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Caparaó: iniciativa fortalece preservação da Cachoeira da Fumaça

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Coronel Weliton destaca os potenciais turísticas da cachoeira, localizada entre Ibitirama e Alegre / Foto: Nicole Contão

Reconhecer a Cachoeira da Fumaça, localizada na divisa dos municípios de Ibitirama e Alegre, como de relevante interesse patrimonial e natural no Espírito Santo. Essa é a finalidade do Projeto de Lei (PL) 114/2026, protocolado na Assembleia Legislativa (Ales) pelo deputado Coronel Weliton (DC).

A intenção é que, a partir da iniciativa, possa haver “medidas de proteção específicas do local, conforme critérios e regulamentações estabelecidos pelos órgãos competentes da política de patrimônio do Estado”.

O parlamentar destaca que a Cachoeira da Fumaça é conhecida por sua impressionante queda d’água e pela paisagem de grande beleza cênica. “A cachoeira tornou-se um dos principais pontos de visitação da região, atraindo moradores, turistas e amantes do ecoturismo”, afirma na justificativa da proposta.

“Além de sua relevância turística, a Cachoeira da Fumaça possui significativa importância ambiental, contribuindo para a preservação de recursos hídricos, da vegetação nativa e da biodiversidade característica das áreas de montanha do Caparaó capixaba. O espaço representa um ambiente natural de grande valor ecológico, favorecendo o contato da população com a natureza e incentivando práticas de turismo sustentável e de educação ambiental”, completa.

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Para o deputado, a presença constante de visitantes contribui para o fortalecimento da economia local, estimulando atividades ligadas ao turismo, ao comércio e aos serviços na região. “A Cachoeira da Fumaça integra o conjunto de atrativos naturais que valorizam o patrimônio ambiental capixaba e reforçam a identidade das comunidades do entorno”, conclui.

Se o PL 114/2026 for aprovado e virar lei, a nova norma entrará em vigor na data de sua publicação em diário oficial.

Tramitação

Em análise na Comissão de Justiça, a matéria também terá parecer dos colegiados de Meio Ambiente, Turismo e Finanças antes de ser votada pelo Plenário da Assembleia.

Acompanhe a tramitação do PL 114/2026

Fonte: POLÍTICA ES

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Projeto mira em cabos e fios em áreas de potencial turístico e cultural

Uma paisagem recorrente nas vias públicas dos centros urbanos é a exposição de fios e cabos elétricos e outros tipos de condutores de energia que são abandonados pelas concessionárias de serviços depois de finalizadas as obras. Nem as empresas nem os poderes públicos recolhem os cabos excedentes ou fazem o trabalho de limpeza das calçadas e ruas.

Esse cenário provoca riscos à segurança das pessoas, poluição visual e desvaloriza as áreas de potencial turístico e cultural. Para resolver esse problema urbano, o deputado Denninho Silva (União) apresentou o Projeto de Lei (PL) 32/2026, que disciplina e define as responsabilidades para a estruturação da passagem dos condutores por vias subterrâneas.

A proposta, que está em análise na Comissão de Justiça, institui a Política Estadual de Ordenamento e Subterraneização Gradual de Redes Aéreas e Infraestruturas de Cabos. Esse programa inclui a cooperação entre estados e municípios.

Segundo o texto, o governo estadual poderá prestar apoio técnico no que se refere à oferta de modelos referenciais de diagnóstico, plano de ação, termos de referência e projetos padrão; à capacitação de equipes; e à orientação quanto à captação de recursos e modelagem de parceria, entre outras as atividades.

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Prioridades

O PL 32/2026 define a ordem de prioridade para obras que visem ao enterramento da fiação. Primeiro, as vias de maior relevância turística, depois, as que apresentam grande circulação de pessoas e veículos, as que abrigam equipamentos públicos estratégicos e as que registram recorrência de acidentes com os fios e cabos.

“O programa prioriza, na implementação, municípios de maior porte e, nesses, pontos turísticos e áreas com patrimônio cultural protegido, onde o ganho social, econômico e paisagístico é mais imediato e mensurável. A expansão gradual para o restante do território estadual ocorrerá conforme a capacidade financeira e orçamentária dos entes envolvidos, assegurando transição responsável e realista, compatível com o princípio do planejamento e com a responsabilidade fiscal”, explica Denninho Silva.

Responsabilidades

O projeto deixa claro também que a “responsabilidade pela adequação, migração, remanejamento, substituição, retirada de cabos inativos e regularização de cabos, redes, equipamentos e demais ativos (…) é das respectivas empresas detentoras das redes, nos termos da legislação e regulação aplicáveis”. A medida vale para concessionárias, permissionárias, autorizadas ou prestadoras de serviços de energia elétrica, telecomunicações, comunicação multimídia, TV por assinatura, entre outros.

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Tramitação

Na Comissão de Justiça, a matéria aguarda votação do parecer apresentado pelo deputado João Coser (PT). Em seguida será analisada pelos colegiados de Infraestrutura e Finanças antes de ser votada pelo Plenário.

Acompanhe a tramitação do PL 32/2026 na Assembleia.

Fonte: POLÍTICA ES

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