conecte-se conosco


Geral - ES1.com.br

Dia Mundial do Consumidor: PC dá dicas de como se proteger de possíveis golpes

Publicado em

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), dá dicas para que o cidadão fique atento e evite ser lesado nas relações de consumo durante o Dia Mundial do Consumidor, comemorado nesta sexta-feira (15).

Uma das orientações é pesquisar a empresa ou o prestador de serviços antes de adquirir o produto ou contratar o serviço. “Uma forma de fazer isso é procurar em sites de opiniões de consumidores. O consumidor também deve ficar atento aos preços oferecidos. Se forem muito abaixo do valor médio, desconfie da credibilidade daquele vendedor”, afirmou o titular da Decon, delegado Eduardo Passamani.

Em relação às compras on-line, o delegado aconselha procurar um site confiável. “A orientação também é buscar ouvir a opinião de quem já comprou naquele site, verificar a reputação dele e se o produto realmente é entregue conforme o anúncio e se isso ocorre dentro do prazo”, afirmou.

Quando se trata de prestação de serviços e de entrega de produtos após a compra ou a contratação, o delegado orienta ao cidadão a não efetuar o pagamento do valor integral da compra antes do recebimento da mercadoria ou antes que o serviço seja finalizado.

“Diariamente, nós realizamos de 15 a 20 atendimentos por dia para sanar dúvidas de consumidores que foram lesados e buscam o ressarcimento de valores pagos indevidamente. Por isso, esses cuidados são importantes para que o consumidor não se torne mais uma vítima”, informou.

leia também:  Cameron Boyce, astro de produções da Disney, morre aos 20 anos

Ele também orienta que o consumidor evite contratar serviços e comprar produtos que não possa ver. “É importante que haja um contrato assinado ou pelo menos o registro das especificações do que foi contratado e do prazo de entrega por escrito. E isso pode ser por e-mail ou por mensagem. para possibilitar cobranças e reclamações posteriores”, disse.

Outra dica é em relação à perda de documentos no qual conste o Cadastro de Pessoa Física (CPF). “Algumas pessoas não dão muita atenção a isso, mas devemos ficar atentos, pois de posse do CPF, qualquer pessoa pode contratar serviços e efetuar compras. Por isso, assim que o consumidor perceber que perdeu o documento, ele deve ir até a Câmara de Dirigentes Lojistas mais próxima e informar o fato para constar a restrição. Assim, quando for realizada alguma contratação com esse CPF, o consumidor é avisado pelo telefone para confirmar se realmente foi ele quem contratou”, explicou.

O que fazer se for lesado?

O delegado informou que se o consumidor estiver diante de uma situação de prática abusiva, é importante tentar documentar o fato, seja mediante foto ou gravação. “Orientamos também registrar uma reclamação no Procon de sua cidade ou no órgão estadual, que prestará o atendimento inicial ao consumidor, e procurar a Decon para registro de ocorrências nos casos do crime contra o consumidor ou de necessidade de registro para fins de direito civil”, esclareceu.

leia também:  Soja e credibilidade: como a sustentabilidade virou moeda de confiança internacional

Além disso, o consumidor também deve recorrer à Justiça, normalmente aos Juizados Especiais Cíveis, para os casos em que o cidadão busque o ressarcimento civil dos danos.

Decon

A nova sede da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) foi inaugurada em novembro de 2018.  Desde o início do seu funcionamento, a unidade já registrou 42 boletins de ocorrências e foram instaurados 143 inquéritos policiais, conforme informou o titular da unidade, delegado Eduardo Passamani.

Entre os atendimentos estão o saneamento de dúvidas sobre o adimplemento de obrigações contratadas e redução de cobranças abusivas. “A Decon tem como finalidade apurar todo e qualquer delito contra as relações de consumo, isto é, aqueles previstos no Código de Defesa do Consumidor e demais leis esparsas”, informou.

Além disso, a Decon também atua na adoção de medidas de combate e repressão aos crimes e contravenções contra a economia popular; na organização e identificação de infratores; na apuração de infrações previstas no Código de Defesa do Consumidor; na investigação, prevenção, repressão e processamento dos ilícitos praticados contra a ordem econômica previstos nas legislações esparsas, no Código Penal Brasileiro e na Lei das Contravenções Penais e mantém estreito relacionamento com órgãos estaduais e federais de defesa do consumidor.

“Nós orientamos também o consumidor e, quando a situação permite, nós entramos em contato com o fornecedor do produto e do serviço para tentar resolver a situação”, concluiu.

 

Assessoria/DECON

Geral - ES1.com.br

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

leia também:  Soja e credibilidade: como a sustentabilidade virou moeda de confiança internacional

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

leia também:  BNDES bate recorde e aprova R$ 5,3 bilhões em apenas oito dias

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

Visualizar

MAIS LIDAS DA SEMANA

error: Conteúdo protegido!!