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Fapes adere à chamada internacional ERC-CONFAP 2026 para mobilidade de pesquisadores capixabas na Europa
A Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes) aderiu à chamada internacional ERC–CONFAP 2026, iniciativa promovida pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) em parceria com o Conselho Europeu de Pesquisa (European Research Council – ERC). A chamada tem como objetivo apoiar a mobilidade de pesquisadores doutores sediados no Brasil para atuação em equipes de pesquisa na Europa vinculadas a projetos financiados pelo ERC.
A iniciativa é realizada no âmbito do Acordo de Implementação firmado entre a Comissão Europeia e o Confap, originalmente estabelecido no programa Horizon 2020 e atualmente vigente no Horizon Europe 2021–2027. A proposta busca fortalecer a internacionalização da ciência, tecnologia e inovação desenvolvida nos estados brasileiros, promovendo a inserção de pesquisadores em projetos multidisciplinares de excelência na fronteira do conhecimento.
Por meio da adesão à chamada, a Fapes irá apoiar até três projetos com participação de pesquisadores do Espírito Santo. O valor máximo por proposta será de US$ 6 mil, totalizando investimento de até US$ 18 mil com recursos do Fundo Estadual de Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Funcitec). Os recursos poderão ser utilizados para custeio de passagens aéreas, seguro viagem, diárias e mensalidades relacionadas às missões científicas.
As missões científicas aprovadas poderão ser realizadas em períodos de 6 a 12 meses, ou ainda em visitas técnicas de curta duração, desde que vinculadas a projetos financiados pelo ERC e abertos à participação de pesquisadores brasileiros.
Entre os principais critérios de elegibilidade, o proponente deve possuir titulação mínima de doutor, estar vinculado a instituição de ensino superior, pesquisa, tecnologia ou inovação localizada no Espírito Santo e residir no estado. Cada pesquisador poderá submeter apenas uma proposta na chamada.
Os interessados deverão realizar a submissão da proposta até o dia 10 de julho de 2026, por meio da plataforma do Confap. Após a análise de elegibilidade, os pesquisadores habilitados terão acesso à lista de projetos financiados pelo ERC que estão abertos à recepção de pesquisadores brasileiros. O cronograma da chamada prevê o início das mobilidades internacionais a partir de outubro de 2026.
Serviço:
Chamada ERC-Confap 2026 (em inglês): clique aqui e acesse a chamada em inglês
Diretrizes da Fapes: clique aqui e acesse
Publicação do Confap: clique aqui e acesse
Plataforma de submissão do Confap: clique aqui e acesse
Prazo para as inscrições: até 10/07/2026
Início dos projetos aprovados: a partir de outubro de 2026
Dúvidas sobre a chamada podem ser esclarecidas pelo e-mail: [email protected]
Dúvidas sobre as diretrizes da Fapes podem ser respondidas pelo e-mail: [email protected]
*com informações do Confap
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Fapes
Samantha Nepomuceno | Igor Gonçalves
(27) 3636-1867 | (27) 3636-1858
[email protected]
Fonte: GOVERNO ES
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Sistema prisional do Espírito Santo terá primeira formação em robótica para pessoas privadas de liberdade
A Secretaria da Justiça (Sejus) inicia, nesta quinta-feira (14), de forma inédita, o Curso de Robótica voltado para pessoas privadas de liberdade. A iniciativa é resultado da parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) e visa ampliar a aprendizagem e o desenvolvimento de habilidades na área.
Ao todo, serão ofertadas três turmas com 14 alunos cada, totalizando 42 internos atendidos. A capacitação integra a pesquisa de doutorado “Recompilando o Futuro: O Papel da Robótica e da Educação Ambiental na Capacitação de Indivíduos Privados de Liberdade”, desenvolvida pelo professor Fábio Ventorim Siqueira. O projeto tem como proposta utilizar a tecnologia e a educação como ferramentas de transformação social dentro do sistema prisional.
A Gerência de Educação da Sejus (GERED) é responsável pela articulação das ações educacionais no sistema prisional e pelo fortalecimento de projetos voltados à qualificação e ao desenvolvimento humano das pessoas privadas de liberdade.
De acordo com a gerente de Educação da Sejus, Silvia Garcia, além de promover o acesso ao conhecimento tecnológico e à inovação, o curso busca estimular habilidades como disciplina, concentração, trabalho em equipe e resolução de problemas. “A proposta também amplia as perspectivas de formação e inserção profissional dos participantes, incentivando a construção de novos projetos de vida”.
A aula inaugural do projeto foi realizada nesta quinta-feira (14). “O sistema prisional do Espírito Santo tem avançado cada vez mais no fortalecimento de políticas de ressocialização que acreditam no poder transformador da educação, da qualificação profissional e do conhecimento. A proposta do Curso de Robótica representa muito bem essa oportunidade ao despertar talentos, estimular o aprendizado e mostrar às pessoas privadas de liberdade que elas são capazes de construir novos caminhos por meio da educação e da tecnologia”, destacou Nelson Merçon.
O curso
O professor que conduz o Curso de Robótica na unidade prisional explica que a formação faz parte do produto educacional de uma pesquisa de doutorado, que ainda está em andamento. A pesquisa busca integrar educação ambiental, pensamento computacional e robótica educacional na formação de pessoas em privação de liberdade.
“Inicialmente, iremos trabalhar com os alunos um dos grandes desafios ambientais da sociedade contemporânea, que é a crescente produção de lixo. Nesse momento, também discutiremos como a tecnologia pode ser utilizada como aliada no enfrentamento desse problema ambiental”, explicou Fábio Ventorim Siqueira.
As aulas serão realizadas de segunda a sexta-feira, com carga horária total de 48 horas. “Em um segundo momento, serão trabalhadas as principais habilidades do pensamento computacional e à programação de computadores utilizando a ferramenta Scratch, uma linguagem visual baseada em blocos que facilita o aprendizado, inclusive para quem nunca teve contato com programação. Durante essa etapa, os alunos irão desenvolver pequenos projetos utilizando conceitos que são comuns em diversas linguagens de programação, como o uso de variáveis, condicionais, estruturas de repetição, entre outros”.
Os alunos também vão aprender a controlar componentes eletrônicos reais, como motores, LEDs e buzzer, inclusive de forma remota por meio da tecnologia Bluetooth. Durante a etapa final do curso, um protótipo de veículo controlado remotamente via Bluetooth será construído em sala de aula, utilizando componentes eletrônicos e materiais reaproveitados, como canos de PVC, raios de bicicleta, células de bateria e câmara de ar, mostrando que resíduos também podem ser transformados em soluções tecnológicas.
“Nossa proposta é oferecer aos estudantes uma experiência introdutória, prática e significativa. O objetivo não é formar especialistas em programação ou robótica, mas despertar o interesse pela aprendizagem tecnológica e mostrar que eles são capazes de aprender, construir projetos e desenvolver soluções mesmo sem conhecimento prévio na área”, concluiu o professor.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação/Sejus
Sandra Dalton / Paula Lima
(27) 3636-5732 / 99933-8195 / 99241-7856
[email protected]
Fonte: GOVERNO ES
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