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Sesp apresenta manual do Eixo de Proteção Policial do programa Estado Presente ao governador

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A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) apresentou, na manhã desta segunda-feira (12), o manual básico do Eixo de Proteção Policial do Programa Estado Presente, durante reunião no Palácio da Fonte Grande, em Vitória. O documento, confeccionado pela primeira vez, foi entregue ao governador Renato Casagrande e consolida a metodologia para as forças de segurança do Espírito Santo.

O plano foi redigido durante um workshop, realizado por representantes da Sesp, Secretaria de Estado de Planejamento (Sep), Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), no auditório da mineradora Vale. De acordo com o secretário da Segurança Pública, Roberto Sá, os esforços foram grandes para confecção dessa primeira versão do planejamento.

“Passamos hoje um manual simbólico do Eixo de Proteção Policial ao governador, que serve de orientação para todos os participantes. Deixamos aí esse registro. É importante institucionalizar para ficar como referência. Quero parabenizar o coronel Souza Reis e toda a equipe que trabalhou de forma incansável”, afirmou Sá.

O manual do Eixo de Proteção Policial vai nortear as ações e projetos da área até o final da gestão atual e foi desenvolvido pela Gerência de Projetos Especiais (GPE) e Gerência do Observatório da Segurança Pública (Geosp) da Sesp.

O secretário de Estado de Planejamento, Álvaro Duboc, elogiou a primeira versão apresentada e destacou que o manual vai se adaptando de acordo com o tempo, dentro das diretrizes da segurança pública, e novas versões deve surgir.

“Divulgamos a primeira versão do Manual do Eixo de Proteção Policial do Programa Estado Presente em Defesa da Vida. Outras versões serão produzidas, porque a Política de Segurança Pública é cíclica. À medida que formos avançando na realização do trabalho, esse manual será aprimorado para orientação das ações de controle da criminalidade e prevenção da violência”, destacou.

Workshop de consolidação do Plano Estadual de Segurança

Na segunda-feira (5) a Sesp realizou um workshop com todos os órgãos englobados no manual, para a consolidação do Plano Estadual da Segurança Pública. O secretário Roberto Sá destacou a importância de um planejamento estratégico das instituições ligadas à Sesp.

“Vamos complementar uma etapa e legitimar nosso planejamento. Essa etapa de planejamento estratégico é muito interessante. A secretaria tem que viabilizar o bom trabalho das instituições e o conjunto dessas ações tem que ser uma entrega do Governo. Nossa subsecretaria de Gestão Estratégica realizou o trabalho e agora vai ser compartilhado com todos, para que se vejam dentro do projeto, mas acima de tudo cada instituição leve muito a sério. Temos que ter um objetivo. Quando queremos fazer um projeto para mudar a realidade, temos que ter um diagnóstico e saber onde estamos e onde queremos chegar”, afirmou o secretário.

O subsecretário de Gestão Estratégica da Sesp, coronel Antônio Marcos de Souza Reis, contou que o trabalho da equipe foi intenso e a consolidação é um resultado positivo desse trabalho árduo.

“Nosso trabalho foi muito intenso. Foram muitas reuniões para darmos esses passos. A partir do Workshop vamos fazer a publicação, a estruturação dos projetos do sistema informatizado e, a partir daí, uma reunião de acompanhamento de tempo em tempo. Nosso objetivo é projetar o ano de 2020, em novembro, e revisar o que foi feito este ano”, disse.

Souza Reis ainda destacou que o modelo apresentado e consolidado é inédito, visto que pela primeira vez foi feito de forma integrada entre as instituições, buscando participação de todos os atores.

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“Quando chegamos à Sesp, o modelo utilizado era diferente. O que estamos fazendo é pioneiro. Tanto no formato que vai ser apresentado, quanto no que vai ser executado. Dentro desse plano elencamos projetos que serão acompanhados pelo Governo do Estado. Desde quando começamos o trabalho, foram 14 versões de planejamento para que chegássemos nesse ponto um pouco mais estruturado. Estamos agindo no sentido de estabelecer uma organização e seguir estruturados daqui por diante”, explicou o coronel.

As autoridades presentes no seminário ainda participaram de uma palestra com o coordenador de Estudos Territoriais do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Pablo Lira, sobre os aspectos do desenvolvimento econômico, político-social e de segurança pública do Espírito Santo. O especialista elogiou a iniciativa de planejamento da Sesp.

