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Em meio a pandemia, fotógrafa gabrielense revela seu talento pela arte. Conheça Mariana Nandolfo Fotografias!

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Foto: @mariananandolfo

“Autêntica, forte e emocionante”. É assim que os seguidores de um perfil no Instagram tem adjetivado fotos e ensaios fotográficos. A jovem por trás dos cliques é Mariana Rodrigues Nandolfo Simão (@mariananandolfo). Com 25 anos a gabrielense conta que a paixão pela fotografia surgiu muito cedo em sua vida e que usar sua criatividade para registrar momentos é algo que a faz feliz.

“Meu interesse por fotografia surgiu há anos, eu sempre ficava encantada e com um olhar mais profundo, sempre despertava a vontade e curiosidade de usar um simples celular com uma câmera não tão boa, para fazer alguns registros”, lembra a fotógrafa.

“Com passar do tempo esse interesse crescia mais e mais, observava os profissionais fazendo seus trabalhos e sempre me enxergava naquela profissão, na mesma realidade deles. E depois que meu filho nasceu essa paixão cresceu bastante. Eu sempre fotografei ele, meu modelo mirim”, completou.

Gabrielense começou a fotografar em meio a pandemia

E quando se sonha, nada se torna maior que os seus objetivos. Com muita garra, dedicação e força de vontade, Mariana apostou em seu talento e deu início aos seus trabalhos no ano passado, bem em meio a pandemia da COVID-19.

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“Ainda estou me aperfeiçoando, sou uma aprendiza nesse mundo das fotografias, comecei os meus trabalhos profissionais em setembro de 2020, em meio a pandemia. Fotografo diversos eventos, desde batizados, aniversários, fotos externas, trabalhos em parceria com lojas, smash the cake, entre muitos outros”, afirma Mariana.

 

Fotos: Arquivo Pessoal


Metas para o futuro

“Tudo para mim, tem sido bem desafiador, cada passo é bem importante e tenho procurado realizar a maioria dos meus trabalhos nas casas das próprias pessoas. Meu maior sonho hoje, sinceramente é me profissionalizar cada vez mais e batalhar para conseguir novos equipamentos e ter meu próprio Studio”, descreveu a fotógrafa.

Para aqueles que desejarem conhecer um pouco mais do trabalho de Mariana, basta conferir seu Instagram (mariananandolfo).

Fotógrafa Mariana Rodrigues Nandolfo Simão. Foto: Arquivo Pessoal

Fonte: Editora Hoje

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Neste dia das mães, conheça a história da gabrielense que ficou 1 mês longe da filha recém nascida devido a COVID-19

Este domingo (09), é uma data especial para a maioria das famílias brasileiras, pois é celebrado o Dia das Mães. Data em que homenageamos aquelas que são capazes de qualquer sacrifício por amor aos filhos.

Nesse Dia das Mães, o Portal ES1.com.br traz a história da gabrielense Raquel Morosini. Casada, mãe da Aylla, empresária, determinada e dona de uma opinião ímpar, Raquel de 28 anos passou recentemente por uma das experiências mais difíceis de sua vida. No final de 2020, ela testou positivo para a covid-19 e depois de dar a luz a ‘pequena  Aylla’, precisou ir para a UTI, onde ficou entubada por 15 dias. Foi quando a luta pela sua vida começou.

“Bom, ser mãe da Aylla foi uma realização enorme, eu sempre sonhei e sempre pedi a Deus uma menina porque eu queria uma companheira para mim e nossa, é uma sensação que não consigo explicar, um amor infinito, sem medidas, minha filha é tudo para mim. Hoje sei o que é responsabilidade, amor, afeto, dedicação, porque ser mãe é chamar para si a maior e mais divina das responsabilidades. É ter no colo o poder de acalmar, no sorriso o poder de confortar. E a gente passa por tantas provações na vida, daí eu olho pra ela e ela me acalma”, relata Raquel.

Covid-19 e a luta pela vida

“Então, quando tive a notícia que eu iria para UTI bateu um desespero muito grande no meu coração, mais além de tudo tinha que ser forte porque minha mãe precisava de ver meu sorriso no rosto. E daí, quando separei da minha mãe e da minha pequena Aylla no corredor do hospital eu chorei e falei ‘Deus e agora o que será de mim? Estou deixando a melhor parte de mim para trás’. Eu sofri muito, quando eu tinha que tirar o leite eu chorava porque pensava ‘será que ela tá mamando mamadeira e eu aqui tirando o leite para jogar fora’. Eu fiquei sem forças, eu só sabia chorar”, conta Raquel.

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“Mais daí, não vi mais nada porque me entubaram, eu fiquei 15 dias entubada e não tem como estar lembrando de nada, porque a gente morre ali praticamente. Quando me extubaram eu comecei a sofrer por que sabia que tinha ela e não tinha notícias, mais o que me confortava é que eu sabia que uma grande mulher que é minha mãe estava ali cuidando dela e isso me confortava”, completou a gabrielense.

A espera pela alta e o reencontro entre mãe e filha

“Fiquei quase um mês sem ver minha filha, quando eu tive alta e vim pra casa foi muito gratificante poder pegá-la, abraçá-la e hoje, ter o privilégio de cuidar dela e de amar. Meu medo era grande de não ter essa oportunidade, mais Deus é maravilhoso e faz milagres, porque no meu caso foi um verdadeiro milagre”, relembra a empresária.

Período de mudanças

“Então, depois que Aylla chegou, minha vida mudou muito, ela ficou corrida, cansativa, a responsabilidade cresceu muito. O banho não é mais o mesmo, os finais de semana mudaram, os lugares de ir também, as noites não são mais as mesmas. E o engraçado é que, independente de tudo o que passamos, porque a vida de mãe não é fácil, a gente tá aqui firme e forte para amar e cuidar além da vida.

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”Quem sou eu?” por Raquel Morosini

“Bom, hoje a Raquel Morosini é uma mulher cheia de pensamentos positivos de conquista e realizações”, disse a gabrielense.


Raquel aproveitou o momento para deixar uma mensagem para todas as mulheres que são mamães ou que sonham em ser.

“Para as mamães de plantão a mensagem que deixo é de que somos guerreiras e capazes de enfrentar o mundo pelos nossos pequenos. E para quem sonha em ser mãe, meu conselho é que se planeje, que pense antes de tê-los e com quem terá a criança, porque essa, é uma responsabilidade muito grande e elas precisam muito de nós, tanto do pai, quanto da mãe. Por fim, parabéns a todas nós!”

Fonte: Editora Hoje

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