSB) solicitou e comentou a razão da retirada de pauta do PL 570/2023, que institui a Política Estadual de Prevenção e Combate à Esporotricose. A autora explicou ao público interessado que o tema foi abordado com mais “robustez” no PL 303/2026, recentemente protocolado.

Fonte: POLÍTICA ES

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