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Nono Encontro do Ciclo Formativo discutiu direitos das crianças e dos adolescentes

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Na tarde desta quarta-feira (30), aconteceu no auditório do Palácio da Fonte Grande, no Centro de Vitória, o 9º Encontro do Ciclo Formativo em Direitos Humanos, promovido pela Secretaria de Direitos Humanos (SEDH). Servidores, servidoras e demais pessoas interessadas no tema “Direitos da Criança e do Adolescente” participaram do evento. 

A palestrante convidada desta edição foi Galdene Santos, coordenadora-geral do Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH) da Serra e ex-presidenta do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Criad).

Na oportunidade, ela fez um resgate histórico dos direitos humanos e do Estatuto da Criança e do Adolescente. “Muitos projetos sociais que temos hoje na Serra, por exemplo, foram criados nos anos 70, provenientes do trabalho realizado com meninos e meninas em situação de vulnerabilidade naquela época. Em 1985, passamos por um processo de discussão da nossa legislação e em 1988 tivemos a Constituição Federal, que trouxe os direitos das crianças e adolescentes. Em 1990, o Estatuto foi criado”, destacou.

Ela também reforçou que em 2020 o Estatuto da Criança e do Adolescente comemora 30 anos. “Mas eu me pergunto: como ‘comemorar’ no contexto desta realidade que estamos vivendo? Como as crianças e os adolescentes foram e são tratados? Como são tratadas as políticas públicas? Essas são perguntas que devem rodear a gente o tempo todo”, ponderou.

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As palestras do Ciclo Formativo são abertas ao público e têm cunho educativo, visando à difusão de informações sobre assuntos relacionados aos direitos humanos de forma didática e objetiva, proporcionando a capacitação de servidores e demais interessados no assunto. 

Sedh

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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