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Pela terceira vez na história, uma mulher ganha o Nobel de física

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Os lasers estão por todo lugar. Cirurgias médicas, procedimentos estéticos, leitor de código de barras. Se no dia a dia ele já é tão presente, na ciência e pesquisa ainda é muito mais. Não à toa, o Nobel de física de 2018 foi dado a três cientistas pioneiros na chamada física dos lasers: Arthur Ashkin, Gérard Mourou e Donna Strickland.

“As invenções honradas este ano revolucionaram a física dos lasers. Objetos extremamente pequenos e processos incrivelmente rápidos agora estão sendo vistos sob nova luz”, justificou a Real Academia Sueca de Ciências, responsável pelo prêmio, no anúncio.

Antes de conhecer os agraciados com o Nobel, é interessante conhecer um pouco do que eles estudam. Laser, basicamente, é uma sigla para Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, ou “amplificação da luz por emissão estimulada de radiação”.

Não parece, mas o nome é bem autoexplicativo: raio laser nada mais é que uma radiação eletromagnética visível, que existe por emissão estimulada e segue critérios fixos. Para ser laser, o feixe de luz deve ser estreito (só se propagar em uma direção), altamente concentrado (ou coerente, pois as partículas de luz adotam o mesmo comportamento e direção), monocromático (a luz só apresenta um comprimento de onda, ou seja, uma única cor) e bastante intenso (podendo atingir uma potência de 1000000000000 Watts). 

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O termo “laser” foi cunhado pela primeira vez em 1959, em um artigo científico intitulado The LASER, Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation, publicado pelo físico Gordon Gould. No ano seguinte, em 1960, o primeiro laser foi criado pelo também físico Theodore Harold Maiman. E foi já nessa época que um dos ganhadores do Nobel iniciou a pesquisa que lhe rendeu o prêmio.

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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