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Governo do Estado lança Programa Cultura Conecta nesta quinta-feira (19)
O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), lança nesta quinta-feira (19), a partir das 18 horas, no Palácio Anchieta, em Vitória, o Programa Cultura Conecta. Com a finalidade de promover formação, intercâmbio e acesso à cultura, o programa terá várias ações em todas as regiões do Estado. A solenidade contará com a estreia do espetáculo “Capixabas”, encenado pelas artistas Elisa Lucinda e Viviane Mosé, juntas no palco pela primeira vez.
O objetivo do Programa Cultura Conecta é impactar diretamente mais de 200 realizadores culturais com atuação em qualquer linguagem, tendo como horizonte a transformação social e a ampliação de direitos.
O secretário de Estado da Cultura, Fabricio Noronha, destaca que o programa busca valorizar nossas potências e singularidades. “A cultura conecta as pessoas, os territórios e os saberes. Com ações coletivas vamos, junto aos coletivos participantes, identificar os desafios e processos e potencializar as iniciativas de quem faz cultura a partir de soluções colaborativas e que explorem o potencial inovador de cada um”, pontua.
Entre as ações deste ano, estão previstas a execução de um mapeamento; da primeira edição do Laboratório de Inovação Cidadã; circulação de projetos pelo interior; formação e um programa ao vivo na TVE em parceria com o Canal Futura.
Elisa Lucinda e Viviane Mosé atuarão como embaixadoras do Cultura Conecta. Elas participarão dos programas ao vivo, dos laboratórios, da curadoria e de eventos abertos.
“Queremos traduzir para a população capixaba a potência da nossa cultura. Promover a autoestima do nosso povo em torno de nossos valores, saberes e estéticas, fortalecendo o senso de pertencimento local”, explica Fabricio Noronha.
Espetáculo
“Capixabas” é um espetáculo inspirado pelas diretrizes do programa Cultura Conecta e construído a partir do resgate das vivências de Elisa Lucinda e Viviane Mosé, amigas há mais de 30 anos, tanto em Vitória quanto no Rio de Janeiro. Em cena, elas conversam, comentam, declamam poemas e homenageiam alguns conterrâneos.
Mapeamento
A primeira etapa do programa Cultura Conecta é o mapeamento de agentes culturais, coletivos e realizadores de cultura com projetos de impacto social e de base comunitária. O mapeamento está sendo realizado no mês de setembro.
Laboratórios
A partir de outubro começam os encontros do Laboratório de Inovação Cidadã do Espírito Santo. A primeira edição terá oito encontros com o objetivo de fazer pontes entre realizadores e produtores de conhecimento, para melhorar a gestão dos projetos, a comunicação, a relação de redes e a capilarização das ações da cultura. Para a gerente de Territórios e Diversidade da Secult, Karen Valentim, isso amplia o alcance desses projetos num curto prazo e o impacto social da cultura como ferramenta de diminuição dos índices de violência em médio e longo prazo.
A chamada para as inscrições já está aberta, por formulário on-line. Serão selecionados 30 realizadores, prioritariamente localizados em territórios atendidos pelo Programa Estado Presente em Defesa da Vida.
*Leia o regulamento e inscreva-se aqui*
Ao vivo
No dia 29 de outubro estreia o programa Cultura Conecta ao vivo na TVE. O programa trará bate-papos mediados por Viviane Mosé e realizados no Palácio da Cultura Sônia Cabral que serão transmitidos on-line e na televisão. A ideia é trazer debates sobre a cultura contemporânea, circular conhecimento e difundir a produção cultural capixaba. O programa também visa a aumentar o intercâmbio entre agentes culturais locais e nacionais.
Caravanas
Oficinas de capacitação, apresentações culturais, laboratórios e o Gabinete Itinerante da Cultura serão levados ao interior do Estado em uma estrutura móvel. As Caravanas Cultura Conecta serão realizadas entre dezembro de 2019 e janeiro de 2020 em sua primeira edição. São uma parceria com o Serviço Social da Indústria – Espírito Santo (Sesi-ES).
