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Mais de 220 estudantes capixabas são medalhistas da 15ª edição da OBMEP

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A Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) divulgou, nesta terça-feira (03), a relação de estudantes premiados na sua 15ª edição. Entre os premiados, 222 são alunos do Espírito Santo, sendo 76 medalhas conquistadas por alunos da Rede Estadual: 6 medalhas de ouro, 19 de prata e 51 de bronze.

Nessa edição, 1.463 estudantes capixabas também foram premiados com menções honrosas, representando um aumento de 12% em relação a OBMEP 2018. Participaram da 15ª edição da OBMEP 317.501 estudantes, do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, de 980 escolas (estaduais, municipais, federais e privadas) do Espírito Santo, representando 92% das escolas públicas e privadas de todo Estado e atingindo 100% dos municípios do Estado.

Sobre a competição no Brasil

Criada em 2005 com o objetivo de popularizar o ensino da Matemática entre estudantes do Ensino Fundamental e Médio, a OBMEP registrou este ano um novo recorde de escolas inscritas com um total de 54.831 instituições, abrangendo 99,71% dos municípios de todo o país. O número total de inscritos foi de 18.158.775 estudantes do ensino fundamental e médio, oriundos de 49.002 escolas públicas e 5.829 escolas particulares.

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A prova da 1ª fase aconteceu no dia 21 de maio. Após a correção das provas, realizada nas próprias escolas, um total de 949.240 estudantes foram classificados para a segunda fase, realizada no dia 28 de setembro

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Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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