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Perfeição na ponta do lápis: conheça a desenhista Dhyêniffer Rodrigues, de Governador Lindenberg

Jovem de 22 anos impressiona com sua técnica de desenho

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"A arte não tem limites, e eu vejo que é possível ir além", garante a jovem. Foto: Arquivo Pessoal

Seja nas cavernas pre-históricas ou nos primeiros rabiscos de uma criança, o desenho é mesmo uma das primeiras formas de comunicação do ser humano. Nesta quinta-feira (15), é comemorado o dia mundial do desenhista. A data foi criada em 2011 pela associação internacional de arte, ligada a Unesco. Uma homenagem a data de nascimento de Leonardo da Vinci, um gênio que usou o desenho não só como forma de expressão e arte, mas também para explicar as suas fantásticas invenções.

Em Governador Lindenberg, uma jovem tem ganhado destaque por seus traços firmes e precisos do realismo: Dhyêniffer Aparecida Rodrigues. Com apenas 22 anos, ela esbanja criatividade e encanta com sua arte.

Desde os tempos de escola, Dhyêniffer já se destacava pelos traços diferenciados.”Eu costumava desenhar nas aulas de arte, na escola. Sempre gostei de desenhar, era um hobby e aprendi sozinha mesmo, reproduzindo aquilo que eu via”, lembra a desenhista.

Fotos: Arquivo Pessoal


Inspiração

“Eu sempre busco pela superação, por melhorar os traços e tento ir sempre além. Antes, eu me inspirava em mim mesma até ver o trabalho incrível do Charles Laveso, daí eu comecei a ter inspiração na história e no trabalho dele”, conta Dhyêniffer.

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Charles Laveso, é considerado um dos melhores Desenhistas Realistas do Brasil. O paulista nasceu sem o antebraço direito mas a deficiência não o impediu de criar desenhos realistas, que parecem fotografias, apenas com lápis e borracha. Atualmente, ele ministra curso de desenhos realistas em sua cidade, mas também disponibiliza todo o seu conhecimento artístico através de aulas em vídeos.

Dentre tantos trabalhos, mais marcantes, Dhyêniffer destaca o desenho que fez de si mesma, junto com sua mãe.

“Ela nunca gostou de tirar fotos, mas eu consegui arrancar uma nossa e retratei ela da melhor forma possível, através da minha arte”, afirma a desenhista.

Foto: Arquivo Pessoal


Há pouco tempo, Dhyêniffer criou um Instagram (art_dhyeniffer) para exibir suas obras de arte.

“No começo, eu sempre postava meus desenhos no Facebook não pra divulgar, era apenas porque eu gostava de postar e mostrar para as pessoas. Depois comecei a postar no Instagram também, até criei um perfil artístico e com isso eu comecei a ter reconhecimento e hoje recebo encomendas de pessoas que gostam do meu trabalho e que me procuram para retratar algum momento especial. A arte não tem limites, e eu vejo que é possível ir além”, garante a jovem.

“O desenhista, além da sensibilidade, precisa entender os sentidos de perspectiva, ângulo, profundidade, luz e sombra na hora de produzir os seus trabalhos”, destaca Dhyêniffer. Foto: Arquivo Pessoal

Fonte: Editora Hoje

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Neste dia das mães, conheça a história da gabrielense que ficou 1 mês longe da filha recém nascida devido a COVID-19

Este domingo (09), é uma data especial para a maioria das famílias brasileiras, pois é celebrado o Dia das Mães. Data em que homenageamos aquelas que são capazes de qualquer sacrifício por amor aos filhos.

Nesse Dia das Mães, o Portal ES1.com.br traz a história da gabrielense Raquel Morosini. Casada, mãe da Aylla, empresária, determinada e dona de uma opinião ímpar, Raquel de 28 anos passou recentemente por uma das experiências mais difíceis de sua vida. No final de 2020, ela testou positivo para a covid-19 e depois de dar a luz a ‘pequena  Aylla’, precisou ir para a UTI, onde ficou entubada por 15 dias. Foi quando a luta pela sua vida começou.

“Bom, ser mãe da Aylla foi uma realização enorme, eu sempre sonhei e sempre pedi a Deus uma menina porque eu queria uma companheira para mim e nossa, é uma sensação que não consigo explicar, um amor infinito, sem medidas, minha filha é tudo para mim. Hoje sei o que é responsabilidade, amor, afeto, dedicação, porque ser mãe é chamar para si a maior e mais divina das responsabilidades. É ter no colo o poder de acalmar, no sorriso o poder de confortar. E a gente passa por tantas provações na vida, daí eu olho pra ela e ela me acalma”, relata Raquel.

Covid-19 e a luta pela vida

“Então, quando tive a notícia que eu iria para UTI bateu um desespero muito grande no meu coração, mais além de tudo tinha que ser forte porque minha mãe precisava de ver meu sorriso no rosto. E daí, quando separei da minha mãe e da minha pequena Aylla no corredor do hospital eu chorei e falei ‘Deus e agora o que será de mim? Estou deixando a melhor parte de mim para trás’. Eu sofri muito, quando eu tinha que tirar o leite eu chorava porque pensava ‘será que ela tá mamando mamadeira e eu aqui tirando o leite para jogar fora’. Eu fiquei sem forças, eu só sabia chorar”, conta Raquel.

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“Mais daí, não vi mais nada porque me entubaram, eu fiquei 15 dias entubada e não tem como estar lembrando de nada, porque a gente morre ali praticamente. Quando me extubaram eu comecei a sofrer por que sabia que tinha ela e não tinha notícias, mais o que me confortava é que eu sabia que uma grande mulher que é minha mãe estava ali cuidando dela e isso me confortava”, completou a gabrielense.

A espera pela alta e o reencontro entre mãe e filha

“Fiquei quase um mês sem ver minha filha, quando eu tive alta e vim pra casa foi muito gratificante poder pegá-la, abraçá-la e hoje, ter o privilégio de cuidar dela e de amar. Meu medo era grande de não ter essa oportunidade, mais Deus é maravilhoso e faz milagres, porque no meu caso foi um verdadeiro milagre”, relembra a empresária.

Período de mudanças

“Então, depois que Aylla chegou, minha vida mudou muito, ela ficou corrida, cansativa, a responsabilidade cresceu muito. O banho não é mais o mesmo, os finais de semana mudaram, os lugares de ir também, as noites não são mais as mesmas. E o engraçado é que, independente de tudo o que passamos, porque a vida de mãe não é fácil, a gente tá aqui firme e forte para amar e cuidar além da vida.

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”Quem sou eu?” por Raquel Morosini

“Bom, hoje a Raquel Morosini é uma mulher cheia de pensamentos positivos de conquista e realizações”, disse a gabrielense.


Raquel aproveitou o momento para deixar uma mensagem para todas as mulheres que são mamães ou que sonham em ser.

“Para as mamães de plantão a mensagem que deixo é de que somos guerreiras e capazes de enfrentar o mundo pelos nossos pequenos. E para quem sonha em ser mãe, meu conselho é que se planeje, que pense antes de tê-los e com quem terá a criança, porque essa, é uma responsabilidade muito grande e elas precisam muito de nós, tanto do pai, quanto da mãe. Por fim, parabéns a todas nós!”

Fonte: Editora Hoje

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