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Como encontrar passagens aéreas mais baratas e viajar mais pelo Brasil e pelo mundo

Publicado em

Foto: Pixabay

Viajar é um dos planos mais desejados pelos brasileiros, mas muitas vezes o valor das passagens pode ser um desafio. A boa notícia é que existem estratégias simples que ajudam a encontrar passagens aereas com preços mais acessíveis, permitindo explorar novos destinos sem comprometer o orçamento.

Com planejamento e algumas dicas práticas, é possível economizar e ainda aproveitar experiências incríveis.

Como funcionam os preços das passagens aéreas

Os valores das passagens não são fixos. Eles variam constantemente de acordo com a demanda, a disponibilidade e outros fatores.

Principais fatores que influenciam os preços

  • Procura pelo voo
  • Antecedência da compra
  • Época do ano
  • Dia da semana
  • Horário do voo

Por isso, o mesmo voo pode ter preços diferentes dependendo do momento em que você realiza a compra.

Qual o melhor momento para comprar

Saber quando comprar é um dos pontos mais importantes para economizar.

Antecedência ideal

Para voos nacionais, o ideal é comprar entre 30 e 90 dias antes da viagem. Já para voos internacionais, o recomendado é entre 60 e 180 dias.

Essa janela costuma oferecer melhores preços e mais opções de horários.

Evite comprar na última hora

Quanto mais próximo da data da viagem, maiores são as chances de pagar mais caro, já que a disponibilidade de assentos diminui.

Melhores dias para buscar passagens

Embora não seja uma regra absoluta, existem padrões que podem ajudar.

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Dias mais econômicos

Terças e quartas-feiras costumam ter tarifas mais baixas, pois a demanda é menor após o fim de semana.

Horários alternativos

Voos de madrugada ou muito cedo pela manhã geralmente são mais baratos, pois são menos procurados.

Flexibilidade faz diferença no preço

Ser flexível com datas e horários pode gerar uma economia significativa.

Ajustar datas

Alterar a viagem em um ou dois dias pode reduzir bastante o valor da passagem.

Escolher horários menos populares

Voos fora dos horários de pico costumam ter preços mais acessíveis.

Temporadas e impacto no valor das passagens

A época do ano influencia diretamente no preço.

Alta temporada

Inclui férias escolares, feriados e datas comemorativas. Nesse período, os preços tendem a subir.

Baixa temporada

Meses como março, maio, agosto e novembro costumam ter tarifas mais baratas e menos turistas.

Ferramentas que ajudam a economizar

Hoje existem diversas ferramentas que facilitam a busca por passagens mais baratas.

Alertas de preço

Permitem acompanhar a variação de preços e comprar no momento certo.

Comparadores de datas

Mostram quais dias têm tarifas mais baixas, ajudando na escolha.

Dicas extras para pagar menos

Além das estratégias principais, alguns hábitos podem ajudar ainda mais.

Evite bagagem despachada

Se possível, viaje apenas com bagagem de mão para reduzir custos.

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Compre ida e volta juntos

Muitas vezes, essa opção é mais econômica do que comprar separadamente.

Considere aeroportos alternativos

Voar por aeroportos próximos pode ser uma alternativa mais barata.

Destinos com boas oportunidades saindo do Brasil

Alguns destinos costumam ter preços mais acessíveis ao longo do ano.

Dentro do Brasil

Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife frequentemente têm promoções.

Destinos internacionais

Argentina, Chile e alguns destinos nos Estados Unidos e Caribe aparecem com boas tarifas em períodos promocionais.

Tendências de viagem no Brasil

O comportamento dos viajantes está mudando, e algumas tendências se destacam.

Viagens curtas

Escapadas de fim de semana estão cada vez mais populares.

Planejamento antecipado

Mais pessoas estão se organizando com antecedência para garantir melhores preços.

Experiências personalizadas

Viagens focadas em interesses específicos estão em alta.

Perguntas frequentes sobre passagens aéreas

Qual o melhor dia para comprar passagens?

Normalmente, durante a semana, especialmente terças e quartas.

Comprar com antecedência realmente ajuda?

Sim, principalmente para voos internacionais.

Passagens de madrugada são mais baratas?

Na maioria dos casos, sim.

Vale a pena usar alertas de preço?

Sim, são muito úteis para encontrar boas oportunidades.

É seguro comprar passagens online?

Sim, desde que seja feito em plataformas confiáveis e com atenção às condições da compra.

