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Programa Estado Presente é destaque no 8º Congresso Gestão das Cidades

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Considerado um case de sucesso no país, o Programa Estado Presente em Defesa da Vida, do Governo do Espírito Santo, foi tema de palestra realizada, na manhã desta quinta-feira (28), pelo secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, durante o 8º Congresso Gestão das Cidades, promovido pela Associação de Municípios do Estado do Espírito Santo (Amunes).

O Estado Presente em Defesa da Vida é classificado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como um dos mais completos e eficazes projetos na prevenção e enfrentamento à criminalidade. O programa havia sido implantado em 2011, na primeira gestão do governador Renato Casagrande, mas sofreu descontinuidade no governo passado.

Retomado em janeiro deste ano, com suas ações o programa já assegurou a preservação de milhares de vidas desde sua implantação. De janeiro a outubro deste ano, em relação ao mesmo período de 2018, houve redução de 16,4% no número de homicídios, além de um significativo avanço no monitoramento eletrônico de presos no Espírito Santo. Do total de presos do sistema capixaba, 650 já usam tornozeleiras eletrônicas, número que equivale à capacidade de uma unidade prisional, cuja construção tem custo de aproximadamente R$ 42 milhões.

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Duboc explicou que sob coordenação direta do governador Casagrande, forças de Segurança atuam de forma integrada dentro do eixo de proteção policial no Programa Estado Presente em Defesa da Vida. O outro eixo, de proteção social, com foco na prevenção, tem uma carteira de 37 projetos com os quais a administração estadual busca favorecer investimentos, especialmente nas áreas de Educação, Saúde, Cultura, Esporte, Infraestrutura, além de qualificação profissional.

Segundo o secretário Duboc, o objetivo é “gerar oportunidades, especialmente para aquele grupo social que está numa posição de maior vulnerabilidade, sobretudo jovens negros, dos bairros com baixos índices de desenvolvimento humano e social”.   

O congresso realizado pela Amunes no Centro de Convenções de Vila Velha visa ao aprimoramento da gestão municipal. Tendo como tema central “Os Desafios dos Municípios Capixabas”, o evento reúne, além de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais e servidores públicos, representantes do Governo do Estado do Espírito Santo, de outros poderes e também de outros órgãos e instituições.

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SEP

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Exportações do agro atingem R$ 29,6 bilhões o primeiro quadrimestre

As exportações do agronegócio de Minas Gerais alcançaram R$ 29,6 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, consolidando o estado como o terceiro maior exportador do setor no País, com uma fatia de 10,6% de toda a receita cambial da agropecuária nacional.

Entre janeiro e abril, as fazendas e agroindústrias mineiras embarcaram 4,8 milhões de toneladas de produtos. De acordo com o balanço oficial da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o resultado reafirma a robustez do campo mineiro e a ampla inserção global do estado, que conseguiu acessar mais de 160 países com uma cesta diversificada de 500 produtos diferentes.

O grande destaque positivo do período ficou com o segmento de carnes, que despontou como o principal vetor de crescimento ao faturar R$ 2,94 bilhões com o envio de 160 mil toneladas ao exterior. O avanço de 8,2% na receita das proteínas foi impulsionado pela valorização da carne bovina no mercado internacional. A expansão das carnes e o desempenho favorável de setores como sementes, algodão, papel, frutas e bebidas comprovam que o estado avança na diversificação de sua pauta, criando defesas contra as oscilações de preços das commodities tradicionais.

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A escala exportadora confere ao estado a liderança isolada em mercados de nicho e produtos de alto valor agregado. O agronegócio mineiro responde atualmente por 71% de todas as exportações brasileiras de café, além de deter 30,5% das vendas externas de produtos apícolas, 20,4% de lácteos, 12,8% de rações para animais e 11,9% de produtos hortícolas, leguminosas e tubérculos. Essa capilaridade garante receita estável ao produtor e mantém o interior do estado dinâmico economicamente.

No mapeamento dos destinos internacionais, a União Europeia manteve a posição de principal parceiro comercial das frentes agrícolas mineiras, absorvendo R$ 8,67 bilhões, o equivalente a 29,6% da pauta total do quadrimestre. Embora o café represente a quase totalidade das compras do bloco, os produtos florestais registraram um salto de 42,8% e os embarques de carnes mais do que dobraram para o mercado europeu.

Já os países do Mercosul movimentaram R$ 418,2 milhões, registrando uma expansão de 10,1% no volume físico importado. A Argentina liderou as compras intrabloco com 63,2% de participação, absorvendo uma cesta diversificada de produtos de consumo como chocolates, lácteos e alimentos processados.

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O balanço do quadrimestre absorveu as acomodações de preços e volumes nas cadeias de maior peso, que registraram faturamentos expressivos apesar das bases comparativas elevadas do ano anterior. O café gerou uma receita de R$ 16,32 bilhões com o embarque de 7,4 milhões de sacas, enquanto o complexo soja garantiu a vice-liderança da pauta com R$ 5,81 bilhões injetados na economia mineira a partir do comércio de 2,71 milhões de toneladas. O complexo sucroalcooleiro complementou a receita externa do estado com R$ 1,37 bilhão faturados no período, consolidando o agronegócio como o principal motor produtivo do estado no comércio global.

Fonte: Pensar Agro

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