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Pré-Matrícula na Rede Estadual termina na sexta-feira (13)

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Termina na sexta-feira (13) o período da Pré-Matrícula para quem não é aluno da Rede Estadual e deseja ingressar em uma das 448 escolas estaduais para o ano letivo de 2020. Para solicitar a vaga, basta acessar o site da Secretaria da Educação (Sedu) – www.sedu.es.gov.br CLIQUE AQUI , clicar no banner principal e fazer o cadastro.

É necessário acessar o site com o número de CPF do aluno – se for maior de idade, ou do responsável, se o estudante for menor de idade – para que seja gerado login de acesso ao sistema. Além disso, é preciso ter em mãos documentos pessoais do aluno, nome e CPF do pai e da mãe e do estudante, e o endereço da residência do aluno.

Os resultados da rematrícula, da transferência interna e da pré-matrícula serão divulgados até o dia 15 de janeiro de 2020. Já a efetivação das matrículas dos alunos provenientes das etapas de transferência interna e pré-matrícula será feita até o dia 31 de janeiro. Esta é a única etapa presencial do processo, a ser feita na própria escola onde o aluno estudará.

São mais de 250 mil vagas para os Ensinos Fundamental e Médio Regular e 44 mil para Educação de Jovens e Adultos (EJA), que agora passa a contar com a oferta do Ensino Profissionalizante. O período da rematrícula e/ou solicitação de transferência interna, ou seja, para os alunos que já são da Rede Estadual, foi realizado do último dia 29 de outubro a 26 de novembro. Esta primeira etapa também foi totalmente on-line, pelo site da Sedu.

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Fique atento!

Quem tiver dificuldades em acessar a Internet para realizar a pré-matrícula, deve procurar a escola da Rede Pública Estadual mais próxima, onde a equipe da unidade de ensino dará a devida assistência para que o aluno e/ou responsável utilize um computador disponibilizado no local.

A Sedu também ressalta que o aluno, que já é da Rede Estadual, e que não realizou a rematrícula dentro do prazo (de 29.10 a 26.11), deve efetuar a Pré-Matrícula para garantir sua permanência na Rede. CLIQUE AQUI.

Cursos Técnicos para Ensino Médio Regular

Uma das novidades para o ano letivo de 2020 na Rede Estadual é a oferta de Cursos Técnicos Integrados ao Ensino Médio em Tempo Integral. No total, 5.800 vagas estão sendo ofertadas pela Sedu em 36 escolas. A organização curricular de cada um dos Cursos Técnicos terá um desdobramento para as turmas que iniciarem na 1ª série e as que iniciarem na 2ª Série do Ensino Médio.

Serão ofertados cursos como o Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Informática para Internet, Técnico em Administração, Técnico em Marketing, Técnico em Comércio, Técnico em Manutenção e Suporte em Informática e Técnico em Logística, por exemplo. Todos os cursos serão disponibilizados já para o 1º semestre de 2020, das 13h às 20 horas, com direito a Alimentação e Passe Escolar.

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Confira aqui mais informações: http://bit.ly/350gwWI

EJA Profissional

A oferta da Sedu é de 1.833 vagas em 21 escolas da Rede Pública localizadas em diferentes municípios do Estado, no primeiro semestre de 2020. Serão ofertados cursos técnicos como Logística, Administração, Cuidados de Idosos, Técnico em Cooperativismo e Técnico em Condomínio, por exemplo, com a oferta de vagas em Cariacica, Vitória, Viana, Guarapari, Vila Velha, Serra Cachoeiro de Itapemirim, Linhares, Aracruz e Santa Teresa.

A equipe da Educação de Jovens e Adultos ressalta que o Curso Cuidador de Idosos não é curso técnico, mas, sim, um FIC. O curso será ofertado de forma integrada de segunda a sexta-feira.

Confira aqui mais informações: http://bit.ly/2QT7Qxm

Veja o cronograma da Chamada Pública Escolar

* Pré-matrículas para aqueles que desejam ingressar na Rede Estadual serão entre os dias 27/11 a 13/12;

* Divulgação do resultado da rematrícula, transferência interna e pré-matrícula ocorrerá até o dia 15/01/2020;

* Efetivação das matrículas dos alunos provenientes das etapas de transferência interna e pré-matrícula será feita até o dia 31/01/2020.

Mais informações: (27) 3636 7830 / 3636-7831.

Sedu

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Pecuária brasileira ainda depende de vacinas importadas para evitar morte súbita

O mercado de sanidade animal no Brasil vive um desafio silencioso, mas de impacto direto no bolso do pecuarista. Dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostram que, em julho, foram disponibilizadas 5,44 milhões de doses de vacinas contra clostridioses — grupo de doenças responsáveis pela “morte súbita” no gado. O que chama a atenção, porém, é a alta dependência de insumos vindos de fora: das doses ofertadas, 4,03 milhões (74,09%) são importadas, enquanto apenas 1,41 milhão (25,91%) possui fabricação nacional.

Para o produtor rural, o termo técnico “clostridiose” passa longe do vocabulário da lida, mas os sintomas são velhos conhecidos. No campo, essas doenças são temidas pela rapidez com que derrubam o rebanho, como a “manqueira” (ou mal do carvão), que causa inchaço muscular e morte em poucas horas, e o botulismo, associado à ingestão de toxinas em pastos ou rações contaminadas. Por serem fatais e não darem tempo para tratamento, a vacina é o único “seguro” eficiente para evitar o prejuízo total de um animal.

O “ladrão silencioso” no pasto

Embora o governo não consolide um censo de mortalidade animal por causa específica, estudos de sanidade animal apontam que as doenças clostridiais figuram entre as maiores causas de morte evitável no rebanho brasileiro. Em surtos não controlados, a mortalidade pode atingir de 5% a 10% de um lote em poucos dias.

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O prejuízo é um “ladrão silencioso”. O pecuarista raramente contabiliza a perda em estatísticas oficiais — o animal morre, é enterrado e o cálculo fica apenas na planilha da fazenda. Mas o rombo é severo: com um bovino de corte de qualidade valendo facilmente entre R$ 2,5 mil e R$ 4 mil, a morte de poucos animais em um surto elimina a margem de lucro de todo o lote. Soma-se a isso a perda do potencial genético, o investimento em nutrição e o custo operacional.

A alta dependência de importações, que hoje supre quase três quartos da necessidade do mercado, coloca o setor em posição de alerta. Qualquer entrave logístico ou burocrático na entrada desses insumos pode deixar o curral desprotegido no momento crítico da vacinação.

Ciente dessa vulnerabilidade, o Ministério da Agricultura tem intensificado a atuação junto aos laboratórios de insumos veterinários. A estratégia da pasta é dupla: estimular a ampliação das linhas de produção dentro do Brasil para reduzir a dependência externa e, simultaneamente, agilizar os procedimentos de fiscalização e liberação das vacinas importadas para evitar desabastecimento nas revendas.

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A meta de aumentar a produção nacional não é apenas uma questão de industrialização, mas de blindagem econômica. Com a pecuária brasileira sob constante pressão para elevar índices de produtividade e atender exigências globais de sanidade, a disponibilidade constante dessas vacinas é o que separa um ciclo produtivo rentável de um prejuízo incalculável pela perda súbita de matrizes e bezerros. Enquanto o setor tenta equilibrar essa balança, o mercado segue monitorando a oferta mensal, ciente de que, no campo, a prevenção é o único investimento que não admite atrasos.

Fonte: Pensar Agro

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