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Projeto para ampliar a imunização contra a meningite pelo SUS

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Foto: Assessoria

O deputado federal Da Vitória (Progressistas-ES) apresentou na Câmara dos Deputados, nesta semana, o Projeto de Lei 2089/2025, que prevê a inclusão no Plano Nacional de Imunização (PNI) das vacinas Meningocócica ACWY e Meningocócica B para crianças a partir dos 3 meses de vida, ampliando a proteção contra a meningite disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

O projeto de lei explica que atualmente, na rede pública, somente a vacina Meningocócica C está disponível para os bebês a partir de três meses de idade. Contra os sorogrupos A, C, W e Y são disponibilizadas entre 11 e 14 anos, e antes desta idade, somente é aplicada na rede particular. Já o sorogrupo B só é oferecida na rede privada.

No Brasil, somente em 2025, foram notificados quase 2 mil casos, e os sorogrupos B e C são os mais predominantes.

Na justificativa, Da Vitória argumenta que hoje, para ter uma imunização ampla a partir dos três meses com as vacinas dos sorogrupos B e ACWY, o custo ultrapassa R$ 1 mil na rede privada, o que prejudica o acesso da maior parcela das famílias brasileiras.

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“A inclusão das vacinas Meningocócica ACWY e Meningocócica B no Plano Nacional de Imunização (PNI) do SUS, a partir dos três meses de idade, é fundamental para ampliar a proteção contra a meningite, uma doença grave e contagiosa que pode causar sequelas irreversíveis e até mesmo a morte”, justifica Da Vitória.

Agora, o Projeto segue para tramitação nas comissões da Câmara dos Deputados.

Fonte: Assessoria

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Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

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O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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