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Gol vende passagens internacionais a R$ 3,90 nesta terça-feira, 18

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Já pensou em ir para Buenos Aires ou Santiago com menos que uma latinha de cerveja? Então prepare-se! Nesta terça-feira, 18, a Gol vai fazer uma promoção com passagens imperdíveis a destinos internacionais a R$ 3,90.

O período da oferta será durante o jogo do Brasil contra a Venezuela pela Copa América. O preço não inclui as taxas de embarque.

A ação é uma parceria com a Ambev, fabricante da marca de cerveja Brahma

Os bilhetes serão de ida e volta, partindo do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Quito (Equador), Santiago (Chile), Assunção (Paraguai), Santa Cruz de la Sierra (Bolívia) e Lima (Peru).

A viagem deve ocorrer entre os dias 3 e 11 de outubro de 2019. Já para Lima, o embarque deve ocorrer entre 20 e 28 de dezembro também deste ano.

Para viajar pelo aeroporto de Guarulhos (SP), a taxa de embarque é de R$ 112,23 (viagens para América do Sul). Já a taxa de embarque do aeroporto de Ezeiza (Argentina) é de R$ 267,80.

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Com tarifas normais, sem promoção, fizemos uma simulação  para Buenos Aires no período de 4 a 7 de novembro (3 noites). O bilhete de ida e volta sai por R$ 1.080,74.

As passagens promocionais serão vendidas das 21h30 às 23h30 desta terça-feira, exclusivamente pelo site da Gol. Segundo as empresas, cerca de 100 bilhetes estarão disponíveis.

Infomoney

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Fracassa acordo no STF e disputa sobre Moratória da Soja volta a julgamento

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou a tentativa de construir um acordo entre produtores rurais, indústria, ambientalistas e Ministério Público sobre a Moratória da Soja. Sem consenso entre as partes, o Núcleo de Solução Consensual de Conflitos (Nusol) devolveu os quatro processos relacionados ao tema aos ministros relatores, abrindo caminho para a retomada do julgamento das ações, ainda sem data definida.

Em despacho assinado nesta sexta-feira (12.06), o juiz auxiliar da Presidência do STF e supervisor do Nusol, Álvaro Ricardo de Souza Cruz, afirmou que as reuniões realizadas entre abril e maio chegaram a criar um ambiente favorável à conciliação, mas houve recuo dos envolvidos, inviabilizando uma solução negociada.

“Durante as tratativas, instaurou-se amplo diálogo entre os envolvidos, tendo-se verificado, em determinado momento, ambiente propício à construção de solução consensual. Contudo, sobreveio recuo das partes, o que impossibilitou a composição”, registra o documento.

Segundo o STF, a tentativa de mediação não buscava discutir a constitucionalidade das leis estaduais questionadas, mas os efeitos práticos decorrentes de uma eventual decisão da Corte. A preocupação é evitar a multiplicação de disputas judiciais em diferentes instâncias após o julgamento das ações.

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As tratativas envolveram representantes da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do Ministério Público Federal e dos governos de Mato Grosso, Rondônia e Tocantins, além de partidos políticos autores das ações.

Com o fim da mediação, o Nusol reenviou as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 7774, relatada pelo ministro Flávio Dino; 7775, sob relatoria de Dias Toffoli; e 7863 e 7959, ambas sob responsabilidade do ministro Luiz Fux.

As ADIs 7774 e 7775 questionam leis aprovadas em Mato Grosso e Rondônia que retiraram benefícios fiscais de empresas participantes de acordos privados, como a Moratória da Soja.

Criada em 2006, a Moratória da Soja estabelece que empresas signatárias não adquiram grãos produzidos em áreas do bioma Amazônia desmatadas após 2008, ainda que a abertura das áreas tenha ocorrido dentro dos limites previstos pela legislação ambiental.

A disputa ganhou novo capítulo após a entrada em vigor, no início de 2026, da lei de Mato Grosso que impôs restrições às tradings participantes do acordo. A medida contribuiu para o esvaziamento da Moratória, com a saída da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e das empresas associadas.

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No fim do ano passado, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão de todas as ações judiciais e administrativas relacionadas à Moratória da Soja, incluindo processos que pedem indenizações. Em uma dessas ações, produtores rurais de Mato Grosso reivindicam ressarcimento superior a R$ 1 bilhão. O setor também acionou o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), acusando as tradings de formação de cartel.

A tentativa de mediação havia sido anunciada em março, durante o julgamento das ações pelo plenário do STF. Com o fracasso das negociações, caberá agora aos ministros dar prosseguimento à análise do caso.

Fonte: Pensar Agro

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