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Contas de menores de 13 anos serão banidas do Instagram

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Crianças com menos de 13 anos não podem ter conta no Instagram, regra antiga nos termos de uso da plataforma e burlada regulamente. Como no caso do funkeiro mirim Nego Ney, de oito anos, que chegou a ter um milhão de seguidores na rede social e agora corre o risco de ser removido.

O funkeiro – amado pela torcida e jogadores do time Flamengo – não é o único menor de idade no Instagram, a plataforma também é utilizada como meio de divulgação por outras crianças. O filho da apresentadora Karina Bacchi tem dois anos e dois milhões de seguidores, já a MC Melody possui seis milhões de seguidores em sua conta.

Por terem menos de 18 anos, todas essas personalidades mirins têm o nome de um adulto responsável por gerenciar a conta no perfil. O possível banimento virou uma grande polêmica e assustou outros famosos e crianças na rede social.

 

A consultora de marketing de influenciadores, Ana Lima, comentou boas práticas que podem evitar a suspensão de contas de crianças menores de idade. Segundo a especialista, todas as legendas precisam estar em 3° pessoa, fotos devem ser feitas por um adulto – sem ‘selfies’, stories apenas com a supervisão de um adulto e a foto do perfil pode ser junto com o responsável pela conta.

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Ana alerta, “não é só o Instagram que está sendo mais rigoroso com essa política, o próprio YouTube planeja deixar de monetizar, no ano que vem, criadores de conteúdo mirim”.

 

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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