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13 de janeiro: o Dia Internacional do Leonismo

“Não se pode ir muito longe sem fazer algo pelo outro” – Melvin Jones

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Foto: Divulgação

E se as pessoas usassem seus talentos trabalhando pela melhoria da comunidade em que vivem? De acordo com historiadores, foi através desta pergunta, feita em 1917 por Melvin Jones, um empresário de Chicago, que se originou o Lions Clube, tornando-se um movimento internacional a partir de 1920, quando passou a existir também no Canadá.

Quase 104 anos depois, o Lions Clubs International é a maior organização de clubes de serviço do mundo, com mais de 1,35 milhão de sócios em mais de 46 000 clubes e inúmeras histórias de Leões agindo pelo mesmo ideal: vamos melhorar nossas comunidades!

Neste dia 13 de janeiro, comemora-se o Dia Internacional do Leonismo, sendo o Lions Clubs International, uma das maiores organizações internacional de clubes de serviço do mundo, voltada para serviços humanitários. Seus membros, denominados como “Companheiro Leão” ou “Companheira Leão” são associados aos Lions Clubes espalhados pelo mundo.

São aproximadamente 1,4 milhão de homens e mulheres realizando exames de vista e de saúde, construindo parques, apoiando hospitais oftalmológicos, concedendo bolsas de estudo, auxiliando jovens, distribuindo cestas básicas, dando apoio a entidades filantrópicas, fornecendo ajuda em momentos de catástrofes e muito mais.

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Missão Diária

O Lions Clubs International amplia sua missão de serviço a cada dia — nas comunidades locais e em todos os cantos do mundo. As necessidades são imensas e os seus serviços variados, abrangendo desde a visão, saúde, juventude, idosos até o meio ambiente e auxílio humanitário para vítimas de catástrofes. Nossa rede internacional cresceu e já abrange mais de 207 países e regiões geográficas.

 

Lion Clube em São Gabriel

O Lions Clube de São Gabriel da Palha completa seus 46 anos de existência, no dia 7 de maio. Ao longo destas quatro décadas o Lions Clube, tem honrado sua missão de dar a muitos cidadãos a chance de servir sua comunidade e atender às necessidades humanas de toda ordem, tendo assim, participado de muitos momentos importantes da história da cidade.

Transcorria o ano de 1974, quando o saudoso CL. Anastácio Cassaro em conversas mantidas com o bancário Luiz Carlos Fernandes, do Banco do Brasil de Colatina e membro do Lions Clube de Baixo Guandu, se ofereceu para ajudar na implantação do Lions local, junto com Anastácio Cassaro e o bancário, Paulo Correa também do BB, agência de São Gabriel da Palha.

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Juntos resolveram promover a primeira reunião, onde o assunto seria a criação do Clube de Serviços. Dentre os convidados da reunião estava Eduardo Glazar, então prefeito da cidade.

Nas primeiras reuniões que se iniciaram em outubro de 1974, quase tudo ficou acertado e já no princípio de 1975, o Clube aguardava as instruções leonísticas para a sua fundação, o que veio a ocorrer em 07 de maio daquele mesmo ano.

Fonte: Editora Hoje

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Diabetes: Enfermeira Responsável Técnica do Hospital São Gabriel, alerta para importância do diagnóstico precoce

Diabetes é uma doença crônica, na qual o corpo deixa de produzir insulina, hormônio responsável pelo controle de glicose no sangue, ou não consegue empregar adequadamente a quantidade que produz. Os dados são crescentes e abrangem não só os adultos, mas também crianças, especialmente, com idade entre 7 e 14 anos.

A Enfermeira Responsável Técnica do Hospital São Gabriel, Alessandra Pimentel Claus, alerta para alguns cuidados que são essenciais para quem é diabético e ressalta que a prevenção ainda é o melhor remédio.

“O diabetes mellitus é uma doença metabólica que ocorre quando o organismo se torna incapaz de produzir insulina ou até produz, mas em quantidade insuficiente para suprir a demanda interna. Quando o organismo não consegue controlar a quantidade de glicose (açúcar) no sangue. Isto pode acontecer se o corpo não produzir quantidades suficientes da hormona denominada insulina. Há dois tipos de diabetes: na diabetes tipo 1 o organismo não produz insulina suficiente. Na diabetes tipo 2, o organismo não produz insulina suficiente ou não consegue utilizar a insulina de forma apropriada. Este último tipo de diabetes está normalmente ligado ao excesso de peso”, explica Alessandra.


