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Espírito Santo compartilha soluções inovadoras da Saúde com governo de São Paulo

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As experiências exitosas que estão sendo implementadas no sistema de saúde do Espírito Santo, e que vêm sendo apresentadas ao longo deste ano nos encontros do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Consud), despertaram o interesse do governo paulista. Foi o que motivou o convite feito ao secretário da Saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, que participou, na tarde dessa sexta-feira (29), de uma reunião com o secretário adjunto da Saúde de São Paulo, Alberto Hideki Kanamura, e representantes dos principais setores da secretaria paulista na sede da Sesa-SP.

Soluções inovadoras para o sistema de saúde do Estado, como o Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação (ICEPi) e o marco legal do Programa de Provimento, estão entre as iniciativas apresentadas pelo secretário Nésio Fernandes, que afirma que as ações implementadas no Espírito Santo nestes primeiros 11 meses de gestão trarão resultados surpreendentes.

“O novo modelo que estamos construindo no Estado vem mostrando soluções inovadoras para os desafios do sistema de saúde. O interesse dos paulistas nessa nossa pauta é aprofundar todo o marco legal, todo funcionamento dos dispositivos, para compartilharmos essas experiências. Esse momento é de suma importância, pois permite que o Estado do Espírito Santo contribua com soluções que possam, a médio prazo, serem aplicadas em outras realidades”, disse o secretário, lembrando ainda que embora grande parte dos desafios da saúde sejam comuns, cada Estado tem suas peculiaridades.

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Licitações conjuntas

Na próxima semana, a Secretaria da Saúde do Espírito Santo e a Secretaria da Saúde de São Paulo iniciam o processo de construção de um instrumento jurídico que permita a realização conjunta de licitações entre os dois Estados.

De acordo com Nésio Fernandes, esse passo é fruto dos encontros do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud): “teremos a possibilidade de fazer compras conjuntas para ganhar escala e preço. O estado de São Paulo tem um desempenho excepcional nos preços que eles conseguem praticar na compra de medicamentos, e o Espírito Santo pretende participar dessa boa prática também”, ressaltou o secretário.

 

Sesa

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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