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Com novo aporte, Fundo Soberano passa a marca de R$ 100 milhões

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Desde a última sexta-feira (8), o Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo (Funses) passou a ter um saldo de R$ 135,531 milhões, quando foram aportados mais R$ 41,589 milhões referentes à parcela trimestral da Participação Especial dos royalties do petróleo da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para o Estado.

A novidade foi anunciada nesta segunda-feira (11) pelo governador Renato Casagrande através de suas redes sociais. “O Fundo Soberano é inovador e pioneiro no Brasil. Será aplicado em empresas que vão gerar empregos para os capixabas. Se o Brasil entrar em crise podemos usar uma parte do Fundo, mas a ideia é utilizar em atividades produtivas. Queremos sair da dependência do petróleo e do gás, pois essa é uma riqueza finita”, afirmou.

O governador comemorou que, em poucos meses, o Fundo ultrapassou a marca dos cem milhões de reais. “Esse valor será usado para que o Estado se associe a empreendimentos em áreas estratégicas, direcionando as oportunidades para todas as regiões do Espírito Santo. Com o Fundo Soberano nos tornaremos um Estado cada vez mais justo para os capixabas e competitivo no cenário nacional”, destacou.

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Do saldo atual, cerca de R$ 1 milhão é oriundo do rendimento de aplicações financeiras. O Fundo Soberano é uma iniciativa do Governo do Estado e foi criado a partir do acordo de unificação dos campos no Parque das Baleias, firmado entre a ANP e a Petrobras. A questão foi iniciada em 2013, ainda durante a primeira gestão do governador Renato Casagrande, quando o Estado acionou a Justiça para garantir a medida.

O secretário de Estado da Fazenda, Rogelio Pegoretti, explica que o Funses reafirma o compromisso do Governo na garantia de um futuro seguro e de geração de riquezas. “Vamos gerar uma poupança intergeracional com o Funses. Além disso, o Fundo auxiliará na condução da política fiscal do Estado”, disse.

Desde julho, o Funses tem um depósito mensal a partir de 40% do valor de entrada dos royalties no Estado. Trimestralmente, o fundo também é alimentado pela participação especial (15% do valor que entra no Estado). O primeiro aporte, no valor de R$ 11.179.850,19, aconteceu no último mês de julho. Durante um ano, o Funses deve receber entre R$ 400 milhões e R$ 500 milhões.

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Governo/Sefaz

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

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A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

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Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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