Leitura
Com a parceria internacional da Fundação SM, da Espanha, o programa “Myra – Juntos pela Leitura” será um dos eixos do Cultura Conecta. A metodologia promove encontros de leitura, em que um voluntário lê com uma criança, estabelecendo diversos diálogos entre o texto, outros livros e vivências.
Parceiros
O programa Cultura Conecta é uma parceria entre a Secretaria de Estado da Cultura, a Rádio e Televisão do Espírito Santo (RTV- ES), a Universidade Federal do Espírito Santo, a Universidade de Vila Velha (UVV), a Fundação SM, a Fundação Roberto Marinho, o Canal Futura, o Fundo Manifesta Capital e o Serviço Social da Indústria – Espírito Santo.
Assessoria/ Secult
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Fim da escala 6×1 acende alerta no agro para alta de custos e impacto nos alimentos
Entidades do agronegócio intensificaram nesta semana a mobilização contra a proposta que altera o modelo de jornada de trabalho no país, incluindo o fim da escala 6×1 e a redução da carga semanal de 44 para 40 horas. O setor avalia que os impactos podem ser superiores à média da economia, com reflexos diretos sobre custos, emprego e preço dos alimentos.
Estimativa preliminar do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) indica que a mudança pode elevar os custos entre 7,8% e 8,6% em atividades como agropecuária, construção e comércio — acima da média nacional de 4,7% sobre a massa de rendimentos.
No campo, o posicionamento mais contundente partiu do Sistema Faep, que reúne a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Paraná (Senar-PR) e sindicatos rurais. A entidade encaminhou ofício a deputados e senadores solicitando a não aprovação da proposta, sob o argumento de que a medida compromete a eficiência produtiva e a competitividade do setor.
Segundo levantamento do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep, a redução da jornada pode gerar impacto de R$ 4,1 bilhões por ano apenas na agropecuária paranaense. A estimativa considera uma base de 645 mil postos de trabalho e uma massa salarial anual de R$ 24,8 bilhões.
O estudo também aponta a necessidade de recomposição de 16,6% da força de trabalho para cobrir o chamado “vácuo operacional”, especialmente em atividades contínuas, como produção de proteínas animais e operações industriais ligadas ao agro.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) também levou o tema à sua Comissão Nacional de Relações do Trabalho e Previdência Social. O debate interno reforçou a necessidade de que eventuais mudanças considerem as especificidades do campo, onde a produção segue ciclos biológicos e climáticos, muitas vezes incompatíveis com jornadas rígidas.
No segmento industrial, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) reconheceu a importância da discussão sobre qualidade de vida no trabalho, mas alertou para os efeitos econômicos de alterações abruptas. Em nota, a entidade destacou que pressões de custo ao longo da cadeia produtiva tendem a impactar diretamente o preço final dos alimentos e o acesso da população, sobretudo de menor renda.
Entre os principais pontos de preocupação do setor está a dificuldade operacional de atividades que não podem ser interrompidas. Cadeias como suinocultura, avicultura e produção de etanol exigem funcionamento contínuo, o que demandaria aumento de quadro de funcionários para manter o mesmo nível produtivo.
Na prática, isso significa elevação de custos e possível perda de competitividade, tanto no mercado interno quanto nas exportações. Há também o risco de repasse desses custos ao consumidor, pressionando os preços dos alimentos.
Outro fator destacado é a sazonalidade da produção agropecuária. Etapas como plantio, colheita e manejo animal dependem de condições climáticas e janelas operacionais específicas, o que limita a aplicação de modelos padronizados de jornada.
A proposta em discussão no Congresso — a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019 — ainda está em fase de análise, mas tem mobilizado diferentes setores da economia. No caso do agronegócio, a avaliação predominante é de que mudanças estruturais nas relações de trabalho precisam ser acompanhadas de estudos técnicos aprofundados e regras de transição que evitem desequilíbrios na produção.
O setor defende que o debate avance, mas com base em dados e na realidade operacional do campo, para que eventuais ajustes na legislação não comprometam a oferta de alimentos nem a sustentabilidade econômica das atividades rurais.
Fonte: Pensar Agro
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