“Um momento como esse é inédito para a nossa Secretaria da Segurança Pública. É muito positivo, principalmente no momento em que vivemos. Estamos com ambiência positiva para trabalhar e entregar bons resultados. O Espírito Santo tem servido de modelo para o cenário nacional e esse processo de planejamento estratégico só vem para somar. Estamos conseguindo manter a redução dos homicídios. Em 2009 tínhamos 57 homicídios a cada 100 mil habitantes e a última taxa, do ano passado, é de 28 a cada 100 mil. Cada vez mais teremos dificuldade para manter essa redução e temos que ter o planejamento para focar os esforços em manter essa redução. Teremos que ter um esforço redobrado para manter isso”, ressaltou Souza Reis.A Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) apresentou, na manhã desta segunda-feira (12), o manual básico do Eixo de Proteção Policial do Programa Estado Presente, durante reunião no Palácio da Fonte Grande, em Vitória. O documento, confeccionado pela primeira vez, foi entregue ao governador Renato Casagrande e consolida a metodologia para as forças de segurança do Espírito Santo.

O plano foi redigido durante um workshop, realizado por representantes da Sesp, Secretaria de Estado de Planejamento (Sep), Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), no auditório da mineradora Vale. De acordo com o secretário da Segurança Pública, Roberto Sá, os esforços foram grandes para confecção dessa primeira versão do planejamento.

“Passamos hoje um manual simbólico do Eixo de Proteção Policial ao governador, que serve de orientação para todos os participantes. Deixamos aí esse registro. É importante institucionalizar para ficar como referência. Quero parabenizar o coronel Souza Reis e toda a equipe que trabalhou de forma incansável”, afirmou Sá.

O manual do Eixo de Proteção Policial vai nortear as ações e projetos da área até o final da gestão atual e foi desenvolvido pela Gerência de Projetos Especiais (GPE) e Gerência do Observatório da Segurança Pública (Geosp) da Sesp.

O secretário de Estado de Planejamento, Álvaro Duboc, elogiou a primeira versão apresentada e destacou que o manual vai se adaptando de acordo com o tempo, dentro das diretrizes da segurança pública, e novas versões deve surgir.

“Divulgamos a primeira versão do Manual do Eixo de Proteção Policial do Programa Estado Presente em Defesa da Vida. Outras versões serão produzidas, porque a Política de Segurança Pública é cíclica. À medida que formos avançando na realização do trabalho, esse manual será aprimorado para orientação das ações de controle da criminalidade e prevenção da violência”, destacou.

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Workshop de consolidação do Plano Estadual de Segurança

Na segunda-feira (5) a Sesp realizou um workshop com todos os órgãos englobados no manual, para a consolidação do Plano Estadual da Segurança Pública. O secretário Roberto Sá destacou a importância de um planejamento estratégico das instituições ligadas à Sesp.

“Vamos complementar uma etapa e legitimar nosso planejamento. Essa etapa de planejamento estratégico é muito interessante. A secretaria tem que viabilizar o bom trabalho das instituições e o conjunto dessas ações tem que ser uma entrega do Governo. Nossa subsecretaria de Gestão Estratégica realizou o trabalho e agora vai ser compartilhado com todos, para que se vejam dentro do projeto, mas acima de tudo cada instituição leve muito a sério. Temos que ter um objetivo. Quando queremos fazer um projeto para mudar a realidade, temos que ter um diagnóstico e saber onde estamos e onde queremos chegar”, afirmou o secretário.

O subsecretário de Gestão Estratégica da Sesp, coronel Antônio Marcos de Souza Reis, contou que o trabalho da equipe foi intenso e a consolidação é um resultado positivo desse trabalho árduo.

“Nosso trabalho foi muito intenso. Foram muitas reuniões para darmos esses passos. A partir do Workshop vamos fazer a publicação, a estruturação dos projetos do sistema informatizado e, a partir daí, uma reunião de acompanhamento de tempo em tempo. Nosso objetivo é projetar o ano de 2020, em novembro, e revisar o que foi feito este ano”, disse.

Souza Reis ainda destacou que o modelo apresentado e consolidado é inédito, visto que pela primeira vez foi feito de forma integrada entre as instituições, buscando participação de todos os atores.

“Quando chegamos à Sesp, o modelo utilizado era diferente. O que estamos fazendo é pioneiro. Tanto no formato que vai ser apresentado, quanto no que vai ser executado. Dentro desse plano elencamos projetos que serão acompanhados pelo Governo do Estado. Desde quando começamos o trabalho, foram 14 versões de planejamento para que chegássemos nesse ponto um pouco mais estruturado. Estamos agindo no sentido de estabelecer uma organização e seguir estruturados daqui por diante”, explicou o coronel.

As autoridades presentes no seminário ainda participaram de uma palestra com o coordenador de Estudos Territoriais do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Pablo Lira, sobre os aspectos do desenvolvimento econômico, político-social e de segurança pública do Espírito Santo. O especialista elogiou a iniciativa de planejamento da Sesp.

