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Da Vitória assume comando da Frente Parlamentar em Defesa das APAEs

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Foto: Assessoria

O deputado federal Da Vitória (PP-ES) assumiu a presidência da Frente Parlamentar Mista em Defesa das APAEs no Congresso Nacional. O anúncio foi feito nesta terça-feira (5), em Brasília, durante o I Encontro Nacional de Articulação de Ações da Rede APAE.

A escolha de Da Vitória foi comemorada por representantes do movimento apaeano de todo o país. Para o superintendente da Federação das APAEs do Espírito Santo e secretário-geral da APAE Brasil, Vanderson Gaburo, o parlamentar já possui uma trajetória de compromisso com a causa.

“Para nós do Espírito Santo, falar de Da Vitória é falar de compromisso com as APAEs. Todas as APAEs do Brasil agora têm um representante desse calibre, o que nos enche de orgulho. Muito obrigado por aceitar o nosso convite. Tenho certeza de que as APAEs estão em ótimas mãos, como o Espírito Santo já estava”, destacou Vanderson.

Da Vitória reforçou o compromisso de ampliar a defesa das APAEs e fortalecer o trabalho desenvolvido pelas instituições em todo o Brasil.

“Estou muito feliz pelo apoio do Congresso, da Câmara e do Senado para representar as APAEs como presidente dessa Frente Parlamentar. Nós, que temos o orgulho de ser capixabas, sabemos o quanto as APAEs trabalham de forma carinhosa para atender as pessoas em todo o Brasil. Agora, muito mais do que antes, vamos poder conhecer ainda mais esse belo trabalho e defender, no Congresso Nacional, ações e políticas para fortalecer as APAEs de todo o país. Estou muito animado para contribuir”, afirmou o deputado.

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A Frente Parlamentar Mista em Defesa das APAEs reúne deputados e senadores com o objetivo de apoiar e fortalecer as ações das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais em todo o Brasil, promovendo debates, articulações e iniciativas legislativas em defesa das pessoas com deficiência intelectual e múltipla e de suas famílias.

Fonte: Assessoria

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Modelo da Justiça do Trabalho tem que ser revisto, propõe Eduardo Girão

O senador Eduardo Girão (Novo-CE), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (6), criticou os gastos da Justiça do Trabalho e defendeu a revisão do formato adotado no país.

Segundo ele, a Justiça do Trabalho custou cerca de R$ 30 bilhões em 2025, com parcela relevante concentrada no Tribunal Superior do Trabalho (TST).  Para o senador, o sistema reúne despesas elevadas e um grande volume de processos. Ele comparou a estrutura brasileira à dos Estados Unidos.

— Nos Estados Unidos da América não existe sequer Justiça trabalhista nos moldes brasileiros. Lá, esses processos são julgados pela Justiça comum, no âmbito estadual e federal, ou por agências administrativas. Não tem essa estrutura da Justiça do Trabalho no Brasil, que, muitas vezes, enterra a geração de emprego e inibe empreendedores — afirmou.

Girão observou que magistrados têm recebido remunerações que superam o teto constitucional, devido aos chamados “penduricalhos”. Segundo ele, esses benefícios adicionais ampliam a pressão sobre as contas públicas e reforçam a necessidade de maior transparência e controle nos gastos do Judiciário.

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O senador comentou uma declaração atribuída ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, que teria separado os juízes do trabalho entre “vermelhos” e “azuis”, segundo a posição ideológica. Vieira de Mello afirmou que sua manifestação foi distorcida. Para Girão, porém, a repercussão do episódio trouxe questionamentos sobre a atuação institucional do tribunal.

— Segundo ele [Vieira de Mello], foi tirado de contexto, e eu não quero aqui fazer julgamento. Eu não estava lá e acredito na palavra do presidente [do TST]. Agora, existe uma afirmação que não foi corrigida, e isso é muito sério: “Há aqueles que têm causa e aqueles que têm interesses.” Essa afirmação abala um dos principais pilares do Estado de direito: tribunais devem ter a aparência e a prática da imparcialidade, da ética, da probidade — afirmou Girão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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