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Ao vivo: Assembleia traz resultados e análises do primeiro turno
Análises e resultados das eleições deste domingo (4) estão na pauta dos veículos de comunicação da Assembleia Legislativa. Já está no ar o programa jornalístico “Especial Eleições 2026”, transmitido ao vivo pela TV Ales e pelo canal da emissora no Youtube. O portal institucional e outras redes sociais do Legislativo também vão divulgar, ainda na noite deste domingo, os resultados das eleições gerais no Espírito Santo.
A jornalista Patrícia Bravin conduz, do Plenário da Ales, o “Especial Eleições 2026” com a participação de comentaristas que repercutem os resultados e analisam o cenário político para os próximos quatro anos. Higor Pinheiro, por sua vez, atualiza os telespectadores sobre o resultado das urnas, com transmissão simultânea do painel de apuração do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
A TV Ales é transmitida nos seguintes canais, na Grande Vitória: canal 3.2 aberto e digital, 12 Claro, 23 RCA e 519.2 Sky Digital. A emissora também está no YouTube.
Resultados no portal
O portal institucional também participa da cobertura jornalística do primeiro turno, com a divulgação do resultado final do pleito para os cargos de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Além disso, traz o perfil dos candidatos eleitos e dos que vão disputar o segundo turno, no próximo dia 25. Além disso, a equipe do Instagram da Ales está de plantão, transmitindo ao vivo a apuração direto do TRE-ES.
“A eleição é um dos momentos mais importantes da democracia, e informação de qualidade também faz parte desse processo. O que a Assembleia faz é colocar a estrutura da comunicação pública a serviço do cidadão. Nosso compromisso é acompanhar esse momento com responsabilidade jornalística, informação checada e equilíbrio, permitindo que o capixaba acompanhe a apuração e conheça os representantes escolhidos pelo voto”, explica o secretário de Comunicação da Ales, Leonardo Nunes.
“Mais do que divulgar números, queremos ajudar a sociedade a compreender o que esses números representam. Afinal, quando termina a apuração, começa uma nova etapa da relação entre o cidadão e aqueles que foram escolhidos para representá-lo na Casa de Leis capixaba”, acrescenta o gestor.
Tradição
O secretário lembra que a cobertura jornalística das eleições ao vivo vem sendo feita desde 2010 e está se consolidando como uma tradição na história do canal de TV do Legislativo estadual. “Porque comunicação pública não pode existir apenas para falar da instituição. Ela precisa, antes de tudo, servir à sociedade. A cobertura das eleições pela TV Ales é um bom exemplo disso. É um trabalho jornalístico que atravessa diferentes gestões e se consolidou como parte da missão da emissora”, ressalta.
“Vivemos um tempo de muita informação circulando, mas também de desinformação e conteúdos sem qualquer compromisso jornalístico. Ter profissionais acompanhando os fatos, checando informações e oferecendo ao cidadão uma fonte pública e confiável é uma contribuição concreta para a democracia”, pontua.
Rede Legislativa
Além da cobertura para os capixabas, a Ales também vai produzir reportagem sobre o pleito no estado para a Rede Legislativa de TV Digital. O gestor da Comunicação da Ales vê essa integração entre as TVs da Câmara dos Deputados, do Senado, de outras assembleias e das câmaras municipais como uma importante troca de conteúdos que amplia o acesso da população à informação de qualidade.
“Essa parceria mostra a força que a comunicação pública ganha quando trabalha em rede. O Espírito Santo deixa de acompanhar a eleição apenas a partir de uma perspectiva local e passa também a contribuir com essa cobertura nacional, levando para o restante do país as informações e o olhar de quem está aqui”, frisa.
A TV Ales é transmitida nos seguintes canais, na Grande Vitória: canal 3.2 aberto e digital, 12 Claro, 23 RCA e 519.2 Sky Digital. E ainda pelo canal do YouTube. Acompanhe também a cobertura pelo Facebook e Instagram da Assembleia Legislativa.
Fonte: POLÍTICA ES
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Eleições de 2026 são a 16ª no país com utilização de urna eletrônica
As eleições gerais realizadas neste domingo (4) são a 16ª no país com utilização de urna eletrônica. O dispositivo completou, este ano, 30 anos de funcionamento no país. Criado para dar mais segurança e agilidade ao processo de votação, o equipamento eletrônico foi introduzido nas eleições municipais de 1996 e utilizado, até agora, em oito eleições gerais (que definem os ocupantes dos cargos de Presidente da República, senador, deputado estadual e deputado federal).
