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Foletto e Da Vitória participam de inauguração de novas salas de atendimento do CTA em Colatina

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O Secretário de Estado da Agricultura, Paulo Folleto e o Deputado Federal Da Vitória participaram na última sexta-feira (2), da inauguração de 16 novas salas do CTA (Centro de Tratamento de Autismo) Elaine Ribbon Galazi, em Colatina. O Centro, faz parte da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

A solenidade contou com a presença do presidente de honra da entidade, Eval Galazi, do secretário Paulo Foletto, além de outras autoridades do município, alunos, familiares, profissionais da instituição e demais lideranças. 

A Apae Colatina instalou o CTA em 2005 com sete alunos e hoje, é um padrão de qualidade e atendimento, o centro que atendia a 154 alunos, poderá atender mais 92 alunos com a inauguração das novas salas.

 

camera_enhance (Crédito: Divulgação)

“A Apae faz um trabalho brilhante de acompanhamento há 12 anos. Atualmente, a instituição colatinense atende autistas de Colatina e de cidades vizinhas, mostrando-se referência no atendimento. Como cidadão colatinense, sempre estive ao lado da Apae para ajudar no que fosse preciso. Nesta sexta-feira (2), fui convidado pelo presidente da instituição, Eval Galazi, para participar da inauguração de 16 salas do Centro de Tratamento de Autismo (CTA) Elaine Ribbon Galazi. Essa modernização e ampliação da unidade são frutos de anos de trabalho sério, e bem executado. Parabéns aos gestores e colaboradores da Apae Colatina. A dedicação de vocês faz toda a diferença na vida dos alunos e famílias que diariamente passam pelos corredores da Apae”, declarou Foletto.

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Editora Hoje

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Gergelim: o novo trunfo do produtor mato-grossense para garantir o lucro

Mato Grosso, tradicionalmente reconhecido pela hegemonia na produção de soja e milho, diversificou sua matriz produtiva e consolidou o gergelim como uma cultura estratégica para o desenvolvimento econômico estadual. Com uma participação de 73% na produção nacional, o estado deixou de ser um produtor de nicho para se tornar o principal fornecedor do mercado brasileiro, com reflexos diretos na balança comercial.

Dados comparativos entre as safras 2018/19 e a projeção para 2025/26 revelam a velocidade da expansão: a produção estadual cresceu 465%, enquanto a área cultivada avançou 588%. Esse movimento é resultado da adaptação da oleaginosa à janela da safrinha, período em que o gergelim demonstra maior resiliência a condições climáticas adversas em comparação a outras culturas, garantindo estabilidade produtiva.

A escala alcançada por Mato Grosso permitiu a conquista de mercados externos exigentes. Entre 2020 e 2025, o volume de exportações de gergelim teve alta de 600%. A demanda é sustentada principalmente pela China e pela Índia, países que utilizam o grão tanto para o consumo in natura quanto para a extração de óleo e processamento industrial.

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Para o produtor rural, a adoção do gergelim atua como um mecanismo de proteção de receita. A cultura oferece uma alternativa de fluxo de caixa que reduz a dependência exclusiva das oscilações de preços internacionais da soja e do milho, permitindo a manutenção da rentabilidade mesmo em ciclos de retração das commodities principais.

O próximo estágio do setor, segundo analistas, é a elevação do valor agregado. Embora o estado domine o volume exportado, o desafio atual é a industrialização. A transformação do grão em derivados, como óleo e farelos, dentro de Mato Grosso, é vista como o passo necessário para maximizar a captura de margens na cadeia produtiva e encerrar a dependência da exportação da matéria-prima bruta.

Fonte: Pensar Agro

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