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Liberado sensor de ré em prova para tirar carteira de habilitação

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Os futuros motoristas que sofrem só de pensar na temida prova de baliza vão ganhar um grande aliado. Uma resolução publicada na última sexta-feira, 09, pelo Conselho Nacional de Trânsito vai permitir a utilização de carros com sensor de ré e aproximação durante todo processo para tirar a carteira de habilitação.
O sistema poderá ser utilizado, inclusive, para estacionar durante a prova da baliza – momento responsável por grande parte das reprovações. “Vai ajudar muito o aluno nas aulas e na avaliação. E também deve reduzir o número de reprovados”, disse o instrutor de autoescola Jefferson Batista, 29 anos.
A resolução, no entanto, coloca algumas regras. A utilização do sensor só vale para carros que venham com o equipamento de fábrica, ou seja, não vale adaptar o veículo. Mesmo assim, já tem autoescola de olho na possibilidade. “Podemos até comprar um carro com esse sistema para ajudar”, afirmou o instrutor Dório Pelissári.

Tribuna Online

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Agro dobra empregos em 20 anos e sustenta mais de 50% da economia

O avanço do agronegócio em Mato Grosso redesenhou o mercado de trabalho e consolidou o setor como base da economia estadual. Em duas décadas, o número de trabalhadores ligados ao agro saltou de cerca de 173 mil em 2006 para 449 mil em 2026, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) — crescimento de quase 160%.

O movimento acompanha a expansão da produção e da área cultivada. Mato Grosso lidera a produção nacional de grãos, com safras que superam 100 milhões de toneladas somando soja, milho e algodão. A área agrícola do Estado ultrapassa 20 milhões de hectares cultivados, dentro de um território de cerca de 90 milhões de hectares, o que evidencia o espaço ainda disponível para intensificação produtiva.

Esse crescimento dentro da porteira puxou a geração de empregos fora dela. A cadeia do agro — que inclui transporte, armazenagem, processamento e serviços — passou a absorver mão de obra em ritmo mais acelerado, especialmente a partir de 2021, com o avanço da agroindustrialização e o aumento do volume produzido.

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O peso econômico é direto. O agronegócio responde por cerca de 50% a 55% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso, de acordo com estimativas do próprio Imea e de órgãos estaduais. Na prática, isso significa que mais da metade de toda a riqueza gerada no Estado está ligada ao campo.

Esse protagonismo se reflete na dinâmica regional. Municípios com forte presença agrícola concentram maior circulação de renda, impulsionando comércio, serviços e construção civil. O efeito multiplicador do agro faz com que cada safra movimente não apenas a produção, mas toda a economia local.

Ao mesmo tempo, o perfil da mão de obra vem mudando. A incorporação de tecnologia no campo e na indústria exige trabalhadores mais qualificados, enquanto a expansão logística amplia a demanda por serviços especializados. O resultado é um mercado de trabalho mais diversificado, que vai além das atividades tradicionais da agricultura.

Fonte: Pensar Agro

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