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Como substituir o tradicional bacalhau da Semana Santa

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Semana Santa tem que ter bacalhau, como manda a tradição. Ou não. Apesar dos inúmeros benefícios para a saúde (como vitaminas A e ômega 3), nem todo mundo tem o privilégio de colocar o peixe salgado — literalmente — na mesa. Substituí-lo, então, pode ser a solução para não contrariar os costumes da época.
“No lugar do bacalhau você pode usar um filé de peixe grosso sem espinha. Algumas opções são o linguado, a tilápia e uma merluza. É só temperar o peixe com sal e colocá-lo no forno para secar a água. Isso vai deixá-lo mais parecido com o bacalhau”, indica Cris Goulart, chef de cozinha do bufê Altas Ideias.
Outra forma de comer peixe sem gastar muito é colocá-lo como um dos ingredientes de uma comida que leve outros produtos.
“Algumas preparações tendem a fazer render aquele pouco de peixe que você pode comprar. Em vez de fazer assado, é melhor aproveitar o alimento em uma torta ou num ensopado”, sugere Adriana Leal, nutricionista e coordenadora do curso de gastronomia da Unisuam.

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Atenção também às guarnições

Adriana Leal lembra ainda que evitar a fritura é essencial. A dica é passar longe dos bolinhos de bacalhau.
“Quando você frita o peixe, ele perde todas suas qualidades. É mais adequado consumi-lo assado ou ensopado. Outra vantagem de substituir o bacalhau é pelo fato de ele ser um peixe muito salgado. Apesar dos processos de dessalga, é comum ainda sentir o gosto forte do condimento.
“Ele tem um teor de sal muito elevado. Pessoas que têm hipertensão, por exemplo, precisam tomar mais cuidado”, alerta Adriana.
Um almoço saudável não se faz apenas com o prato principal: é preciso ter atenção aos acompanhamentos. Se o peixe for servido com batatas, é melhor repensar o consumo do arroz.
“Um erro comum dos pacientes é exagerar na batata e consumir o arroz. Isso significa dobrar o consumo carboidrato e a quantidade de calorias da refeição”, afirma Marcela Voris, médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).
Para quem não abre mão do arroz, a batata pode ser substituída por legumes crus. A salada com variados tons de verde entra também como opção para balancear o prato comemorativo.
“As folhas e os legumes aumentam a quantidade de fibras da refeição, o que vai ajudar na digestão”, explica Adriana.

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camera_enhance (Crédito: reprodução)


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Bacia do Rio Santa Maria recebe mais de R$35 milhões para restauração florestal

Investimento contempla mais de mil hectares em três municípios do Espírito Santo, outros R$135 milhões foram destinados a Baixo Guandu

A bacia do rio Santa Maria do Doce receberá mais de R$35 milhões para ações de restauração florestal em cerca de mil hectares nos municípios capixabas de Colatina, São Roque do Canaã e Santa Teresa. O investimento previsto, via editais, é destinado à contratação de serviços técnicos, científicos e operacionais.

O diretor-presidente da Fundação Renova, Andre de Freitas, assinou no dia 2 de junho, em Colatina, o Termo de Compromisso que garante o repasse dos recursos. O evento contou com representantes dos Comitês das Bacias Hidrográficas do Rio Santa Maria do Doce e do Rio Doce e do poder público estadual e municipal.

Total de investimentos

Ao todo, a Fundação Renova vai investir, por meio de editais, cerca de R$540 milhões para promover a restauração florestal de, aproximadamente, 16 mil hectares.

Segundo Andre de Freitas, cerca de R$106 milhões serão destinados à recuperação de 420 nascentes e 2,8 mil hectares que, além da bacia do rio Santa Maria do Doce (ES), incluem as bacias do rio Piranga (MG) e Corrente Grande (MG). “Em maio, firmamos o investimento de R$135 milhões na restauração florestal em 5 mil hectares da bacia do rio Guandu, no Espírito Santo. Agora, anunciamos esse repasse que beneficiará diretamente mais três municípios capixabas”, afirma.

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Esses valores fazem parte do montante de R$1,7 bilhão, que será empregado no cumprimento de parte da meta socioambiental de recuperar 40 mil hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs) e de Recarga Hídrica (ARH), e de 5 mil nascentes ao longo de dez anos.

Editais

A Fundação Renova mantém contratos com 12 parceiros para restauração florestal de 15.500 hectares. Ao oferecer serviços técnicos, científicos e operacionais, as empresas ou consórcios contratados se tornam responsáveis pela execução das ações estabelecidas pelo Programa de Recuperação de APPs e Áreas de Recarga da Bacia Hidrográfica do Rio Doce e Programa de Recuperação de Nascentes.

Produtores rurais

Além dos editais de contratação de fornecedores, a Fundação Renova mantém um edital permanente para produtores e proprietários rurais de 66 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo. O Edital de Adesão de Produtores Rurais aos Programas de Restauração Florestal é voltado para quem deseja colaborar com o processo de restauração florestal em APPs, ARHs e nascentes em suas propriedades. Até maio mais de 1.600 inscrições haviam sido feitas, totalizando uma área de aproximadamente 23 mil hectares autodeclarados.

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Segundo o coordenador de Restauração Florestal, José Almir Jacomelli, a Fundação Renova fornece os insumos necessários para o cercamento das áreas com projetos de restauração florestal, manutenção, assistência técnica operacional e apoio na inscrição da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). “O produtor rural fica responsável por manter a área protegida, podendo executar o cercamento e mantê-lo por um prazo de cinco anos, bem como optar ou não pela execução das práticas de restauração florestal”, destaca.

Fonte: Fundação Renova

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