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Fim de semana de tempo instável e chuva no Espírito Santo
O ciclone subtropical Kurumi começa a se desconfigurar no oceano. Porém a instabilidade continua por conta da atuação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZACS). As informações são da Coordenação de Meteorologia do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper).
Conforme já divulgado no aviso meteorológico especial, o fim de semana deve continuar chuvoso em todo o Espírito Santo. O aviso pede atenção devido à previsão de pancadas de chuva de moderada a forte intensidade em pontos isolados, que podem resultar em acumulados expressivos.
No sábado (25), A atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) mantém o tempo instável neste sábado no Espírito Santo. Previsão de pancadas de chuva, que podem ser localmente forte em algumas áreas de todas as regiões. Os ventos sopram com moderada intensidade apenas no litoral norte capixaba. A temperatura máxima no estado deve ser de 29ºC nas região Nordeste e Noroeste, enquanto que a mínima deve ser de 19ºC nas regiões Serrana e Sul.
No domingo, a ZCAS mantém a instabilidade em todo o Espírito Santo. Previsão de pancadas de chuva, que podem ser localmente forte em algumas áreas de todas as regiões. Tanto a temperatura mais alta quanto mais alta devem ser na região Sul, com variação entre 17ºC e 29ºC.
Incaper
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Malária: Anvisa autoriza teste em humanos de vacina 100% brasileira
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início de testes em humanos da primeira vacina do mundo contra a malária causada pelo Plasmodium vivax, parasita responsável pela maioria dos casos da doença no país. O imunizante é feito com tecnologia 100% nacional.

Em nota, o Ministério da Saúde detalhou que a dose, chamada Vivaxin, é fruto de pesquisas conduzidas pelo Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A tecnologia tem incentivo previsto de R$ 12 milhões da pasta para ensaios clínicos de fases I, II e III.
De acordo com o ministério, o estudo clínico de fase I vai avaliar a segurança da vacina, possíveis reações à aplicação e a capacidade de estimular uma resposta imunológica em um total de 48 participantes sem infecção prévia, com idades entre 18 e 59 anos. O acompanhamento clínico será feito por 360 dias.
“O avanço na pesquisa da tecnologia representa um marco e abre a possibilidade de uma nova forma de prevenção contra a doença que, em 2025, registrou 118.037 casos no território nacional”, avaliou a pasta no comunicado.
As duas vacinas contra malária atualmente recomendadas por autoridades sanitárias foram desenvolvidas para outra espécie de parasita causador da doença, o Plasmodium falciparum, predominante na África, não contra o Plasmodium vivax, que predomina nas Américas e na Ásia.
A doença
A malária é uma doença infecciosa causada por um parasita do gênero Plasmodium, transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego), mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer.
“Não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa”, reforçou o ministério.
Também conhecida como impaludismo, paludismo, febre palustre, febre intermitente, febre terçã benigna, febre terçã maligna, a malária recebe ainda nomes populares como maleita, sezão, tremedeira, batedeira ou febre.
“Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma. Porém, uma imunidade esterilizante, que confere total proteção clínica, até hoje não foi observada”, destacou a pasta.
O ministério alerta ainda que, caso não seja tratado adequadamente, o paciente com malária pode ser fonte de infecção por meses ou mesmo anos, de acordo com a espécie parasitária em questão.
No Brasil, a maioria dos casos da doença se concentram na região amazônica, composta pelos seguintes estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.
“Na região extra-amazônica, composta pelas demais unidades federativas, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois a letalidade nesta região é maior que na região amazônica”, concluiu a pasta.
Fonte: Agência Brasil
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