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Confira a programação do FLII: Festival de Literatura para crianças
Falta pouco para a 1ª edição do Festival de Literatura Ilustrada das Infâncias (FLII). A programação contempla Feira Literária, Sessões de Lançamento de livros, painéis com autores/as locais e nacionais, além de oficinas e muita conversa sobre literatura para crianças. O evento acontece nos dias 23 e 24 de abril (quinta e sexta-feira), das 10h às 18h, nos espaços do Hub ES+, que fica em frente à Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória.
“Todos os livros que compõem a feira são de produção independente, além de terem a participação de crianças na criação dessas obras”, explica Maria Ramos Gazel, co-idealizadora do festival e gestora do projeto. “E as nossas atividades ainda contribuem com a aproximação e a troca entre o público e os autores e as autoras, já que o intercâmbio também é crucial para a valorização da produção literária no país”, completa Lindomberto Ferreira Alves, co-idealizador do FLII e produtor do projeto.
São dois dias de programação intensa, com cada dia recebendo uma sessão de lançamento, um workshop e um painel com autores/as locais e nacionais que participam da Feira Literária do FLII. O espaço do Hub ES+ conta com acessibilidade, e as atividades do FLII terão tradução para libras, sendo gratuitas e abertas ao público, mas sujeitas à lotação do espaço – com exceção dos workshops, restritos às pessoas inscritas.
Sessões de Lançamento
As manhãs, no período das 10h às 11h30, serão destinadas para as duas sessões de lançamento de dois livros ilustrados criados por crianças de 7 a 12 anos de idade, residentes da Grande Vitória. As publicações são fruto do laboratório de criação artístico-literário (Lab Emocionário), promovido pelo FLII em novembro de 2025. E esses livros serão distribuídos gratuitamente na Feira de Literatura.
Essas atividades serão no auditório do Hub ES+ e funcionam como espaços de valorização da autoria dessas crianças, além de promoção para que familiares, educadores e a comunidade em geral possam saber delas como foi todo o processo. Cada encontro será mediado pelos curadores do festival e organizadores dos livros, Maria Ramos Gazel e Lindomberto Ferreira Alves.
A sessão do dia 23 de abril será de lançamento do volume 1 do “Emocionário: o livro ilustrado das emoções”, de autoria de Anne Kroeff B. M. do Nascimento, Helena Lovatti Mancini, Iara Silvestre Moreira Borges, Pedro Lima e Samuel Alves Mauro. Já a sessão do dia 24 de abril vai lançar o volume 2, com autoria de Aurora Oliveira Ribeiro, Lina Bettarello Pontini, Mirela Stinghel de Oliveira, Nina Dádiva Pereira do Nascimento e Serena Lube Teixeira.
Feira Literária
A feira vai reunir os volumes 1 e 2 do livro “Emocionário: o livro ilustrado das emoções” e mais oito títulos selecionados por meio de Convocatória Nacional. São eles: “Onde o sonho pode morar: receitas de cidades e infâncias em ocupação” (2024), “De que cor é o seu arco-íris?” (2024), “A menina com os pés na galáxia” (2024), “Bebel e os passarinhos” (2025), “Contos para Erês” (2025), “Brincadeiras inventadas” (2015), “Cadê a barata?” (2024) e “E se o mundo descostura?” (2023) – compondo um panorama diverso 10 títulos com narrativas, linguagens visuais e propostas estéticas voltadas às infâncias.
As obras literárias serão expostas no espaço do Lab Café, oferecido pelo Hub ES+, das 10h às 16h30. Os responsáveis pelas obras selecionadas contarão com espaço exclusivo para exposição e comercialização, com autonomia plena nas vendas, sem cobrança de taxas ou percentuais por parte da organização.
Workshops
Com 20 vagas para cada, os workshops do FLII serão realizados em dias únicos, sendo um no dia 23 de abril e outro no dia 24 de abril, e com duração de 2 horas para cada atividade, acontecendo no período das 14h às 16h, no Lab Maker do Hub ES+.
O workshop “Vestindo os Erês” será no dia 23, com Elena Landinez. Nascida em Barranquilla, na Colômbia, e atualmente vivendo em Salvador (BA), Elena é uma artista visual latino-americana cuja obra investiga as relações entre o mundo humano e o mais-que-humano. Sua poética, guiada pelo movimento das águas e dos sonhos, propõe imaginar outros futuros possíveis a partir da escuta, da coletividade e do encantamento.
Já o workshop “O grande ateliê para pequenos artistas – zines para inventar mundos” será no dia 24, com a educadora Bianca Rodrigues. Professora e pesquisadora da área de Linguagens, sendo especialista em linguagens artísticas, Bianca é artista punk, criadora de mil coisas e mãe. Ela é idealizadora do Lab Infância, dedicado à articulação entre arte-educação, vivências estéticas e processos imersivos, com foco no brincar, no gesto e na criação autônoma.
Painéis com autoras/es
Ainda nas tardes, no período das 16h30 às 18h, serão realizados dois painéis de lançamento e debate no auditório do Hub ES+, reunindo autoras/es dos livros que integram a Feira Literária do FLII. Os encontros serão espaços de diálogo sobre os processos criativos e metodologias editoriais colaborativas que reconhecem a criança como sujeito ativo da literatura.
Cada painel contará com as falas dos representantes de quatro obras selecionadas, sendo duas do Espírito Santo e duas de outros estados, e com a introdução feita pelos curadores do FLII, Maria Ramos Gazel e Lindomberto Ferreira Alves.