“Um momento como esse é inédito para a nossa Secretaria da Segurança Pública. É muito positivo, principalmente no momento em que vivemos. Estamos com ambiência positiva para trabalhar e entregar bons resultados. O Espírito Santo tem servido de modelo para o cenário nacional e esse processo de planejamento estratégico só vem para somar. Estamos conseguindo manter a redução dos homicídios. Em 2009 tínhamos 57 homicídios a cada 100 mil habitantes e a última taxa, do ano passado, é de 28 a cada 100 mil. Cada vez mais teremos dificuldade para manter essa redução e temos que ter o planejamento para focar os esforços em manter essa redução. Teremos que ter um esforço redobrado para manter isso”, ressaltou Souza Reis.

Assessoria / SESP

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Greening, safra menor e queda no consumo pressionam o setor brasileiro

A citricultura brasileira chega à safra 2026/27 pressionada por três problemas simultâneos: quase metade das laranjeiras do principal cinturão produtivo está contaminada pelo greening, a produção deve cair cerca de 10% e o consumo mundial de suco perdeu força depois de anos de preços elevados. Embora continue líder global, o Brasil precisa controlar a doença e ampliar mercados para evitar uma pressão maior sobre produtores e indústrias.

A primeira reestimativa do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus) aponta uma produção de 263,15 milhões de caixas de 40,8 quilos em São Paulo e no Triângulo e Sudoeste de Minas Gerais. O volume equivale a aproximadamente 10,7 milhões de toneladas de laranja.

A projeção ficou 3,1% acima da estimativa inicial, divulgada em maio, mas ainda representa uma queda de cerca de 10% diante das 292,94 milhões de caixas colhidas na temporada 2025/26. A recuperação sobre a primeira previsão ocorreu principalmente porque os frutos ganharam peso com as chuvas.

Entre maio e agosto, o cinturão citrícola recebeu 210 milímetros de chuva, volume 51% superior à média histórica do período. O peso médio estimado passou de 160 para 166 gramas por fruto, reduzindo de 255 para 246 o número de laranjas necessário para completar uma caixa.

O efeito positivo da chuva, porém, não elimina os riscos. A colheita está mais lenta e os frutos permanecem por mais tempo nas árvores, expostos a pragas, doenças e queda prematura. Até meados de agosto, apenas 27% da produção prevista havia sido retirada dos pomares.

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A taxa média de queda dos frutos foi elevada de 23,7% para 24,1%. Nas variedades tardias, que ainda têm grande parte da produção no campo, a perda projetada chega a 27,3% para Valência e Folha Murcha e a 30,9% para a variedade Natal.

O greening permanece como o maior problema da atividade. O levantamento mais recente sobre a doença mostrou que 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola estavam contaminadas em 2025. A severidade média também aumentou, passando de 18,7% para 22,7% da copa das plantas.

Transmitido pelo psilídeo, um pequeno inseto, o greening não tem cura. A doença reduz a produtividade, provoca queda precoce e produz frutos menores, deformados e amargos. O controle exige monitoramento frequente, combate ao inseto transmissor e eliminação das plantas doentes, especialmente em regiões onde a incidência ainda é baixa.

Na safra 2025/26, o greening foi responsável pela perda estimada de 49,59 milhões de caixas. A doença respondeu sozinha por 13 pontos percentuais da taxa total de queda de 23,2% registrada naquele ciclo.

A pressão não está restrita aos pomares. Depois de quatro anos de resultados elevados, o mercado internacional entrou em uma fase de ajuste. As exportações brasileiras de suco de laranja somaram 746,9 mil toneladas na safra 2025/26, praticamente o mesmo volume da temporada anterior, mas a receita caiu aproximadamente 30%.

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Os preços elevados das safras anteriores levaram parte dos consumidores a substituir o suco de laranja por bebidas mais baratas. Problemas de qualidade provocados pelo clima e pelo greening também afetaram o mercado. Na Europa, principal destino histórico do produto brasileiro, o volume adquirido caiu 10,9%. No Japão, a retração chegou a 28,6%.

O aumento das chuvas nesta temporada favoreceu o tamanho das laranjas, mas poderá reduzir a concentração de sólidos solúveis, medida pelo índice brix. Para a indústria, isso significa que pode ser necessário processar mais caixas para obter a mesma quantidade de suco concentrado, reduzindo parte do ganho trazido pelo maior peso dos frutos.

A busca por novos compradores tornou-se, portanto, uma necessidade para equilibrar a cadeia. O produto brasileiro não enfrenta grandes restrições sanitárias, mas encontra tarifas elevadas em mercados com potencial de consumo, como Japão, Coreia do Sul e Índia. A redução dessas barreiras poderia ampliar os destinos e diminuir a dependência de poucos compradores.

Maior produtora mundial de laranja e líder na exportação de suco, a citricultura brasileira mantém escala, tecnologia e capacidade industrial. O desafio agora é impedir que o avanço do greening, a queda da produtividade e o enfraquecimento do consumo reduzam a rentabilidade de uma cadeia que depende de investimentos contínuos para renovar pomares e manter a produção.

Fonte: Pensar Agro

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