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Tecnologia

Entidades cobram do Google fim de apps pré-instalados no Android

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Um grupo de mais de 50 organizações enviou uma carta ao diretor executivo do conglomerado Alphabet, Sundar Pichai, cobrando o fim da pré-instalação de aplicativos em smartphones com o sistema operacional Android. O objetivo é evitar vulnerabilidades que afetem a privacidade e proporcionar aos usuários maior poder de escolha.

Alphabet é o nome do conglomerado criado em 2015 com a ampliação do Google. Além do mecanismo de busca, o grupo reúne o Android, maior sistema operacional do planeta, o Youtube, maior plataforma de vídeo do mundo, linhas de aparelhos (como laptops e smartphones) e subsidiárias desenvolvendo soluções diversas (de carros autônomos a produtos na área de saúde).

O comunicado aponta que fabricantes de dispositivos com o sistema operacional Android estão instalando apps que não podem ser deletados. Embora os aparelhos carreguem um selo de proteção (Google Play Protect), 91% dos programas pré-instalados não são sequer disponibilizados na loja de aplicativos da empresa, a Google Play Store.

“Esses apps pré-instalados podem ter permissões privilegiadas que os deixam operar fora do modelo de segurança do Android. Isso significa que as permissões podem ser definidas pelo app, incluindo o acesso ao microfone, câmera e localização, sem as configurações padrão do Android. Usuários estão totalmente no escuro sobre essas intrusões”, destaca a carta.

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As organizações signatárias se preocupam que com isso os compradores desses aparelhos possam ser vítimas de formas de exploração indevida de dados por fabricantes de smartphones baratos, que reduzem o preço e utilizam essas estratégias para ganhar sobre as informações pessoais coletadas.

No texto, as entidades defendem uma série de medidas, como a liberdade do usuário desinstalar o app que quiser, sem que qualquer tipo de vestígio ou serviço de fundo continue rodando, a submissão dos apps pré-instalados às mesmas exigências de segurança da loja de aplicativos da Google e a inclusão de mecanismos de atualização sem utilização de informações dos usuários.

“Acreditamos que essas mudanças justas e razoáveis vão fazer uma diferença enorme para milhões de pessoas em todo o mundo, que não deveriam ter de trocar sua privacidade e segurança pelo acesso a um smartphone”, conclui a carta.

O grupo é formado por organizações de diversos países como Privacidade Internacional, Anistia Internacional, Associação para o Progresso das Comunicações (APC), Fundação da Fronteira Eletrônica (EFF) e por responsáveis por aplicações, como o mecanismo de busca Duck Duck Go e o navegador Tor. Do Brasil, participa a ONG Coding Rights.

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Outro lado

Em nota à Agência Brasil, o Google afirmou que define padrões de segurança juntamente aos parceiros. “O Google trabalha com fabricantes parceiros para ajudá-los a melhorar a qualidade e a segurança de todos os aplicativos que eles decidem pré-instalar nos seus dispositivos. Nós oferecemos ferramentas e infraestrutura para ajudá-los a verificar seus softwares em busca de comportamentos que violem nossos padrões de privacidade e segurança. Além disso, o Google também fornece aos parceiros políticas claras sobre a segurança de aplicativos pré-instalados, bem como informações sobre potenciais ameaças que identificamos”, diz o comunicado.

Agência Brasil

Tecnologia

Cooabriel investe na evolução tecnológica dos setores da cooperativa

Fotos: Cooabriel

A pandemia trouxe diversas mudanças e uma delas está relacionada ao uso da tecnologia nas empresas.  As adaptações para proporcionar uma metodologia diferente e eficiente de trabalho fizeram com que fosse necessário criar novas formas de conectividade e produção à distância das suas unidades locais. Essa mudança, além de trazer a solução de não parar a produtividade, gerou também riscos, como a segurança de dados.

Diante da expansão de mercado que a Cooabriel vivencia, e também na necessidade de adequação tecnológica para autonomia e segurança da sua rede de dados, sistema e infraestrutura digital, a cooperativa iniciou uma renovação tecnológica, utilizando toda tecnologia Cloud da Microsoft.

“Toda a rede de dados e sistema terá um novo caminho. Ao invés de guardar e gerenciar nossos dados em servidores físicos, nós iremos migrar toda nossa linha de dados para a nuvem da Microsoft, que é um serviço de armazenagem de dados altamente seguro que pode ser acessado através da internet de qualquer lugar”, explicou o Gerente Corporativo de Tecnologia e Inovação, Bruno Luis Silva Miranda.

A implantação começou há dois meses. Setores internos administrativos, lojas, armazéns e novos negócios da Cooabriel também serão envolvidos nessa mudança. Ela será gradativa e com muita cautela, para que as operações do dia a dia sejam impactadas o mínimo possível dentro de uma janela de manutenção.

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O processo de migração dos departamentos na Sede da Cooabriel já foi iniciado. Em paralelo também é realizada a preparação de algumas lojas que já se encontram com a mudança física pronta. “Após a implantação da nossa sede, vamos usar uma loja como piloto, aplicando a transformação com todas as premissas de disponibilidade, segurança e gerenciamento centralizado. Finalizando essa migração piloto a mudança das outras lojas e armazéns ocorrerão gradativamente sob um planejamento de mínimo impacto e máxima eficácia. Todas estas mudanças são feitas para melhorar e tornar mais eficiente o trabalho dos colaboradores e gerar uma alta satisfação de nossos cooperados e clientes”, reforçou o gerente.

Segundo o presidente da Cooabriel, Luiz Carlos Bastianello, a mudança é significativa. “O novo sistema é muito mais atualizado e irá tornar ainda melhores os controles internos. Isso irá trazer mais tranquilidade, segurança e transparência. Esse novo passo demonstra que a cooperativa tem evoluído”, finalizou.

 

Fonte: Cooabriel

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