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Conheça o Nubia X, smartphone sem câmera frontal e com tela nas costas
Subsidiária da ZTE, a Nubia trouxe outra perspectiva ao jogo das telas sem bordas dos principais smartphones da atualidade. Depois do entalhe inaugurado pelo iPhone X e de opções com câmeras retrateis, como Oppo Find X e Vivo NEX e Mi Mix 3, a fabricante chinesa resolveu radicalizar e apresentou nesta quarta, 31, o Nubia X, um celular sem câmera frontal e com uma segunda tela na parte traseira.
Na parte da frente, o novo smartphone ostenta uma tela LCD de 6,26 polegadas com resolução Full HD+ e proporção de 93,6% em relação ao corpo do aparelho. Já na parte de trás há outra tela, de OLED, com 5,1 polegadas e resolução 1520×720 pixels. A tela nas costas recebe a companhia de um par de câmeras: uma de 16 MP (f/1.8) e outra de 24 MP (f/1.7), oferecendo configurações de respeito para capturar imagens.
É claro que o foco principal de uma tela na parte traseira é facilitar as selfies, mas a Nubia garante que a iniciativa pode facilitar, também, o registro de fotos com diferentes ângulos, facilitando a visualização do objeto posicionado diante das lentes.
Complementam as principais especificações do Nubia X processador Snapdragon 845, 6 GB ou 8 GB de memória RAM e 64 GB ou 128 GB para armazenamento interno. O dispositivo sai de fábrica com Android 8.1 Oreo e bateria de 3.800 mAh.
O Nubia X conta com um leitor de impressão digital em cada lateral e cada um deles serve para ativar um lado da tela. Além disso, o software preditivo do smartphone pode ser capaz de identificar o lado visualizado no momento e mantê-lo ativado, portanto, fica a critério do usuário escolher qual das duas telas será a principal.
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A Era Digital: avanços, transformações e desafios
Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.
A importância da Era Digital
A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.
Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.
Os malefícios e riscos
No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.
As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.
O equilíbrio como caminho
A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.
Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.
Fonte: Wanderson Rubim da Silva
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