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CNH Social já recebeu mais de 45 mil inscrições em sistema desenvolvido pelo Prodest

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O programa CNH Social já recebeu 45.039 inscrições por meio do sistema desenvolvido pelo Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Espírito Santo (Prodest) em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito (Detran|ES). Os interessados podem se inscrever até o dia 05 de abril pelo site https://detran.es.gov.br/.
Podem participar pessoas maiores de 18 anos, alfabetizadas e inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) – atualizado nos últimos 24 meses. Também é necessário ter renda familiar de até dois salários mínimos.
O CNH Social vai disponibilizar nove mil vagas para a primeira habilitação, adição ou mudança de categoria na carteira do motorista.  No total, 40% das oportunidades serão distribuídas para Região Metropolitana da Grande Vitória e 60% para o interior do Estado. Serão reservadas 5% das vagas para pessoas com deficiência. Ocorrerão três chamadas em 2018, com três mil vagas cada.
O diretor-geral do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES), Romeu Scheibe Neto, destaca a participação do Prodest no desenvolvimento do sistema de inscrições para o CNH Social.
“O projeto CNH Social só foi possível diante da interação de todos as equipes envolvidas, do Detran, Setades, SEDH e Prodest. Este último, teve um papel de extrema relevância, pois por meio da dedicação individual de cada colaborador, obtivemos um resultado coletivo muito positivo em prol do cidadão capixaba”, enfatizou.  
O resultado da primeira etapa do programa será divulgado no site do Detran no dia 19 de abril. Em caso de dúvida sobre o CNH Social, envie um e-mail para [email protected].

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Assessoria de comunicação/ Prodest

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A Era Digital: avanços, transformações e desafios

Vivemos a chamada Era Digital, um período marcado pela intensa presença da tecnologia em praticamente todos os aspectos da vida cotidiana. Dos smartphones às redes sociais, dos sistemas bancários online às compras virtuais, a transformação digital alterou profundamente a forma como nos relacionamos, trabalhamos, estudamos e consumimos informação.

A importância da Era Digital

A digitalização trouxe inúmeras facilidades e oportunidades de crescimento. O acesso à informação nunca foi tão amplo e rápido, permitindo que o conhecimento esteja disponível a qualquer hora e em qualquer lugar. No campo da educação, por exemplo, plataformas online democratizam o ensino e aproximam estudantes de universidades e cursos renomados em todo o mundo.

Na economia, a tecnologia favoreceu a criação de novos modelos de negócio, ampliou o comércio eletrônico e abriu portas para profissões e carreiras antes inexistentes. Além disso, a digitalização facilita o contato entre pessoas e reduz distâncias geográficas, encurtando caminhos tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.

Os malefícios e riscos

No entanto, a Era Digital também apresenta desafios e malefícios que não podem ser ignorados. A exposição excessiva às telas pode trazer impactos à saúde, como problemas de visão, sedentarismo, distúrbios do sono e ansiedade. Outro ponto preocupante é a dependência tecnológica: a sensação de estar “desconectado” pode gerar angústia, e muitas pessoas já demonstram dificuldade em realizar atividades sem o auxílio constante de aparelhos eletrônicos.

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As redes sociais, embora aproximem, também alimentam a propagação de informações falsas, discursos de ódio e comparações que afetam a autoestima. Além disso, questões relacionadas à segurança digital e à privacidade são cada vez mais urgentes, já que dados pessoais circulam em grande escala e muitas vezes acabam expostos a riscos de fraudes e crimes virtuais.

O equilíbrio como caminho

A Era Digital é irreversível e seguirá moldando o presente e o futuro. O grande desafio está em encontrar o equilíbrio entre o uso saudável da tecnologia e os limites necessários para preservar a saúde física, emocional e social.

Mais do que nunca, é preciso desenvolver consciência crítica e responsabilidade digital, para que possamos usufruir dos benefícios da conectividade sem nos tornarmos reféns dela. Afinal, a tecnologia deve servir ao ser humano — e não o contrário.

Fonte: Wanderson Rubim da Silva

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