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É divulgado o edital para eleição suplementar do conselho tutelar em São Gabriel da Palha

Publicado em

O CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE SÃO GABRIEL DA PALHA no uso da atribuição que lhe é conferida pela Lei Complementar 51/2016 alterada pelas Leis Complementares nº 62/2019 e 066/2019, torna público o presente EDITAL DE CONVOCAÇÃO para o Processo de Escolha para membros suplentes do Conselho Tutelar para o quadriênio 2020/2024, aprovado pela RESOLUÇÃO Nº 017/2019.

Divulgou o Edital para realização da Eleição Suplementar para o Conselho Tutelar:

CRONOGRAMA

01

Publicação do Edital e abertura de inscrição

10/01/2020

02

Período de Inscrição

10/01/2020 a 30/01/2020

03

Avaliação das Inscrições

Até 04/02/2020

04

Divulgação preliminar dos Inscritos

05/02/2020

05

Período de pedido de impugnação dos inscritos

05/02 a 07/02/2020

05

Divulgação das impugnações/indeferimentos

Até 12/02/2020

06

Recursos das impugnações/indeferimentos dos inscritos

Até 17/02/2020

07

Decisão das inscrições indeferidas/impugnadas

21/02/2020

08

Divulgação final dos inscritos

21/02/2020

09

Prova de conhecimentos gerais e informática

A ser divulgado em edital específico

10

Prazo de recurso das provas objetivas

A ser divulgado em edital específico

11

Divulgação dos resultados dos aprovados na prova objetiva

A ser divulgado em edital específico

13

Eleição do Conselho Tutelar

19/04/2020

14

Divulgação do resultado preliminar das eleições

20/04/2020

15

Recebimento e avaliação dos recursos

21/04 a 23/04

16

Divulgação dos recursos e resultado final das votações

27/04/2020

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BAIXE O EDITAL COMPLETO: CLICK AQUI

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Risco de geada no Sul agrava escassez e faz preço do feijão bater recordes

O feijão voltou ao centro das preocupações do mercado agrícola brasileiro. Com oferta curta, dificuldade para encontrar produto de qualidade e ameaça de geadas sobre áreas produtoras do Sul do país, os preços dispararam nas últimas semanas e já atingem patamares históricos em algumas regiões.

O movimento é puxado principalmente pelo feijão carioca, variedade mais consumida pelos brasileiros. Em importantes polos produtores de São Paulo e Minas Gerais, lotes considerados “extra” já superam R$ 430 por saca no mercado físico. Em negociações destinadas ao abastecimento da capital paulista, negócios pontuais chegaram perto de R$ 470 por saca — um dos maiores níveis já registrados para a cultura.

A escalada dos preços acontece em um momento delicado para o abastecimento. O mercado enfrenta escassez justamente dos grãos de melhor qualidade, enquanto produtores seguram parte da oferta apostando em novas altas. Empacotadoras e atacadistas relatam dificuldade para montar lotes homogêneos, o que elevou a disputa pelos feijões classificados como nota alta.

Ao mesmo tempo, problemas climáticos aumentam a tensão sobre a segunda safra 2025/26. Paraná e Minas Gerais tiveram atrasos no plantio, excesso de chuvas e ritmo lento de colheita nas últimas semanas. Agora, a chegada do frio intenso ao Sul do Brasil adiciona um novo fator de preocupação.

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As geadas passaram a entrar no radar do setor justamente em uma fase importante para parte das lavouras. Técnicos alertam que o frio pode comprometer enchimento dos grãos, peneira e qualidade final da produção, reduzindo ainda mais a disponibilidade de feijão premium no mercado.

A pressão já começa a contaminar também o mercado do feijão preto. Tradicionalmente mais barato, ele passou a ganhar competitividade diante da disparada do carioca e vem registrando forte valorização nas últimas semanas. Em algumas regiões do Paraná, as cotações saltaram de cerca de R$ 160 para perto de R$ 200 por saca em poucos dias.

O avanço do feijão preto reflete uma migração parcial do consumo. Com o carioca cada vez mais caro, parte do varejo e dos consumidores começou a buscar alternativas para reduzir custos, aumentando a demanda pela variedade preta.

O cenário preocupa porque o feijão é um dos produtos mais sensíveis ao abastecimento interno. Diferentemente da soja ou do milho, grande parte da produção é destinada ao consumo doméstico e trabalha com estoques historicamente apertados. Quando há quebra de qualidade ou retenção de oferta, o impacto nos preços costuma ser rápido.

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Hoje, o Brasil produz entre 2,8 milhões e 3 milhões de toneladas de feijão por ano, somando as três safras cultivadas em diferentes regiões do país. Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Mato Grosso estão entre os principais produtores nacionais.

Com a combinação entre oferta restrita, clima adverso e estoques reduzidos, analistas avaliam que o mercado deve continuar pressionado nas próximas semanas, mantendo os preços em níveis elevados tanto para o produtor quanto para o consumidor final.

Fonte: Pensar Agro

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