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Rumor aponta que smartphone dobrável da Samsung deve custar mais de US$ 2 mil

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O smartphone dobrável da Samsung, chamado extraoficialmente de Galaxy F ou Galaxy Flex, deve ser anunciado no primeiro semestre de 2019 e a mais recente especulação a seu respeito trata de um possível preço: segundo reportagem do Gizmodo UK, o dispositivo deve chegar às lojas custando entre £ 1.500 e £ 2.000, ou seja, um valor que varia entre cerca de US$ 2.000 e US$ 2.500.

Em reais, a conversão direta partiria de cerca de R$ 7.600 e chegaria até algo em torno de R$ 9.500. Portanto, é plausível imaginar que, confirmando-se essa informação, o preço oficial do Galaxy F no Brasil deve ser ainda maior — é só lembrar que o Galaxy S9 foi lançado nos EUA por US$ 720 e chegou aqui por R$ 4.300.

A Samsung ainda mantém bastante mistério em torno do aparelho e a única novidade confirmada oficialmente foi a existência de um protótipo de aparelho com a tela dobrável divulgado no início de novembro.

Se os rumores estiverem certos, o aparelho começa a ser vendido já em março de 2019, portanto, restam poucos meses até que ele seja finalmente revelado ao mundo.

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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