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Motorola lança Moto G7, Moto G7 Plus, Moto G7 Play e Moto G7 Power

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A Motorola lançou na última quinta-feira, 7, em São Paulo os novos celulares da família Moto G: o modelo padrão Moto G7, o econômico Moto G7 Play, e os irmãos maiores Moto G7 Plus e Moto G7 Power. A apresentação não trouxe grandes novidades ou revelações, já que dias antes sucessivos vazamentos entregaram quase todas as especificações dos novos smartphones. Todos têm displays com notch, dois deles na forma de gota e outros dois na tradicional forma de barra inaugurada pelo iPhone da Apple.

No quesito hardware, os equipamentos são muito similares, mas trazem entre si pequenas diferenças de processador, câmera, memória e bateria. O Moto G7 padrão, por exemplo, leva um processador Snapdragom 636, igual ao do G7 Plus e ligeiramente mais potente que o 632 dos demais. Tem 4 Gb de RAM e 64Gb de armazenamento. O conjunto de câmeras é intermediário entre os modelos: duas câmeras traseiras, sendo a principal de 12 megapixels e a secundária (de profundidade) de 5 MP.

O Moto G7 Plus tem a mesma tela do G7 padrão, de 6,24 polegadas, mas capricha mesmo no conjunto de câmeras. A traseira principal tem resolução de 16 MP, com a menor abertura entre todos os modelos (f/1,7, o que significa melhores imagens em ambientes menos iluminados), acompanhada da secundária de 5MP. A câmera frontal traz um sensor de 12 megapixels.

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O Moto G7 Play economiza em tudo: no processador, na memória de armazenamento, de 32 Gb, na RAM de 2Gb e até na câmera única traseira (como o G7 Power) de 13 MP e frontal de 8MP para chegar a um valor mais em conta.

Já o Moto G7 Power aposta na autonomia com uma bateria maior, de 5000mhA. Porém a versão turbinada sacrifica os demais itens, como câmera (a traseira é única, de 12 MP), memória RAM – de 3Gb – e processador. Outra semelhança com o irmão menor – a versão Play – é o entalhe retangular na tela. Nos irmãos maiores, o adereço que serve de abrigo para a câmera frontal e sensores tem formato de gota.

Todos os aparelhos saem de fábrica rodando a versão Android 9.0 Pie do sistema da Google, com persoanalizações comuns da Motorola como os gestos do Moto Ações, as notificações no display da Moto Tela e os populares atalhos para abrir a câmera e ativar e desativar a lanterna chacoalhando o celular. A fabricante decidiu manter o leitor de leitor de digitais no logotipo na parte traseira dos aparelhos.

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Quanto aos preços, a variação é grande do mais básico ao mais completo. O Moto G7 Play chega com preço sugerido de R$ 999,00. O modelo Moto G7 Power chega por R$ 1.399,00. Já para as versões mais caras os preços são de R$ 1.599, no caso do Moto G7 padrão, e R$ 1.899 para o Moto G7 Plus.

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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