Entendendo melhor a diferença entre diabetes tipo 1 e tipo 2 

Tipo 1 

  • Muitas vezes é diagnosticada na infância;
  • É uma doença autoimune;
  • Não está associada ao excesso de peso;
  • É tratada com injeções de insulina;

 

 Tipo 2 

  • O mais comum é aparecer em adultos acima dos 30 anos de idade;
  • O corpo passa a ter resistência à insulina, ou seja, perde a capacidade para responder aos efeitos do hormônio;
  • Mesmo com fatores genéticos, está bastante associado ao excesso de peso;
  • Dependendo do caso, podem ser utilizados medicamentos;

Tratamento 

“Se tiver diabetes tipo 1, terá de controlar os seus níveis de glicose. Tem de tomar regularmente insulina para o resto da vida, para manter os níveis de glicose normais. Pode tomar insulina por injeções, com dispositivos tipo caneta. Deve ainda assegurar-se de que tem uma alimentação saudável e de que pratica exercício regularmente – assim poderá reduzir o nível de glicose no sangue. Normalmente, pode controlar a diabetes tipo 2 com alterações à sua alimentação e perdendo peso, se tiver excesso de peso. Algumas pessoas com a diabetes tipo 2 precisam tomar medicamentos ou injeções de insulina, além de mudarem a sua alimentação”, conta a profissional.

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Prevenção 

“Poderá estar em risco de desenvolver a diabetes tipo 1 se tiver antecedentes familiares, ou se tiver excesso de peso e não exercitar bastante. Assim, para ajudar a evitar a diabetes, deve ter uma alimentação equilibrada e praticar exercício regular. Uma dieta saudável tem baixo teor de gorduras saturadas, sal e alimentos e bebidas com muito açúcar”, afirma Alessandra.

Dicas da profissional 

“Tente fazer refeições regulares durante o dia para manter o seu nível de açúcar no sangue constante, e coma pelo menos cinco porções de fruta e vegetais todos os dias. Se fuma, deve parar, e deve reduzir o consumo de álcool. Se tiver diabetes, continua a poder comer alimentos como o chocolate e doces, desde que o resto da sua alimentação seja saudável. O ideal seria fazer um mínimo de 30 minutos de exercício pelo menos três vezes por semana. No entanto, o exercício regular não tem de ser um sacrifício, pode manter-se ativo optando por andar a pé em vez de autocarro e usar as escadas em vez do elevador. Se a diabetes não for tratada, pode causar problemas de saúde a longo prazo, pois os níveis elevados de glicose no sangue danificam os vasos sanguíneos”, falou Alessandra.


Diabetes e suas complicações

 

Pé diabético 

O pé diabético é uma das complicações mais frequentes da diabetes e é caracterizado pelo aparecimento de feridas na pele e falta de sensibilidade no pé, o que acontece devido a lesões nos vasos sanguíneos e nervos, podendo, em casos muito graves, ser necessária a amputação do membro afetado, já que há comprometimento da circulação.

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Problemas nos olhos 

As alterações na visão podem também ser provocadas pela quantidade excessiva de açúcar circulante no sangue, havendo maior risco de:

Cataratas em que se forma uma opacidade no cristalino do olho, deixando a visão embaçada;

Glaucoma que é a lesão do nervo óptico, podendo levar à perda do campo visual;

Edema macular em que ocorre deposição e acúmulo de fluidos e proteínas na mácula do olho, que é a região central da retina, tornando-a mais espessa e inchada;

Retinopatia diabética em que ocorre lesão nos vasos sanguíneos da retina dos olhos, podendo causar cegueira permanente.

Problemas no coração 

A diabetes não controlada também pode favorecer o desenvolvimento de diversos processos inflamatórios no organismo, aumentando o risco de comprometimento do coração. Por isso, há maior possibilidade da pessoa ter infarto, aumento da pressão arterial ou ter um AVC.

Além disso, há maior risco também de haver doença vascular periférica, em que as artérias das pernas e dos pés sofrem obstrução ou oclusão, que leva ao estreitamento e endurecimento das artérias.

Infecções 

As pessoas com diabetes têm maior chance de desenvolverem infecções pelo fato de haver sempre grande quantidade de açúcar circulante no sangue, o que favorece a proliferação de microrganismos e desenvolvimento de infecção. Além disso, grandes quantidades de açúcar circulantes podem interferir diretamente na imunidade.

Assim, no caso de diabetes não controlada há maior risco de infecções e do desenvolvimento de doenças periodontais, em que há infecção e inflamação da gengiva que pode levar à perda dentária.

 

“É importante ter consciência de que o diabetes é uma doença grave, que precisa ser tratada cedo e levada a sério, independentemente de sintomas, de modo a evitar suas possíveis complicações”, falou a Enfermeira. Foto: Divulgação

 

Fonte: Editora Hoje

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