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Neste dia das mães, conheça a história da gabrielense que ficou 1 mês longe da filha recém nascida devido a COVID-19

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A mamãe Raquel com a sua pequena Aylla. Foto: Arquivo Pessoal

Este domingo (09), é uma data especial para a maioria das famílias brasileiras, pois é celebrado o Dia das Mães. Data em que homenageamos aquelas que são capazes de qualquer sacrifício por amor aos filhos.

Nesse Dia das Mães, o Portal ES1.com.br traz a história da gabrielense Raquel Morosini. Casada, mãe da Aylla, empresária, determinada e dona de uma opinião ímpar, Raquel de 28 anos passou recentemente por uma das experiências mais difíceis de sua vida. No final de 2020, ela testou positivo para a covid-19 e depois de dar a luz a ‘pequena  Aylla’, precisou ir para a UTI, onde ficou entubada por 15 dias. Foi quando a luta pela sua vida começou.

“Bom, ser mãe da Aylla foi uma realização enorme, eu sempre sonhei e sempre pedi a Deus uma menina porque eu queria uma companheira para mim e nossa, é uma sensação que não consigo explicar, um amor infinito, sem medidas, minha filha é tudo para mim. Hoje sei o que é responsabilidade, amor, afeto, dedicação, porque ser mãe é chamar para si a maior e mais divina das responsabilidades. É ter no colo o poder de acalmar, no sorriso o poder de confortar. E a gente passa por tantas provações na vida, daí eu olho pra ela e ela me acalma”, relata Raquel.

Covid-19 e a luta pela vida

“Então, quando tive a notícia que eu iria para UTI bateu um desespero muito grande no meu coração, mais além de tudo tinha que ser forte porque minha mãe precisava de ver meu sorriso no rosto. E daí, quando separei da minha mãe e da minha pequena Aylla no corredor do hospital eu chorei e falei ‘Deus e agora o que será de mim? Estou deixando a melhor parte de mim para trás’. Eu sofri muito, quando eu tinha que tirar o leite eu chorava porque pensava ‘será que ela tá mamando mamadeira e eu aqui tirando o leite para jogar fora’. Eu fiquei sem forças, eu só sabia chorar”, conta Raquel.

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“Mais daí, não vi mais nada porque me entubaram, eu fiquei 15 dias entubada e não tem como estar lembrando de nada, porque a gente morre ali praticamente. Quando me extubaram eu comecei a sofrer por que sabia que tinha ela e não tinha notícias, mais o que me confortava é que eu sabia que uma grande mulher que é minha mãe estava ali cuidando dela e isso me confortava”, completou a gabrielense.

A espera pela alta e o reencontro entre mãe e filha

“Fiquei quase um mês sem ver minha filha, quando eu tive alta e vim pra casa foi muito gratificante poder pegá-la, abraçá-la e hoje, ter o privilégio de cuidar dela e de amar. Meu medo era grande de não ter essa oportunidade, mais Deus é maravilhoso e faz milagres, porque no meu caso foi um verdadeiro milagre”, relembra a empresária.

Período de mudanças

“Então, depois que Aylla chegou, minha vida mudou muito, ela ficou corrida, cansativa, a responsabilidade cresceu muito. O banho não é mais o mesmo, os finais de semana mudaram, os lugares de ir também, as noites não são mais as mesmas. E o engraçado é que, independente de tudo o que passamos, porque a vida de mãe não é fácil, a gente tá aqui firme e forte para amar e cuidar além da vida.

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”Quem sou eu?” por Raquel Morosini

“Bom, hoje a Raquel Morosini é uma mulher cheia de pensamentos positivos de conquista e realizações”, disse a gabrielense.


Raquel aproveitou o momento para deixar uma mensagem para todas as mulheres que são mamães ou que sonham em ser.

“Para as mamães de plantão a mensagem que deixo é de que somos guerreiras e capazes de enfrentar o mundo pelos nossos pequenos. E para quem sonha em ser mãe, meu conselho é que se planeje, que pense antes de tê-los e com quem terá a criança, porque essa, é uma responsabilidade muito grande e elas precisam muito de nós, tanto do pai, quanto da mãe. Por fim, parabéns a todas nós!”

Fonte: Editora Hoje

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Para pagar tratamento de R$ 11,5 mil da filha, gabrielense faz bolos e doces personalizados

Júlia Jaqueline Braz, natural de São Gabriel da Palha, é mãe de uma princesa chamada Yasmin Ramlow de 14 anos. Quando a filha completou 1 mês de vida ela soube que precisaria fazer tratamento devido a uma paralisia cerebral. Desde então, a família vem lutando incansavelmente para dar ainda mais conforto e saúde para Yasmin.

O tratamento cujo valor é de R$ 11,500 se chama TheraSuit, ele melhora a coordenação motora, a densidade óssea, equilíbrio e diminui as deformidades.

O Método TheraSuit vem se destacando como um recurso na reabilitação de crianças e adultos com desordens neuromotoras como a Paralisia Cerebral, Atraso de desenvolvimento motor, Traumatismo cranioencefálico, Trama raquimedular, Acidente vascular encefálico, Ataxia e atetose, Espasticidade, Hipotonia, outras desordens ou síndromes.

Sabendo dos custos, Júlia decidiu investir e trabalhar com doces há cerca de 4 anos. “Juntei o útil ao agradável para pagar o tratamento”, afirmou. Nas redes sociais (@yasmindoceterapia) ela divulga todo o trabalho feito.

A mãe conta que toda a produção dos bolos e doces é feita por ela, que ainda conta com a ajuda do marido e da irmã com as vendas das delícias.

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A ideia deu tão certo que ela conseguiu pagar o tratamento da pequena, e já tem planos para poder conseguir novamente este tratamento, que hoje está um pouco mais caro. “Me sinto muito emocionada e também tenho muita gratidão a Deus”, pontuou.

Hoje, fazer doces virou sua profissão, e inspirada, a mãe afirma: “Não desistir dos meus sonhos. Sinto-me emocionada e tenho muita gratidão a Deus” – quando perguntada sobre o seu sentimento.

Quem tem interesse em ajudar comprando os doces pode entrar em contato pelo Instagram.

 

Confira mais imagens do trabalho:

Fonte: Editora Hoje

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