Acompanhando a evolução tecnológica, de lá para cá foram desenvolvidos 14 modelos diferentes do dispositivo. O secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES), Danilo Marchiori, explica que a tecnologia vem sendo aperfeiçoada a cada eleição por um grupo intersetorial de especialistas e monitorada por um comitê formado por variados segmentos da sociedade e importantes instituições do país.
De acordo com o gestor do TRE, todos os processos envolvidos no funcionamento do hardware (urna eletrônica, computador e nobreak) e do software são “robustos e seguros”. Ele lembra que o sistema eletrônico é desconectado da internet, evitando, assim, ataques de hackers.
Sobre a atuação do comitê que fiscaliza a segurança das urnas, Marchiori afirma que as ações são feitas em várias fases, sendo que a Justiça Eleitoral realiza o chamado “teste público de segurança”, que envolve, entre outras instituições, as universidades, o Ministério Público, a Polícia Federal e os partidos políticos, além de pessoas comuns da sociedade.
“Todos têm pleno acesso ao código-fonte, aos detalhes da produção do software e a todos os testes necessários; então é um mecanismo totalmente transparente e auditável; nestes 30 anos (da urna eletrônica) não apareceu nenhuma comprovação de fraude”, detalha.
Transparência
O secretário de Tecnologia da Informação do TRE destaca também que, quando o mesário digita a senha de encerramento da votação em cada seção eleitoral, o resultado é impresso em papel e distribuído para os partidos políticos, além de afixado na parede para quem quiser conferir.
“Alguém imaginar que corre o risco de algum hacker ou servidor da Justiça eleitoral manipular os votos não faz qualquer sentido, porque o resultado já está disponibilizado nos locais de votação para o público e para os partidos políticos”, reforça.
Alternância de poder
Marchiori observa ainda que já passou pelo crivo da urna eletrônica a eleição de candidatos do centro, da esquerda e da direita, em todas as instâncias de poder político no país. Isso demonstra, na opinião dele, a consolidação da democracia e a consagração da cidadania por meio da alternância da vontade popular.
Para esse domingo, o TRE-ES preparou mais de 10.000 urnas para o pleito. “Todas essas urnas precisam funcionar perfeitamente e isso envolve muito trabalho de preparação, testes, cargas de baterias, para que tudo ocorra sem nenhuma complicação para o eleitor”, ressalta.
O aperfeiçoamento da urna eletrônica ao longo das três décadas pode ser visto no Centro de Memórias do TRE, que funciona na sede do órgão, localizado na Praia do Suá, em Vitória.
Evolução da urna eletrônica: de 1996 a 2004
Como tudo começou
Marchiori relata que em 1995 o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) organizou um grupo de especialistas da Justiça Eleitoral, da Marinha e do Exército, que dominavam a tecnologia na época, para projetar um equipamento de votação, buscando o fim do risco de fraude e mais agilidade na coleta, apuração e divulgação dos resultados.
A primeira urna eletrônica foi utilizada nas eleições municipais de todas as capitais do país no ano de 1996. “Em Vitória foram 444 equipamentos, e havia uma curiosidade, atrás da urna tinha uma sacolinha preta de papel, e os votos eram recolhidos durante a votação; ou seja, ela ainda tinha o voto impresso”, recorda.
Em 1998, continua Marchiori, devido a problemas técnicos como papel embolando na máquina, causando atraso na votação, o Congresso Nacional aprovou uma lei retirando o voto impresso, o que resultou no modelo totalmente eletrônico em todo o país nas eleições municipais do ano 2000.
“Em 2002 chegaram a retomar o sistema eletrônico com voto impresso, mas os mesmos problemas de papel embolando atrasaram a votação, e nas eleições seguintes tudo passou a ser eletrônico, permanecendo até hoje esse modelo”, cita.
Além dos equipamentos eletrônicos, no Centro de Memórias estão expostas urnas utilizadas no Brasil na Velha República (1889 a 1930), na Era Vargas (1930 a 1945), na chamada 4ª República (1945 a 1964), na ditadura militar (1964 a 1985) e na Nova República. Foram vários os materiais utilizados nos coletores de votos: primeiro, a madeira, depois o ferro e em seguida a lona, fechando o sistema antigo de votação.
Fonte: POLÍTICA ES
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