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Começam as reuniões para definição de metas dos órgãos do Governo do Estado
A Secretaria de Economia e Planejamento (SEP) deu início, nesta quarta-feira (11), a uma série de reuniões com o objetivo de definir metas para os indicadores estratégicos. Os números vão medir o alcance dos resultados das políticas públicas estabelecidas para as nove áreas estratégicas do Governo do Espírito Santo.
Pela primeira vez, o Governo trabalha com um Painel de Indicadores Estratégicos. A subsecretária de Planejamento e Projetos e a gerente de Gestão Estratégica da SEP, Joseane Zoghbi e Anna Claudia dos Santos Pela, respectivamente, explicam que o Governo já atua acompanhando seus resultados de forma sistemática e têm um programa voltado para acelerar e garantir a qualidade das entregas à população, o Realiza+.
“O Painel de Indicadores é um avanço e faz parte do Programa de Gestão para Resultados Realiza+. Com ele, seremos capazes de identificar o que é necessário fazer para que o Governo melhore ainda mais suas políticas públicas”, diz Joseane Zoghbi. Já Anna Claudia Pela destaca que os indicadores entram no ciclo de acompanhamento, monitoramento e avaliação das políticas públicas.
A primeira reunião de definição de metas para o período de 2020, 2021 e 2022 foi realizada pela SEP com dois órgãos ligados à área estratégica de Infraestrutura para Crescer: a Secretaria de Saneamento, Habitação e Desenvolvimento Urbano (Sedurb) e a Companhia Espírito-Santense de Saneamento (Cesan).
Outras reuniões com esse mesmo objetivo serão realizadas pela equipe da Subsecretaria de Planejamento e Projetos (Subepp), ao longo dos próximos dias deste mês de dezembro, com demais Secretarias e órgãos da administração pública estadual.
O Programa Realiza+ tem como objetivo ampliar a capacidade do Governo executar programas e projetos das nove áreas estratégicas e entregar resultados à sociedade capixaba. As áreas estratégicas são: Segurança em Defesa da Vida; Educação para o futuro; Desenvolvimento Social e Direitos Humanos; Saúde Integral; Agricultura e Meio Ambiente; Desenvolvimento econômico; Infraestrutura para Crescer; Cultura, Turismo, Esporte e Lazer; Gestão Pública Inovadora.
Sep
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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro
A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.
A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.
Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.
A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.
A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.
A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.
Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.
O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.
A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.
Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.
A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.
Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.
Você lê a versão em português clicando aqui.
You can read the English version by clicking here.
Fonte: Pensar Agro
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