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STF trava compra de terras por estrangeiros e frustra entrada de capital externo

O Supremo Tribunal Federal (STF) encerrou uma discussão que se arrastava desde 2021, ao decidir, nesta quinta-feira (24.04) manter as restrições à aquisição de imóveis rurais por empresas brasileiras controladas por capital estrangeiro. A Corte validou a interpretação da Lei nº 5.079/1971 e consolidou o entendimento de que essas empresas devem seguir as mesmas regras aplicadas a companhias estrangeiras.

Na prática, a decisão preserva limites para a compra de terras por capital externo em um momento de maior demanda por financiamento no campo, sobretudo diante do encarecimento do crédito rural. Entidades do setor defendiam a flexibilização das regras como forma de ampliar o fluxo de investimentos e destravar projetos, especialmente em regiões de expansão agrícola.

O julgamento foi concluído após o voto do ministro Alexandre de Moraes, que acompanhou o relator e afirmou que a legislação não impede o ingresso de capital estrangeiro, mas estabelece uma regulação necessária para resguardar a soberania nacional. O entendimento foi seguido por ministros como Luiz Fux, Dias Toffoli e Edson Fachin.

A análise envolveu duas ações. Na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 342, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) questionava as restrições, alegando impacto negativo sobre o financiamento do agronegócio. Já na Ação Cível Originária (ACO) 2463, a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) buscavam reverter decisão que dispensava cartórios de aplicar as regras.

Ao longo do julgamento, ministros defenderam que a norma segue padrões adotados por outros países na proteção de ativos estratégicos. Também foi ressaltado que o capital estrangeiro continua presente no agronegócio brasileiro por meio de crédito, insumos, logística e comercialização, mesmo com limitações na aquisição direta de terras.

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Com a decisão, o STF encerra uma discussão que se arrastava desde 2021 e mantém o atual marco regulatório para compra de imóveis rurais, preservando o controle nacional sobre a terra e impondo limites à sua concentração por investidores estrangeiros.

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (24.04) manter as restrições à aquisição de imóveis rurais por empresas brasileiras controladas por capital estrangeiro, encerrando uma disputa aberta desde 2021 e preservando um dos principais limites à entrada direta de recursos externos no mercado fundiário brasileiro.

Na prática, a decisão mantém fechada uma via considerada estratégica por parte do setor agropecuário para ampliar o acesso a capital de longo prazo. Entidades defendiam a flexibilização das regras como forma de atrair fundos internacionais interessados na compra de terras agrícolas — modelo comum em países como Estados Unidos e Austrália — especialmente em regiões de expansão como Matopiba e Centro-Oeste, onde a valorização fundiária e a abertura de novas áreas produtivas demandam investimentos elevados.

A manutenção das restrições ocorre em um momento de maior pressão sobre o financiamento no campo. Com juros mais altos e redução da atratividade do crédito rural subsidiado, produtores e empresas têm buscado alternativas de funding, incluindo investidores estrangeiros com perfil de longo prazo. A impossibilidade de aquisição direta de terras, no entanto, limita esse fluxo e mantém o capital externo concentrado em operações indiretas, como crédito, insumos, logística e comercialização.

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O STF validou a interpretação da Lei nº 5.079/1971 ao equiparar empresas brasileiras controladas por estrangeiros às companhias estrangeiras, submetendo ambas às mesmas regras para aquisição de imóveis rurais. O entendimento foi consolidado após o voto do ministro Alexandre de Moraes, que acompanhou o relator ao afirmar que a legislação não impede investimentos externos, mas estabelece uma regulação necessária para resguardar a soberania nacional. O posicionamento foi seguido por ministros como Luiz Fux, Dias Toffoli e Edson Fachin.

A Corte analisou duas ações. Na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 342, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) questionava as restrições, alegando impacto negativo sobre o financiamento do agronegócio e potencial desestímulo a novos investimentos. Já na Ação Cível Originária (ACO) 2463, a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) pediam a anulação de decisão que dispensava cartórios de aplicar essas regras.

Durante o julgamento, ministros defenderam que a legislação brasileira segue práticas internacionais de proteção a ativos estratégicos e não representa vedação ao capital estrangeiro, mas sim uma diferenciação regulatória. Também destacaram que investidores internacionais continuam atuando no agronegócio brasileiro em diferentes elos da cadeia produtiva.

Com a decisão, o STF mantém o atual marco regulatório e reforça o controle nacional sobre a propriedade da terra. Ao mesmo tempo, limita a entrada direta de capital estrangeiro via aquisição de ativos fundiários, frustrando a expectativa de parte do setor de ampliar o fluxo de investimentos externos em um momento de maior necessidade de financiamento no campo.

Fonte: Pensar Agro

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