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Casagrande participa da confecção da Maior Moqueca do Mundo em Conceição da Barra
O governador do Estado, Renato Casagrande, participou da confecção da maior Moqueca do mundo, que foi homologada e entrou no Livro dos Recordes, em evento na manhã deste sábado (29) em Conceição da Barra. Antes, Casagrande esteve em Mucurici, onde deu ordem de serviço para construção de um campo de futebol dentro do Programa Campo de Bom de Bola, além de inaugurar obras de calçamento rural e entregar maquinários agrícolas ao município.
Foi a segunda edição da “Maior Moqueca do Mundo”, que este ano contou com a presença de um fiscal do Guiness Book, o Livro dos Recordes, para homologar a conquista. Foram feitas 180 quilos de moqueca em uma panela de 1,40m – feita pelas Paneleiras de Goiabeiras, que pela primeira vez confeccionaram uma panela de barro fora de Vitória. Foram utilizados 150 quilos de barro e a confecção da panela para o evento durou mais de uma semana.
O governador celebrou a importância do evento e da Moqueca Capixaba para o Espírito Santo. “Uma festa que está atraindo atenção de todos os capixabas e agora do mundo com tanto peixe. Se uma moqueca já é gostosa, imagina 180 quilos de moqueca. Viemos prestigiar não apenas essa festa, mas também a cultura e a história do nosso Espírito Santo. A moqueca é um símbolo capixaba”, comentou.
Durante a confecção da panela, no início do mês, Casagrande esteve em Conceição da Barra e participou do momento. Naquela ocasião, ele confeccionou uma pequena panela de barro, que foi doada às Paneleiras de Goiabeiras.
Obras no noroeste capixaba
Em Mucurici, o governador deu ordem de serviço para a construção do campo de futebol do Campo Bom de Bola, no Balneário Aquático do município. Durante a solenidade, Casagrande realizou a entrega de mais de quatro quilômetros de calçamento rural nos distritos de Itabaiana e Água Boa, totalizando um investimento de mais de R$ 200 mil. Também foram entregues uma motoniveladora e um veículo (do modelo Fiat Mobi), oriundo de emendas parlamentares.
O campo de grama sintética, que medirá 31,90 x 49,40m, contará com alambrado e banco de reservas para duas equipes. Além disso, o espaço receberá iluminação, alambrado e drenagem. A obra está orçada em, aproximadamente, R$ 456 mil e tem previsão de conclusão no fim deste ano. “Praças esportivas como essa ajudam no desenvolvimento do esporte e tem um cunho social importante, afinal elas ajudam a deixar crianças e adolescentes longe das drogas e violência”, explicou o a o secretário de Estado de Esportes e Lazer, Júnior Abreu.
Foi a 34ª cidade visitada pelo governador na atual administração, iniciada em janeiro deste ano. “Tenho dito que vamos trabalhar os quatro anos e já demonstramos isso nesses primeiros seis meses. O que começamos a fazer no nosso primeiro mandato na região queremos dar continuidade e avançar. Estamos construindo uma base de obras estruturantes. Temos um bom volume de recursos para dar dinamismo a essa região. Retomamos várias obras importantes, que já estão a todo vapor. São estradas, pontes ligando as cidades e dando mais oportunidades”, pontuou.
O secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Paulo Foletto, falou sobre a importância do programa de calçamento rural: “Hoje inauguramos o calçamento dessas duas comunidades, uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da Seag, e a Prefeitura de Mucurici. A Secretaria doa os blocos e a prefeitura fica responsável por executar as obras. O calçamento vem para trazer desenvolvimento, bem estar, dignidade e qualidade de vida às comunidades, evitando a lama, a poeira, trazendo mais segurança e trafegabilidade para veículos e pessoas”, observou.
Em relação às entregas dos bens, Foletto ressaltou o papel da Secretaria nesse processo. “Estamos trabalhando no sentido de auxiliar na viabilização dessas entregas para os municípios para que, dessa forma, eles possam se desenvolver cada vez mais”, emendou. A vice-governadora Jaqueline Moraes participou da agenda em Mucurici e, em seguida, foi participar da inauguração de uma praça em Vinhático, distrito de Montanha.
Sesport/Seag
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Risco de geada no Sul agrava escassez e faz preço do feijão bater recordes
O feijão voltou ao centro das preocupações do mercado agrícola brasileiro. Com oferta curta, dificuldade para encontrar produto de qualidade e ameaça de geadas sobre áreas produtoras do Sul do país, os preços dispararam nas últimas semanas e já atingem patamares históricos em algumas regiões.
O movimento é puxado principalmente pelo feijão carioca, variedade mais consumida pelos brasileiros. Em importantes polos produtores de São Paulo e Minas Gerais, lotes considerados “extra” já superam R$ 430 por saca no mercado físico. Em negociações destinadas ao abastecimento da capital paulista, negócios pontuais chegaram perto de R$ 470 por saca — um dos maiores níveis já registrados para a cultura.
A escalada dos preços acontece em um momento delicado para o abastecimento. O mercado enfrenta escassez justamente dos grãos de melhor qualidade, enquanto produtores seguram parte da oferta apostando em novas altas. Empacotadoras e atacadistas relatam dificuldade para montar lotes homogêneos, o que elevou a disputa pelos feijões classificados como nota alta.
Ao mesmo tempo, problemas climáticos aumentam a tensão sobre a segunda safra 2025/26. Paraná e Minas Gerais tiveram atrasos no plantio, excesso de chuvas e ritmo lento de colheita nas últimas semanas. Agora, a chegada do frio intenso ao Sul do Brasil adiciona um novo fator de preocupação.
As geadas passaram a entrar no radar do setor justamente em uma fase importante para parte das lavouras. Técnicos alertam que o frio pode comprometer enchimento dos grãos, peneira e qualidade final da produção, reduzindo ainda mais a disponibilidade de feijão premium no mercado.
A pressão já começa a contaminar também o mercado do feijão preto. Tradicionalmente mais barato, ele passou a ganhar competitividade diante da disparada do carioca e vem registrando forte valorização nas últimas semanas. Em algumas regiões do Paraná, as cotações saltaram de cerca de R$ 160 para perto de R$ 200 por saca em poucos dias.
O avanço do feijão preto reflete uma migração parcial do consumo. Com o carioca cada vez mais caro, parte do varejo e dos consumidores começou a buscar alternativas para reduzir custos, aumentando a demanda pela variedade preta.
O cenário preocupa porque o feijão é um dos produtos mais sensíveis ao abastecimento interno. Diferentemente da soja ou do milho, grande parte da produção é destinada ao consumo doméstico e trabalha com estoques historicamente apertados. Quando há quebra de qualidade ou retenção de oferta, o impacto nos preços costuma ser rápido.
Hoje, o Brasil produz entre 2,8 milhões e 3 milhões de toneladas de feijão por ano, somando as três safras cultivadas em diferentes regiões do país. Paraná, Minas Gerais, Goiás, Bahia e Mato Grosso estão entre os principais produtores nacionais.
Com a combinação entre oferta restrita, clima adverso e estoques reduzidos, analistas avaliam que o mercado deve continuar pressionado nas próximas semanas, mantendo os preços em níveis elevados tanto para o produtor quanto para o consumidor final.
Fonte: Pensar Agro
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