O painel 1, com o tema “Perceber o mundo: diferenças, afetos e singularidades”, será no dia 23 e contará com a mediação da psicóloga, psicanalista e pesquisadora Isabella Azevedo. Luiza Meireles (Salvador/BA), Graziele Vasques (Itajaí/SC), Thiago Egg (Vitória/ES) e Aline Dias (Vitória/ES) participam da mesa, apresentando, respectivamente, as obras: “De que cor é o seu arco-íris?” (2024), “A menina com os pés na galáxia” (2024), “Cadê a barata?” (2024) e “E se o mundo descostura?” (2023).
Para o painel 2, “Inventar juntos: territórios, brincadeiras e coletividades”, que será no dia 24, a mediação é da artista, educadora e pesquisadora Aline Amaral. As falas de Ana Cabral Rodrigues (Niterói/RJ), Marcelo Souza (Niterói/RJ), Elis Beatriz Falcão (Vitória/ES) e Rodrigo Estevan Ramos (Serra/ES) vão apresentar, respectivamente, as obras: “Onde o sonho pode morar: receitas de cidades e infâncias em ocupação” (2024), “Bebel e os passarinhos” (2025), “Brincadeiras inventadas” (2015) e “Contos para Erês” (2025).
O FLII conta com a produção do Ateliê Clínico e da Editora Rizoma Escrita, além da parceria do Hub ES+, sendo realizado por meio Secretaria da Cultura (Secult), com recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura) via Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Ministério da Cultura (MinC), do Governo Federal.
Serviço:
FLII | Festival de Literatura Ilustrada das Infâncias
Dias: 23 e 24 de abril
Horário: Das 10h às 18h
Atividades: Feira Literária, Sessões de Lançamento, Painéis e Workshops
Local: Hub ES+, em frente à Praça Costa Pereira, Centro de Vitória
Público: Crianças (e familiares), educadores, artistas e público geral
Siga o @flii_festival (https://www.instagram.com/flii_festival/) no instagram para mais informações.
Informações à Imprensa
Assessoria de Comunicação da Secult
Tati Beling / Danilo Ferraz / Karen Mantovanelli
(27) 3636-7110 / 3636-7111
Whatsapp: (27) 99753-7583
[email protected] / [email protected]
Fonte: GOVERNO ES
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Projeto musical com canções de Roberto Carlos fortalece ensino e autoestima feminina em unidade prisional de Cachoeiro de Itapemirim
O Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim (CPFCI) realiza, nesta quarta-feira (15) e quinta-feira (16), o projeto “Semana do Rei Roberto Carlos”, iniciativa que reúne cerca de 70 internas em atividades educativas e culturais que utilizam a música como ferramenta de ensino e fortalecimento da autoestima.
A ação é fruto da integração entre as Secretarias da Justiça (Sejus) e da Educação (Sedu), responsável pela oferta de educação formal no sistema prisional do Espírito Santo. O projeto é desenvolvido nas aulas de Língua Portuguesa e Informática, conectando conteúdos pedagógicos às canções do artista cachoeirense, que completa 85 anos este mês.
Durante as atividades, as alunas trabalham letras de músicas, produzem paródias e refletem sobre temas sociais relevantes. A proposta central é valorizar a mulher e fortalecer sua autoestima, além de promover debates sobre violência de gênero, uma realidade que afeta mulheres em diferentes contextos, tanto fora quanto dentro do ambiente digital.
Durante as aulas, internas produzem paródias que destacam a figura feminina e a importância do respeito e da autoestima. Mara Cristina Hernandes Garbellotto é pedagoga da escola Jequitibá Rosa, que funciona dentro da unidade prisional. De acordo com ela, a música é um importante recurso no processo de ensino-aprendizagem.
“A prática da música em sala de aula é uma ferramenta importantíssima para a comunicação das reeducandas. Ela auxilia no conhecimento, dá autonomia e incentiva a criatividade das estudantes envolvidas. Além disso, os professores podem trabalhar de maneira multidisciplinar diversos conteúdos, fato que agrega mais conhecimento”, disse.
A professora de Língua Portuguesa, Pâmela da Cunha Almeida, ressalta que a música torna as aulas mais atrativas. “O projeto vem ao encontro das principais necessidades das alunas, tendo em vista que a música traz mais leveza para o ambiente, mais harmonia e também reflexão. A música estimula o cognitivo, o que torna as aulas mais atrativas para as alunas”.
Apresentações musicais
Como parte do projeto, a unidade prisional recebe artistas locais, como Clara Marins e Ronnie Silveira, aproximando ainda mais as internas da produção musical de Cachoeiro de Itapemirim, terra natal do cantor Roberto Carlos. A atividade também conta com a exibição de vídeo clipes e análises das canções apresentadas, bem como a leitura de paródias produzidas em sala de aula.
Uma delas, retrata a paródia da música “Esse cara sou eu”, que ganhou um novo contexto nas mãos das internas da unidade, com o título “Essa mulher sou eu”. Na versão criada pelas estudantes, a letra ganha uma nova perspectiva, valorizando a autoestima, o amor-próprio e a força feminina.
A diretora do Centro Prisional Feminino de Cachoeiro de Itapemirim, Mikeli Patta Catein, destacou a ação cultural e de educação como uma forte aliada da ressocialização. “O Projeto de música na sala de aula é muito positivo para a aprendizagem das alunas e para a segurança da unidade prisional. É um trabalho conjunto, que transforma comportamentos e ajuda a refletir sobre o futuro. A ressocialização deve ser sempre a prioridade em sala de aula. É descobrindo novos caminhos por meio do conhecimento que essas mulheres podem traçar uma trajetória diferente quando estiverem em liberdade”, destacou.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Sejus
Sandra Dalton / Paula Lima
(27) 3636-5732 / 99933-8195 / 99241-7856
[email protected]
Fonte: GOVERNO ES
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