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Praça do Legislativo em Nova Venécia passa a contar com câmera de vigilância 24 horas
A Praça da Câmara ganhou um reforço na segurança com a instalação de uma câmera de vigilância 24 horas no início desta semana. O objetivo é aumentar a segurança das pessoas e proteger o patrimônio público do Legislativo Municipal.
Com alcance de até 500 metros e captação de imagens em 360 graus, o equipamento registra imagens em todas as direções e sentidos ao mesmo tempo, conseguindo capturar imagens de maneira semelhante ao ponto de vista do olho humano. A câmera instalada na Praça do Legislativo permite imagens da delegacia e do comércio de parte da Avenida Vitória. O ponto é estratégico, pois o Legislativo está próximo a uma das saídas para a rodovia ES-381, que liga São Mateus a Nova Venécia.
“Quando começamos o projeto de revitalização da Praça da Câmara, uma das nossas primeiras preocupações foi a questão da segurança de quem freqüenta ou simplesmente passa pela praça. Por isso, no ano passado, instalamos um novo poste com iluminação em LED, e agora, colocamos uma câmera de videomonitoramento para dar mais sensação de segurança à população veneciana”, afirmou o presidente da Câmara, Antonio Emílio.
Com isso, a Câmara sai na frente também no aspecto da segurança. O Legislativo foi o primeiro órgão público a implantar a Calçada Cidadã, e agora se destaca por oferecer maior segurança aos usuários da Praça da Câmara.
O presidente do Conselho Municipal de Segurança de Nova Venécia, (Consenove), capitão Felisberto, afirma que a instalação do equipamento é uma ideia excelente: “A instalação da câmera na Praça do Legislativo é uma proposta muito boa para a segurança da nossa cidade, com certeza ajudará em muito a segurança do município. Parabéns à Câmara Municipal que está colaborando com a segurança pública de nossa cidade”.
O Consenove discute ações voltadas para a segurança do município, envolvendo população e órgãos municipais e estaduais com medidas públicas e sociais para melhorar a segurança em Nova Venécia.
Assessoria de Comunicação/ Câmara Municipal de Nova Venécia
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Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra
Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.
O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.
O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.
A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.
No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.
Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.
No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.
O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.
Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.
A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.
Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.
Fonte: Pensar Agro
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